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Fiesp e centrais sindicais criticam política econômica
EBC.
Skaf, presidente da Fiesp.
Skaf, presidente da Fiesp.

MAELI PRADO E GUSTAVO URIBE
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Empresários e sindicalistas criticaram na manhã desta terça-feira (12) a política econômica do governo durante reunião aberta no Palácio do Planalto com a presença do presidente Michel Temer e do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles.

Liderados por Paulo Skaf, presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), dez representantes de empresas e centrais sindicais apontaram problemas na condução da economia, como baixa geração de empregos, falta de crédito e ausência de investimento.

As reclamações e sugestões para geração de emprego foram reunidas em um documento e entregues a Temer.

"O BNDES precisa aplicar o máximo e temos um problema, porque há dificuldades com os agentes. Se não houver a disposição e boa vontade dos agentes, ficará tudo engessado", afirmou Skaf.

O deputado federal e presidente da Força Sindical, Paulinho da Força (Solidariedade) ,afirmou que a economia começa a dar "alguns sinais de crescimento". "Mas é preciso mais", disse.

A Força Sindical, de Paulinho, e a Fiesp, de Skaf, estão entre os principais apoiadores dos protestos que marcaram o movimento de cassação de Dilma Rousseff.

No evento, Meirelles enfatizou que o Brasil enfrentou a pior recessão da história e reafirmou que, na avaliação da equipe econômica, o país estará crescendo a um ritmo de 3% no começo de 2018.

Na avaliação de economistas, as demandas dos empresários e centrais sindicais não são possíveis de serem atendidas, já que o momento é de grave crise fiscal e recessão.

"Por questões fiscais o governo está optando até por tirar dinheiro do BNDES", afirmou Fernando Ribeiro, economista do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). "Além disso, o problema não é a falta de crédito. Não há demanda por financiamentos", completou.

Para Silvio Campos Neto, da consultoria Tendências, muitas das dificuldades atuais da economia estão relacionados ao fato de os governos anteriores terem atendido demandas similares às feitas ao governo nesta terça.

GOVERNADORES

Reunidos em Diamantina (MG) por ocasião de cerimônia em homenagem a Juscelino Kubitschek, sete governadores pediram um encontro de contas com o governo federal para sanar dívidas dos Estados com a União.

Na "Carta de Diamantina", os governadores de Minas, Acre, Mato Grosso, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia e Sergipe manifestaram "disposição para o diálogo institucional que permita o encontro de contas entre os Estados e a União". 


Quarta, 13/9/2017 6:48.




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