Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Cidade
Jorge Schröder esculpe sua história em Balneário Camboriú

#BC54anos

Sexta, 27/7/2018 14:04.
Arquivo Pessoal

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Natural de Cruz Alta (RS), o escultor Jorge Schröder ainda morou na época de estudante por três cidades gaúchas (Porto Alegre, Ijuí e Passo Fundo) até adotar Balneário Camboriú, há mais de 20 anos. “Podemos nascer onde nossos pais estão, mas temos a capacidade de escolher onde será nosso destino”, afirma.

Desde 1980 ele vive da escultura e de ações culturais. Quando escolheu morar aqui, em meados de 1997, levou em consideração a logística de localização privilegiada e o fato de a cidade estar em uma microrregião com população expressiva e de alto nível cultural em decorrência dos imigrantes. Os traços de cidade cosmopolita também seduziram o escultor.

Com formação ligada à arte, Jorge se envolveu desde cedo com curadorias, eventos e integrando entidades, inclusive internacionais. Aqui não foi diferente. Ele acredita que participar de conselhos municipais é uma forma de contribuir para o crescimento da cidade, um meio de agradecimento pela acolhida.

Jorge também participa bastante de eventos fora, produzindo, trocando informações e expondo. Sempre leva o nome de Balneário, porque acha importante divulgá-lo aonde ainda somos desconhecidos, em países fora da América do Sul.

Ele assumiu essas experiências de troca para si e criou o Instituto Jorge Schröder, para fomento à escultura. Através dele organiza encontros de escultores e promove o intercâmbio cultural. O resultado, além de todo conhecimento compartilhado e a possibilidade de interação entre artista e público, vem ajudando a compor exposições ao ar livre por Santa Catarina.

Até agora já são três espaços consolidados: Pedra Branca em Palhoça com sete obras de diferentes escultores catarinenses; o Jardim das Esculturas na cidade de São José com oito obras de mármore de escultores de todos os continentes do mundo e Parque com Arte, no Parque Raimundo Malta, de Balneário Camboriú, este com 28 obras. Ele entende que criar esses espaços será um legado para a cultura e para o turismo de Santa Catarina.

Além do Parque, Balneário também conta com outros monumentos importantes que levam a assinatura do artista, como a Cascata das Sereias, os Pescadores da Praia de Laranjeiras e a escultura do ex-presidente João Goulart com os filhos, na Avenida Atlântica.

Hoje, o artista que tem Balneário Camboriú como cenário das janelas de seu ateliê, tem obras em museus de arte, universidades, parques, locais públicos de várias cidades e acervos de pessoas físicas e empresas em 15 países diferentes.

“Os artistas aprendem a sobreviver com sua arte. Adaptar a vida ao fazer arte é tarefa difícil, mas não impossível, tem muito de persistência, sorte, dedicação e um pouco de talento”, afirma.

Jorge segue impulsionando a arte com a promoção de eventos no Estado. O próximo acontece em setembro, no Parque da Malwee, em Jaraguá do Sul, mais uma oportunidade para receber estudantes e novos escultores.

“Penso ser esta a intenção maior. Os profissionais realizando seus trabalhos e um contingente de pessoas observando e aprendendo com se faz, neste aspecto há uma valorização do trabalho, pois assim se percebe a complexidade e dificuldade da realização das obras do seu início no bloco bruto ao resultado como obra de arte”, finaliza.


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Jorge Schröder esculpe sua história em Balneário Camboriú

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Sexta, 27/7/2018 14:04.

Natural de Cruz Alta (RS), o escultor Jorge Schröder ainda morou na época de estudante por três cidades gaúchas (Porto Alegre, Ijuí e Passo Fundo) até adotar Balneário Camboriú, há mais de 20 anos. “Podemos nascer onde nossos pais estão, mas temos a capacidade de escolher onde será nosso destino”, afirma.

Desde 1980 ele vive da escultura e de ações culturais. Quando escolheu morar aqui, em meados de 1997, levou em consideração a logística de localização privilegiada e o fato de a cidade estar em uma microrregião com população expressiva e de alto nível cultural em decorrência dos imigrantes. Os traços de cidade cosmopolita também seduziram o escultor.

Com formação ligada à arte, Jorge se envolveu desde cedo com curadorias, eventos e integrando entidades, inclusive internacionais. Aqui não foi diferente. Ele acredita que participar de conselhos municipais é uma forma de contribuir para o crescimento da cidade, um meio de agradecimento pela acolhida.

Jorge também participa bastante de eventos fora, produzindo, trocando informações e expondo. Sempre leva o nome de Balneário, porque acha importante divulgá-lo aonde ainda somos desconhecidos, em países fora da América do Sul.

Ele assumiu essas experiências de troca para si e criou o Instituto Jorge Schröder, para fomento à escultura. Através dele organiza encontros de escultores e promove o intercâmbio cultural. O resultado, além de todo conhecimento compartilhado e a possibilidade de interação entre artista e público, vem ajudando a compor exposições ao ar livre por Santa Catarina.

Até agora já são três espaços consolidados: Pedra Branca em Palhoça com sete obras de diferentes escultores catarinenses; o Jardim das Esculturas na cidade de São José com oito obras de mármore de escultores de todos os continentes do mundo e Parque com Arte, no Parque Raimundo Malta, de Balneário Camboriú, este com 28 obras. Ele entende que criar esses espaços será um legado para a cultura e para o turismo de Santa Catarina.

Além do Parque, Balneário também conta com outros monumentos importantes que levam a assinatura do artista, como a Cascata das Sereias, os Pescadores da Praia de Laranjeiras e a escultura do ex-presidente João Goulart com os filhos, na Avenida Atlântica.

Hoje, o artista que tem Balneário Camboriú como cenário das janelas de seu ateliê, tem obras em museus de arte, universidades, parques, locais públicos de várias cidades e acervos de pessoas físicas e empresas em 15 países diferentes.

“Os artistas aprendem a sobreviver com sua arte. Adaptar a vida ao fazer arte é tarefa difícil, mas não impossível, tem muito de persistência, sorte, dedicação e um pouco de talento”, afirma.

Jorge segue impulsionando a arte com a promoção de eventos no Estado. O próximo acontece em setembro, no Parque da Malwee, em Jaraguá do Sul, mais uma oportunidade para receber estudantes e novos escultores.

“Penso ser esta a intenção maior. Os profissionais realizando seus trabalhos e um contingente de pessoas observando e aprendendo com se faz, neste aspecto há uma valorização do trabalho, pois assim se percebe a complexidade e dificuldade da realização das obras do seu início no bloco bruto ao resultado como obra de arte”, finaliza.


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