Jornal Página 3

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Celesc cumpre decisão de cortar energia na Vila Fortaleza

Quinta, 12/7/2018 13:41.

A Celesc está cumprindo nesta quinta-feira decisão judicial de cortar a energia da invasão denominada Vila Fortaleza, situada no bairro São Judas.

Segundo apurado pela reportagem, todas as ligações são clandestinas, representam furto de energia elétrica com o agravante dos fios se espalharem pelo solo, colocando em risco a vida de adultos e crianças que moram ou frequentam o local.

A segurança para os funcionários da Celesc está sendo dada pela Polícia Militar enquanto a Guarda Municipal protege o escritório da Celesc, o Fórum e a sede da prefeitura.

Através da venda de lotes clandestinos a Vila Fortaleza se transformou rapidamente,durante o governo Edson Piriquito, num dos maiores problemas sociais de Balneário Camboriú.

Uma decisão judicial determinou o despejo dos moradores, a remoção das casas e a recuperação das áreas de proteção ambiental afetadas, mas uma cautelar do Tribunal de Justiça suspendeu a ordem e o julgamento final não tem data para ocorrer.


 

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade

Página 3

Celesc cumpre decisão de cortar energia na Vila Fortaleza

Quinta, 12/7/2018 13:41.

A Celesc está cumprindo nesta quinta-feira decisão judicial de cortar a energia da invasão denominada Vila Fortaleza, situada no bairro São Judas.

Segundo apurado pela reportagem, todas as ligações são clandestinas, representam furto de energia elétrica com o agravante dos fios se espalharem pelo solo, colocando em risco a vida de adultos e crianças que moram ou frequentam o local.

A segurança para os funcionários da Celesc está sendo dada pela Polícia Militar enquanto a Guarda Municipal protege o escritório da Celesc, o Fórum e a sede da prefeitura.

Através da venda de lotes clandestinos a Vila Fortaleza se transformou rapidamente,durante o governo Edson Piriquito, num dos maiores problemas sociais de Balneário Camboriú.

Uma decisão judicial determinou o despejo dos moradores, a remoção das casas e a recuperação das áreas de proteção ambiental afetadas, mas uma cautelar do Tribunal de Justiça suspendeu a ordem e o julgamento final não tem data para ocorrer.


 

Publicidade

Publicidade