Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Cidade
Luli Pereira, da prancha de isopor até juiz internacional

#BC54anos

Quinta, 26/7/2018 9:06.
Arquivo Pessoal
Luli diante do palanque em Fiji

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Luiz Fernando Steffen Pereira, o Luli Pereira, 42, filho de José Ernesto Pereira, natural de Camboriú e de Leda Regina Steffen Pereira, de Lages e irmão caçula de José Ernesto Pereira Filho e de Paulo André Pereira.

O casal já morava na praia, mas os três filhos nasceram em Lages. Foi por volta de 1984 quando Branco e Paulinho ganharam as primeiras pranchas de fibra e o caçula ganhou uma de isopor, que o surf ‘adentrou’ na vida de Luli. “Surfei mais ou menos um ano de isopor até ganhar minha primeira prancha de fibra, uma Fly, que tinha sido a primeira prancha do meu amigo Christian Vaccaro e depois veio a ser a primeira prancha do meu amigo Leco Angioletti também”, contou Luli ao Página3, descrevendo sua história de amor pelo surf e pela praia de Balneário Camboriú que levou para longe daqui. Acompanhe em capítulos:

Sorte & Inspiração

“Meu aprendizado foi ali pela frente da pracinha Tamandaré até chegar na casinha do surfista na frente do Maxim. Tive a sorte de crescer numa época maravilhosa em BC. Já havia uma geração de surfistas incríveis diariamente nas ondas de Balneário. Eu e meus amigos tivemos a oportunidade de aprender vendo eles ali na nossa frente. Caras como Bilo, David, Saulo, Icaro, Nagel, Roni, Luciano e Fabiano Fischer, Marco Reis, Teco, Malhado, Macuco e outros foram inspiração pra muitos de minha geração. Cresci surfando com o Paulinho, Christian Vaccaro, Mupi, André Huebes, Harry, Rapinga, Malhadinho, Boca, João, Mario, Wasla, James, Piolho, Greco, Relvas, Guto Ramos, Ivan Fajardo e mais uma galera”.

Competições & Títulos

“Iniciei nas competições bem jovem e em 1988 venci meu primeiro campeonato em BC, organizado pelo Tim Tones antes da criação da ASBC. Depois disso fui bi campeão catarinense mirim, 1990 e 1991, campeão catarinense Junior em 1993. Fui o primeiro catarinense a conquistar um título brasileiro amador quando venci a categoria mirim em 1991 em Ubatuba”.

Amador & Profissional

“Fui para o Havaí pela primeira vez em 1992 e em 1994 fui morar na Califórnia e no Havaí por seis meses. Me tornei profissional em 1997 e conquistei o título de campeão catarinense Profissional no mesmo ano. Segui competindo no brasileiro profissional Super Surf e etapas do WQS da ASP até 2004, ano que encerrei minha carreira como profissional”.

Advogado & Juiz

“Nesse tempo em que me dediquei as competições consegui conciliar meu tempo e me formei na faculdade de Direito na Univali em 2004. Minha carreira como juiz de surf teve início em 1994 quando morei na Califórnia, julguei algumas competições colegiais e quando voltei pra BC e me tornei surfista profissional comecei a julgar na ASBC, depois no circuito estadual da Fecasurf, depois no brasileiro amador da CBS e com minha evolução fui convidado a julgar eventos Pro jr da Abrasp e da ASP. Em 2005 fiz meus primeiros eventos profissionais para a ASP e para a Abrasp e em 2006 fiz os primeiros eventos fora do Brasil. Icaro Cavalheiro foi muito importante no início de minha carreira de juiz, abriu as portas para eu mostrar meu valor no julgamento mundial. Desde 2009 sou juiz brasileiro em tempo integral no WCT e em 2018 fui promovido a International Associate Head Judge da World Surf League”.

Amor & Orgulho

“Viajo para diversos países trabalhando com o que amo fazer desde criança e tenho muito orgulho de poder representar Balneário Camboriú pelo mundo. Não posso deixar de agradecer às pessoas que me apoiaram em diversos momentos da minha carreira, meus pais, meus irmãos, meu sogro Hideraldo Beline que me apoiou muito nos momentos mais difíceis, e à Manuela Demonti que sempre me incentiva a continuar no caminho do surf”.


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Página 3

Luli Pereira, da prancha de isopor até juiz internacional

Arquivo Pessoal
Luli diante do palanque em Fiji
Luli diante do palanque em Fiji

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Quinta, 26/7/2018 9:06.

Luiz Fernando Steffen Pereira, o Luli Pereira, 42, filho de José Ernesto Pereira, natural de Camboriú e de Leda Regina Steffen Pereira, de Lages e irmão caçula de José Ernesto Pereira Filho e de Paulo André Pereira.

O casal já morava na praia, mas os três filhos nasceram em Lages. Foi por volta de 1984 quando Branco e Paulinho ganharam as primeiras pranchas de fibra e o caçula ganhou uma de isopor, que o surf ‘adentrou’ na vida de Luli. “Surfei mais ou menos um ano de isopor até ganhar minha primeira prancha de fibra, uma Fly, que tinha sido a primeira prancha do meu amigo Christian Vaccaro e depois veio a ser a primeira prancha do meu amigo Leco Angioletti também”, contou Luli ao Página3, descrevendo sua história de amor pelo surf e pela praia de Balneário Camboriú que levou para longe daqui. Acompanhe em capítulos:

Sorte & Inspiração

“Meu aprendizado foi ali pela frente da pracinha Tamandaré até chegar na casinha do surfista na frente do Maxim. Tive a sorte de crescer numa época maravilhosa em BC. Já havia uma geração de surfistas incríveis diariamente nas ondas de Balneário. Eu e meus amigos tivemos a oportunidade de aprender vendo eles ali na nossa frente. Caras como Bilo, David, Saulo, Icaro, Nagel, Roni, Luciano e Fabiano Fischer, Marco Reis, Teco, Malhado, Macuco e outros foram inspiração pra muitos de minha geração. Cresci surfando com o Paulinho, Christian Vaccaro, Mupi, André Huebes, Harry, Rapinga, Malhadinho, Boca, João, Mario, Wasla, James, Piolho, Greco, Relvas, Guto Ramos, Ivan Fajardo e mais uma galera”.

Competições & Títulos

“Iniciei nas competições bem jovem e em 1988 venci meu primeiro campeonato em BC, organizado pelo Tim Tones antes da criação da ASBC. Depois disso fui bi campeão catarinense mirim, 1990 e 1991, campeão catarinense Junior em 1993. Fui o primeiro catarinense a conquistar um título brasileiro amador quando venci a categoria mirim em 1991 em Ubatuba”.

Amador & Profissional

“Fui para o Havaí pela primeira vez em 1992 e em 1994 fui morar na Califórnia e no Havaí por seis meses. Me tornei profissional em 1997 e conquistei o título de campeão catarinense Profissional no mesmo ano. Segui competindo no brasileiro profissional Super Surf e etapas do WQS da ASP até 2004, ano que encerrei minha carreira como profissional”.

Advogado & Juiz

“Nesse tempo em que me dediquei as competições consegui conciliar meu tempo e me formei na faculdade de Direito na Univali em 2004. Minha carreira como juiz de surf teve início em 1994 quando morei na Califórnia, julguei algumas competições colegiais e quando voltei pra BC e me tornei surfista profissional comecei a julgar na ASBC, depois no circuito estadual da Fecasurf, depois no brasileiro amador da CBS e com minha evolução fui convidado a julgar eventos Pro jr da Abrasp e da ASP. Em 2005 fiz meus primeiros eventos profissionais para a ASP e para a Abrasp e em 2006 fiz os primeiros eventos fora do Brasil. Icaro Cavalheiro foi muito importante no início de minha carreira de juiz, abriu as portas para eu mostrar meu valor no julgamento mundial. Desde 2009 sou juiz brasileiro em tempo integral no WCT e em 2018 fui promovido a International Associate Head Judge da World Surf League”.

Amor & Orgulho

“Viajo para diversos países trabalhando com o que amo fazer desde criança e tenho muito orgulho de poder representar Balneário Camboriú pelo mundo. Não posso deixar de agradecer às pessoas que me apoiaram em diversos momentos da minha carreira, meus pais, meus irmãos, meu sogro Hideraldo Beline que me apoiou muito nos momentos mais difíceis, e à Manuela Demonti que sempre me incentiva a continuar no caminho do surf”.


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