Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Cidade
Na praia lotada, garis retiram briozoários, mas não atrapalham o movimento

"Aqui é o paraíso" diz a turista

Quinta, 4/1/2018 14:31.
Marlise Schneider Cezar

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Apesar do sol intenso e da ‘invasão’ de turistas, a praia central ainda apresentava nesta manhã de quinta-feira (4) algumas brechas pouco frequentadas, na altura da Rua 2400. É que ali havia uma concentração de briozoários que os garis estavam recolhendo sem a ajuda de caminhões, porque é impossível trafegar em praia cheia.

A coleta manual, disse um deles, começou muito cedo, para tirar os animais que chegaram após a passagem do caminhão de madrugada. Da praia eles carregam sacos e mais sacos até a avenida, onde um trator e um caminhão esperam.

Com o sol, o cheiro ruím fica forte e espanta, deixando a areia vazia naquela área, mas promovendo curiosidade.

Os briozoários fazem parte do cenário há muitos anos, mas para quem vem pela primeira vez, é um sinal de alerta. A mãe correu para ‘socorrer’ a filha que pisava sobre os invertebrados mortos. “Não sei o que é isso, pode ser contaminante”, justificou para a menina de uns 4 anos.

A maioria no entanto nem dá bola e o movimento na praia segue normal.

Nas barracas de milho/churros, a procura maior nesta época - segundo um deles - é pelo aluguel de cadeiras/guarda-sol. Mesmo nos dias nublados, o movimento foi bom. A venda de milho e churros ‘esquenta’ mais perto do meio-dia, quando bate a fome, informou uma comerciante.

Entre os ambulantes, o movimento ainda não está como esperavam. O pessoal olha muito, acha bonito, mas não compra, é a crise, disse um vendedor de cangas.

Na avenida o bondindinho passa superlotado. As amendoeiras são o guarda-sol natural para muitos turistas. Os bancos na sombra são disputados. O chimarrão e a água de coco são as bebidas em alta. Para atravessar a ciclofaixa é preciso estar atento porque o fluxo tem mão dupla.

Mas como disse a turista Ayelle Dora Horzsti, quase 70 anos, que frequenta Balneário há mais de 15, ‘aqui é o paraíso’. Ela contou que economiza o ano todo para se presentear com 20 dias de ‘rainha’, só curtindo a praia e o mar de águas ‘calientes’ que ela adora.


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Página 3
Marlise Schneider Cezar

Na praia lotada, garis retiram briozoários, mas não atrapalham o movimento

"Aqui é o paraíso" diz a turista

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Quinta, 4/1/2018 14:31.

Apesar do sol intenso e da ‘invasão’ de turistas, a praia central ainda apresentava nesta manhã de quinta-feira (4) algumas brechas pouco frequentadas, na altura da Rua 2400. É que ali havia uma concentração de briozoários que os garis estavam recolhendo sem a ajuda de caminhões, porque é impossível trafegar em praia cheia.

A coleta manual, disse um deles, começou muito cedo, para tirar os animais que chegaram após a passagem do caminhão de madrugada. Da praia eles carregam sacos e mais sacos até a avenida, onde um trator e um caminhão esperam.

Com o sol, o cheiro ruím fica forte e espanta, deixando a areia vazia naquela área, mas promovendo curiosidade.

Os briozoários fazem parte do cenário há muitos anos, mas para quem vem pela primeira vez, é um sinal de alerta. A mãe correu para ‘socorrer’ a filha que pisava sobre os invertebrados mortos. “Não sei o que é isso, pode ser contaminante”, justificou para a menina de uns 4 anos.

A maioria no entanto nem dá bola e o movimento na praia segue normal.

Nas barracas de milho/churros, a procura maior nesta época - segundo um deles - é pelo aluguel de cadeiras/guarda-sol. Mesmo nos dias nublados, o movimento foi bom. A venda de milho e churros ‘esquenta’ mais perto do meio-dia, quando bate a fome, informou uma comerciante.

Entre os ambulantes, o movimento ainda não está como esperavam. O pessoal olha muito, acha bonito, mas não compra, é a crise, disse um vendedor de cangas.

Na avenida o bondindinho passa superlotado. As amendoeiras são o guarda-sol natural para muitos turistas. Os bancos na sombra são disputados. O chimarrão e a água de coco são as bebidas em alta. Para atravessar a ciclofaixa é preciso estar atento porque o fluxo tem mão dupla.

Mas como disse a turista Ayelle Dora Horzsti, quase 70 anos, que frequenta Balneário há mais de 15, ‘aqui é o paraíso’. Ela contou que economiza o ano todo para se presentear com 20 dias de ‘rainha’, só curtindo a praia e o mar de águas ‘calientes’ que ela adora.


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