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Ambulantes e produtores de fora são alvo de fiscalização na feira da Praça da Cultura
Divulgação.

A Feira da Praça da Cultura vem recebendo cada semana mais interessados em comercializar seus produtos e à medida que a temporada se aproxima, esse número tende a crescer ainda mais. No momento, já existe fila de espera.

Por isso os setores de fiscalização da prefeitura, secretarias da Saúde, da Fazenda, do Planejamento e também a Fundação Cultural, responsável pela organização daquele espaço, estão fazendo vistorias seguidamente no local.

No sábado passado, a Vigilância Sanitária esteve no local. Das 64 barracas, 52 estavam em ordem. Outras 12 foram interditadas porque estavam com problemas de documentação e sem autorização da Vigilância Sanitária. Outros três resistiram à interdição. Segundo a diretora da Vigilância Sanitária Jeanine Gamborgi, os três eram de fora.

“Não temos como ir na residência para fiscalizar a manipulação dos alimentos, porque eles vieram de outras cidades. Nestes casos, é obrigatório trazer alvará dos municípios deles na hora que vierem se inscrever para a feira”, detalhou Jeanine.

Uma característica da Feira Livre é que ali não é permitida a venda de produtos industrializados. É para oportunizar os produtores artesanais.

Ali podem ser comercializados produtos congelados, assados e também podem fazer frituras no local, só não pode manipular nada na Feira.

Para fiscalizar a manipulação dos alimentos ali vendidos, a Vigilância Sanitária vai na casa do produtor”, explicou a diretora.

Mesmo sabendo que produtos industrializados não podem ser vendidos, no sábado passado tinha uma marca conhecida de chocolates e outra de bebidas instaladas sem permissão.

Jeanine disse que não há exceções. A procura está grande, o verão está chegando e o que vale é a legislação. “Vamos seguir à risca, não abrimos nenhum tipo de exceção”, avisou.

Segundo ela, as vistorias podem ser espontâneas ou de rotina.

Ambulantes

Outros problemas identificados no fim de semana anterior ((2) foram regularizados neste último, como a grande quantidade de vendedores ambulantes e a montagem de barracas nas vagas de estacionamento, o que também é proibido.

Mais informações na Vigilância Sanitária, que fica na Rua 1500, 1100 ou pelo fone 3261-6200, de segunda a sexta, das 7h às 19h. 


Segunda, 11/9/2017 18:03.




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