Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Cidade
Barra Sul ponto de encontros e festas em Balneário Camboriú

#BC54anos

Terça, 24/7/2018 16:55.
Reprodução
Juan com esposa e filhos

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Juan Carlos Amaya acaba de completar 39 anos morando na cidade que ele não cansa de chamar de “paraíso”. Natural de Córdoba, na Argentina, Juan trocou a vida agitada de Buenos Aires para escrever aqui um capítulo importante de sua história e da vida noturna catarinense.

Em uma madrugada de Buenos Aires, depois de ir a uma discoteca, Juan foi chamado por um amigo descendente de turcos para ir a uma boate turca. Segundo ele começava às 5h e só terminava meio dia. Lá ele recebeu o convite para conhecer Balneário Camboriú.

Juan perdeu os pais ainda criança e quando recebeu o convite para a aventura tinha 30 anos e estava recém separado da primeira esposa.

Não pensou duas vezes e veio, mas com intenção de ficar apenas 15 dias.

O amigo alugou o salão que ficava ao lado do Rancho do Baturité. “Meu amigo me propôs sociedade e acabei ficando seis meses. Voltei a Buenos Aires vendi meu carro para minha irmã e falei para ela que eu ia morar no paraíso”, relembra.

O Baturité foi inaugurado no dia 1º de setembro de 1980. A casa noturna marcou uma época e embalou as noites de diversas gerações, até que fechou as portas em 2005. No lugar foi construído um arranha-céu.

Foi no Rancho que Juan conheceu a esposa Maria Cristina, apresentada por um amigo. O casamento aconteceu no Hotel Fischer, quatro anos depois da chegada dele a Balneário. “Ela me deu dois filhos maravilhosos Ornella Cristine Amaya e Anthony Amaya (foto acima). Graças a Deus foi o melhor presente que ganhei na minha vida”, comemora.

Juan conta que mesmo sem falar português, não teve problemas, porque na época havia muitos turistas argentinos e os comerciantes os entendiam. “Naquela época muitos brasileiros também descobriram Balneário e a gente se ajudava”, afirma.

Da Balneário de antigamente Juan sente mais falta do Baturité. “Todo mundo ia de carona ao Baturité, não tinha maldade e na temporada lotava todo dia, de segunda a segunda. Balneário ficou como referências da música eletrônica até hoje”, ressalta.

Juan teve diversas casas noturnas como Casablanca em Itajaí e Kalaiami na capital e chegou a ser conhecido como o “Rei da Noite”.

Em 1997 deixou a sociedade do Baturité para abrir com outros dois amigos a primeira loja de R$ 1,99 do Brasil, que também foi sucesso em Balneário Camboriú.

Hoje trabalha com imóveis. Em 2015 foi escolhido como o melhor corretor do ano.


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Juan com esposa e filhos
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Terça, 24/7/2018 16:55.

Juan Carlos Amaya acaba de completar 39 anos morando na cidade que ele não cansa de chamar de “paraíso”. Natural de Córdoba, na Argentina, Juan trocou a vida agitada de Buenos Aires para escrever aqui um capítulo importante de sua história e da vida noturna catarinense.

Em uma madrugada de Buenos Aires, depois de ir a uma discoteca, Juan foi chamado por um amigo descendente de turcos para ir a uma boate turca. Segundo ele começava às 5h e só terminava meio dia. Lá ele recebeu o convite para conhecer Balneário Camboriú.

Juan perdeu os pais ainda criança e quando recebeu o convite para a aventura tinha 30 anos e estava recém separado da primeira esposa.

Não pensou duas vezes e veio, mas com intenção de ficar apenas 15 dias.

O amigo alugou o salão que ficava ao lado do Rancho do Baturité. “Meu amigo me propôs sociedade e acabei ficando seis meses. Voltei a Buenos Aires vendi meu carro para minha irmã e falei para ela que eu ia morar no paraíso”, relembra.

O Baturité foi inaugurado no dia 1º de setembro de 1980. A casa noturna marcou uma época e embalou as noites de diversas gerações, até que fechou as portas em 2005. No lugar foi construído um arranha-céu.

Foi no Rancho que Juan conheceu a esposa Maria Cristina, apresentada por um amigo. O casamento aconteceu no Hotel Fischer, quatro anos depois da chegada dele a Balneário. “Ela me deu dois filhos maravilhosos Ornella Cristine Amaya e Anthony Amaya (foto acima). Graças a Deus foi o melhor presente que ganhei na minha vida”, comemora.

Juan conta que mesmo sem falar português, não teve problemas, porque na época havia muitos turistas argentinos e os comerciantes os entendiam. “Naquela época muitos brasileiros também descobriram Balneário e a gente se ajudava”, afirma.

Da Balneário de antigamente Juan sente mais falta do Baturité. “Todo mundo ia de carona ao Baturité, não tinha maldade e na temporada lotava todo dia, de segunda a segunda. Balneário ficou como referências da música eletrônica até hoje”, ressalta.

Juan teve diversas casas noturnas como Casablanca em Itajaí e Kalaiami na capital e chegou a ser conhecido como o “Rei da Noite”.

Em 1997 deixou a sociedade do Baturité para abrir com outros dois amigos a primeira loja de R$ 1,99 do Brasil, que também foi sucesso em Balneário Camboriú.

Hoje trabalha com imóveis. Em 2015 foi escolhido como o melhor corretor do ano.


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