Jornal Página 3
Polícia Militar avalia onda de homicídios na região

A região está vivendo uma incomum onda de homicídios, nesta primeira semana do ano foram registradas seis mortes, três em Balneário e três em Camboriú.

Balneário Camboriú

William Gardelin, 29 anos, era oceanógrafo. Ele reagiu a um assalto na madrugada do dia 1º, na Rua 2.650, no Centro de Balneário Camboriú, e foi baleado. Horas depois faleceu no hospital.

Paulo Júnior Machado, 32 anos, mototaxista, foi morto pelo colega de profissão Paulo Sérgio Ventura, 42 anos, no dia 02, na Avenida Santa Catarina, em frente ao Balneário Shopping. Havia uma desavença para levar passageiros da rodoviária até o Bairro da Barra. Os dois já haviam brigado na noite de 31 de dezembro. O assassino foi preso na quinta-feira (5) pela Polícia Civil.

No sábado (7) Pedro Henrique de Castro, de Itajaí, foi encontrado morto na Rua Júlia Serrão, no Bairro Nova Esperança em Balneário. Ela foi esfaqueado várias vezes, supostamente pelo próprio cunhado.

Camboriú

O adolescente de 17 anos Artur Meira dos Santos foi baleado na cabeça, na noite de sexta-feira (6), na Rua Umbuia, em Camboriú. Ele tinha passagens pela polícia por tráfico, posse de drogas e furtos.

Também na noite de sexta Vagner Tompson, 37 anos, foi morto, na Rua Capitão Ernesto Nunes. Com ele estava uma mulher, que foi alvejada no ombro direito e no pescoço.

Na manhã de domingo (8) foi encontrado, nas proximidades do Instituto Federal Catarinense (IFC), antigo Colégio Agrícola, o corpo do professor de Educação Física Telmo Vieira de Souza, 29 anos.

Ele apresentava sinais de espancamento e uma perfuração na nuca. Em 2015 ele já havia sofrido tentativa de homicídio, em Itapema.

O que diz o comando da PM

O comandante do 12º Batalhão de Polícia Militar, Evaldo Hoffmann, explica que no caso do mototaxista e dos cunhados havia desavenças e por isso é difícil a PM conseguir prevenir esse tipo de crime. “Não sabíamos disso, pois não havia registros.

Já o caso da Rua 2.650 é mais preocupante, porque o rapaz foi morto na rua após reagir a um assalto”, comenta.

Por isso, a polícia irá intensificar rondas, blitzes e abordagens pessoas nas ruas da cidade. O foco é tirar o maior número possível de armas de fogos de circulação.

“Também faremos ações em bares e locais mais afastados, onde normalmente acontecem esses crimes”, acrescentou.

Hoffmann salienta que como já há um potencial suspeito no caso da Nova Esperança, é questão de tempo até esse sujeito ser preso.

No latrocínio da Rua 2.650 será mais difícil.

Tudo está sendo investigado pela Polícia Civil e pelo setor de Inteligência da PM.

Sobre Camboriú o comandante explica que lá a situação é atípica. “As pessoas têm medo, acham que há guerra de facções criminosas, mas a última notícia sobre isso foi em 2012.

Hoje acreditamos que não é isso que esteja acontecendo, pois não há indícios de disputa de pontos de venda de drogas. Não há nada que comprove isso”, informa.

Lá também serão intensificadas as rondas, blitzes e abordagens.

O comandante salienta que ainda é muito cedo para avaliar se há ligação entre algum dos crimes. “As polícias já estão fazendo esse levantamento.

Estamos trabalhando com dados e em cima disso faremos operações preventivas”, concluiu. 


Segunda, 9/1/2017 10:34.

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