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Massa não vê brasileiros perto da F-1 e culpa federação
F1.com.

JULIANNE CERASOLI
LONDRES, REINO UNIDO (UOL/FOLHAPRESS) - Pelo segundo ano consecutivo, o Brasil tem chances reais de ficar sem piloto na Fórmula 1 desde a estreia de Emerson Fittipaldi em 1970. No final do ano passado, Felipe Nasr via suas chances de fazer uma terceira temporada na categoria se tornarem praticamente nulas, enquanto Felipe Massa já havia anunciado sua aposentadoria. A situação mudou com a surpreendente aposentadoria do então campeão Nico Rosberg e a opção da Williams de chamar Massa de volta para a temporada 2017, e o brasileiro segue com o futuro indefinido para o ano que vem.

Nas categorias de base, ao contrário da época em que Massa estreou na F-1, não são muitos os brasileiros tendo bons resultados. Nas últimas duas etapas da F-2, Sergio Sette Camara conseguiu encaixar seus primeiros bons resultados na categoria em que faz seu ano de estreia, vencendo em Spa e chegando em segundo em Monza. Porém, o plano do piloto é fazer pelo menos mais um ano na categoria antes de começar a pensar em F-1.

Além de Sette Camara, há brasileiros vencendo em categorias de menos destaque, como Pietro Fittipaldi na Fórmula V8 3.5. Depois de conquistar o título da F-3 Britânica ano passado, Matheus Leist optou por correr nos Estados Unidos e foi bem em sua primeira temporada da Indy Lights. A Indy também pode ser o caminho escolhido por Nasr depois de ter ficado parado em 2017, ainda com esperanças de viabilizar sua volta à F-1. O brasiliense já era considerado, quando estava nas categorias de base, algo como "o último dos moicanos" no caminho para a F-1.

E Massa também não vê um substituto aparecendo tão logo. "Não faço ideia. No momento, é difícil encontrar um nome para estar logo na F-1 fazendo um bom trabalho. O Brasil está passando por uma fase muito difícil, o que é uma pena, porque acredito que o país faça parte da F-1", disse o brasileiro.

Perguntado se a crise financeira pela qual o Brasil passa seria decisiva para a falta de pilotos atuando internacionalmente, Massa lembrou que esse não é um problema recente e destacou a responsabilidade da Confederação Brasileira de Automobilismo.

"A crise foi começou há um ano e meio. Antes, o país estava forte. Acho que o problema é a federação, que nunca fez nada para os pilotos.

Não temos categorias de base no Brasil e é algo que está acontecendo há muito tempo, vem criando problemas há muitos anos. Então, um dia, chegaria [o momento em que o Brasil não teria representantes]."

Massa espera que uma decisão a respeito de seu futuro na Williams saia ainda neste mês. 


Quinta, 7/9/2017 10:11.




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