Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Cidade
Novo prédio da Delegacia Regional não tem Estudo de Impacto de Vizinhança

Sem ele não é permitido ativar as novas instalações

Quinta, 25/1/2018 8:45.
Daniele Sisnandes/Página 3

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A Polícia Civil pretende transferir até março a Delegacia Regional de Polícia (DRP) para um prédio na Avenida do Estado que não possui Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV) e não poderá fazê-lo sem licença do Conselho da Cidade e da prefeitura.

O local é crítico, aparentemente não tem condições de receber as centenas de pessoas que diariamente irão à DRP em busca de carteiras de identidade, habilitação e outros serviços.

Para agravar, o prédio possui apenas 60 vagas de garagem e o entorno, o trecho que vai da Praça das Bandeiras até a Quarta Avenida não tem estacionamento nas ruas.

Foi esse motivo, a falta de capacidade para atender o público potencial, que levou o Conselho da Cidade e a negar autorização para a DRP se instalar na rua Inglaterra, num prédio que seria construído onde funcionava o presídio e funciona a delegacia de polícia da Comarca.

Quando foi construído, o local recebeu licença originalmente para duas salas comerciais que não causariam impacto, mas com a mudança de uso, o EIV é necessário.

A empresa dona do prédio pressiona para que a prefeitura retire canteiros das calçadas para transformar o espaço em estacionamento.

É uma pretensão descabida, os canteiros fazem parte do padrão exigido em toda a cidade e a mudança afetaria também a ciclovia que serve a ligação do Centro com as marginais da BR-101.

O espaço foi alugado e está mobiliando, mas sem EIV é impossível colocar a DRP em funcionamento salvo se a Polícia Civil decidir fazer isto ao arrepio da lei.


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Página 3
Daniele Sisnandes/Página 3

Novo prédio da Delegacia Regional não tem Estudo de Impacto de Vizinhança

Sem ele não é permitido ativar as novas instalações

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Quinta, 25/1/2018 8:45.

A Polícia Civil pretende transferir até março a Delegacia Regional de Polícia (DRP) para um prédio na Avenida do Estado que não possui Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV) e não poderá fazê-lo sem licença do Conselho da Cidade e da prefeitura.

O local é crítico, aparentemente não tem condições de receber as centenas de pessoas que diariamente irão à DRP em busca de carteiras de identidade, habilitação e outros serviços.

Para agravar, o prédio possui apenas 60 vagas de garagem e o entorno, o trecho que vai da Praça das Bandeiras até a Quarta Avenida não tem estacionamento nas ruas.

Foi esse motivo, a falta de capacidade para atender o público potencial, que levou o Conselho da Cidade e a negar autorização para a DRP se instalar na rua Inglaterra, num prédio que seria construído onde funcionava o presídio e funciona a delegacia de polícia da Comarca.

Quando foi construído, o local recebeu licença originalmente para duas salas comerciais que não causariam impacto, mas com a mudança de uso, o EIV é necessário.

A empresa dona do prédio pressiona para que a prefeitura retire canteiros das calçadas para transformar o espaço em estacionamento.

É uma pretensão descabida, os canteiros fazem parte do padrão exigido em toda a cidade e a mudança afetaria também a ciclovia que serve a ligação do Centro com as marginais da BR-101.

O espaço foi alugado e está mobiliando, mas sem EIV é impossível colocar a DRP em funcionamento salvo se a Polícia Civil decidir fazer isto ao arrepio da lei.


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