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Bolsonaro deixa unidade semi-intensiva e vai para quarto
Redes sociais.

Terça, 12/2/2019 7:05.

ANNA VIRGINIA BALLOUSSIER
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Após "melhora clínica progressiva", o presidente Jair Bolsonaro deixou a Unidade de Terapia Semi-Intensiva e foi para um apartamento do hospital Albert Einstein, onde está internado há 16 dias.

Segundo boletim médico divulgado na segunda (11), Bolsonaro, diagnosticado na semana passada com pneumonia, "não apresenta dor, febre e segue com melhora do quadro pulmonar". Os médicos suspenderam a nutrição parenteral (nutrientes por via endovenosa) e introduziram "dieta leve", com manutenção de suplemento nutricional.

"Estão sendo mantidas as medidas de prevenção de trombose venosa, realizados exercícios respiratórios, de fortalecimento muscular e períodos de caminhada fora do quarto", diz o texto assinado pelo cirurgião Antônio Luiz Macedo, pelo cardiologista Leandro Echenique e por Miguel Cendoroglo, diretor superintendente do Einstein.

O boletim afirma que, "por ordem médica, as visitas permanecem restritas". No mesmo dia, contudo, Bolsonaro recebeu visitas do governador de São Paulo, João Doria (PSDB), e dos ministros Sergio Moro (Justiça), general Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional) e Fernando Azevedo e Silva (Defesa).

Dois dias antes, o presidente, que se recupera de uma cirurgia de retirada de bolsa de colostomia, começou sua dieta pastosa após dias de alimentação líquida: creme de legumes com carne, creme de pera e picolé de limão. O próximo passo: ingerir sólidos.

A previsão é que Bolsonaro termine seu tratamento com antibióticos na quinta (14), mas sua equipe médica ainda nada disse sobre ele sair do hospital no dia seguinte –quando, segundo Doria, ele espera encontrar seu ministro da Economia, Paulo Guedes.

Em "visita solidária" ao presidente, o governador disse que ele se mostrou confiante de que receberá alta hospitalar nesta semana e já tem planos de se encontrar na sexta (15), em Brasília, com Guedes, para discutir "a reforma mais importante que o país tem pela frente", a da Previdência.

Bolsonaro poderia até fechar na semana que vem o texto final sobre mudanças no regime previdenciário que será apresentado ao Congresso, segundo Doria. Isso na capital do país, já que a hipótese de receber a proposta de reforma no Einstein está a princípio descartada, de acordo com o porta-voz da Presidência, general Otávio Rêgo Barros.

À tarde, Bolsonaro disse à TV Band que, "se Deus quiser", sairá do hospital nos próximos dias, possibilidade também anunciada pelo ministro Onyx Lorenzoni (Casa Civil).

Aliados disseram que o presidente gostaria de deixar o hospital já na quarta (13), mas que a decisão será dos médicos.

À tarde, o mandatário compartilhou uma foto em que, de pijama, faz a barba. 

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Cidade

Serviço de coleta especial será triplicado e permanente em toda a cidade


Geral

É a primeira visita de um alto funcionário do governo Bolsonato à cidade 


Esportes

Organização espera superar os 4.500 participantes da edição anterior.


Brasil

 Desde janeiro o porcentual dos que consideram o governo ótimo ou bom caiu 14 pontos,


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Terça, 12/2/2019 7:05.

ANNA VIRGINIA BALLOUSSIER
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Após "melhora clínica progressiva", o presidente Jair Bolsonaro deixou a Unidade de Terapia Semi-Intensiva e foi para um apartamento do hospital Albert Einstein, onde está internado há 16 dias.

Segundo boletim médico divulgado na segunda (11), Bolsonaro, diagnosticado na semana passada com pneumonia, "não apresenta dor, febre e segue com melhora do quadro pulmonar". Os médicos suspenderam a nutrição parenteral (nutrientes por via endovenosa) e introduziram "dieta leve", com manutenção de suplemento nutricional.

"Estão sendo mantidas as medidas de prevenção de trombose venosa, realizados exercícios respiratórios, de fortalecimento muscular e períodos de caminhada fora do quarto", diz o texto assinado pelo cirurgião Antônio Luiz Macedo, pelo cardiologista Leandro Echenique e por Miguel Cendoroglo, diretor superintendente do Einstein.

O boletim afirma que, "por ordem médica, as visitas permanecem restritas". No mesmo dia, contudo, Bolsonaro recebeu visitas do governador de São Paulo, João Doria (PSDB), e dos ministros Sergio Moro (Justiça), general Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional) e Fernando Azevedo e Silva (Defesa).

Dois dias antes, o presidente, que se recupera de uma cirurgia de retirada de bolsa de colostomia, começou sua dieta pastosa após dias de alimentação líquida: creme de legumes com carne, creme de pera e picolé de limão. O próximo passo: ingerir sólidos.

A previsão é que Bolsonaro termine seu tratamento com antibióticos na quinta (14), mas sua equipe médica ainda nada disse sobre ele sair do hospital no dia seguinte –quando, segundo Doria, ele espera encontrar seu ministro da Economia, Paulo Guedes.

Em "visita solidária" ao presidente, o governador disse que ele se mostrou confiante de que receberá alta hospitalar nesta semana e já tem planos de se encontrar na sexta (15), em Brasília, com Guedes, para discutir "a reforma mais importante que o país tem pela frente", a da Previdência.

Bolsonaro poderia até fechar na semana que vem o texto final sobre mudanças no regime previdenciário que será apresentado ao Congresso, segundo Doria. Isso na capital do país, já que a hipótese de receber a proposta de reforma no Einstein está a princípio descartada, de acordo com o porta-voz da Presidência, general Otávio Rêgo Barros.

À tarde, Bolsonaro disse à TV Band que, "se Deus quiser", sairá do hospital nos próximos dias, possibilidade também anunciada pelo ministro Onyx Lorenzoni (Casa Civil).

Aliados disseram que o presidente gostaria de deixar o hospital já na quarta (13), mas que a decisão será dos médicos.

À tarde, o mandatário compartilhou uma foto em que, de pijama, faz a barba. 

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