Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Cidade
Prefeitura de Balneário Camboriú desperdiça calçadas onde elas já são estreitas

Espaço está sendo deixado para uma futura ciclovia que talvez nunca seja feita

Quarta, 7/11/2018 8:52.
John Doe
Calçada mistura pavimento novo com restos do antigo.

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Os proprietários das novas calçadas executadas na Avenida Brasil entre as ruas 1131 e 2500 estão sendo obrigados pela prefeitura a deixar espaço para uma futura ciclovia que ninguém sabe quando será construída.

Essa é a área do Centro mais carente de espaço para os pedestres e a reserva exigida pela prefeitura hoje não serve a propósito algum, nem para quem pedala e nem para quem caminha.

O arquiteto e urbanista Sergio Luiz Baggio, que cuida do assunto na prefeitura, disse que exige o espaço para a ciclovia porque é possível fazê-la e a medida integra o planejamento de uma nova via que desafogará o trânsito da Avenida Brasil, a “Tortinha”.

A “Tortinha, paralela à Brasil e Terceira Avenida, foi idealizada entre 2007 e 2008, ainda no governo Rubens Spernau, e uma década depois continua existindo apenas no papel.

Baggio alega que é possível construir a ciclovia em toda a Avenida Brasil, mas parece evidente que retirar mais este espaço, em especial nas imediações da Avenida Central, agravaria o já caótico trânsito naquela área.

Além disso, uma ciclovia no local exigiria a retirada dos estacionamentos que servem diversos hotéis e desapropriações próximas à Avenida Central onde os imóveis tem alto valor o que torna a tarefa quase impossível.

A ciclovia nessa área conturbada talvez seja desnecessária porque a região pode ser acessada de bicicleta pela da Avenida Atlântica que fica a menos de 200 metros.


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Página 3
John Doe
Calçada mistura pavimento novo com restos do antigo.
Calçada mistura pavimento novo com restos do antigo.

Prefeitura de Balneário Camboriú desperdiça calçadas onde elas já são estreitas

Espaço está sendo deixado para uma futura ciclovia que talvez nunca seja feita

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Quarta, 7/11/2018 8:52.

Os proprietários das novas calçadas executadas na Avenida Brasil entre as ruas 1131 e 2500 estão sendo obrigados pela prefeitura a deixar espaço para uma futura ciclovia que ninguém sabe quando será construída.

Essa é a área do Centro mais carente de espaço para os pedestres e a reserva exigida pela prefeitura hoje não serve a propósito algum, nem para quem pedala e nem para quem caminha.

O arquiteto e urbanista Sergio Luiz Baggio, que cuida do assunto na prefeitura, disse que exige o espaço para a ciclovia porque é possível fazê-la e a medida integra o planejamento de uma nova via que desafogará o trânsito da Avenida Brasil, a “Tortinha”.

A “Tortinha, paralela à Brasil e Terceira Avenida, foi idealizada entre 2007 e 2008, ainda no governo Rubens Spernau, e uma década depois continua existindo apenas no papel.

Baggio alega que é possível construir a ciclovia em toda a Avenida Brasil, mas parece evidente que retirar mais este espaço, em especial nas imediações da Avenida Central, agravaria o já caótico trânsito naquela área.

Além disso, uma ciclovia no local exigiria a retirada dos estacionamentos que servem diversos hotéis e desapropriações próximas à Avenida Central onde os imóveis tem alto valor o que torna a tarefa quase impossível.

A ciclovia nessa área conturbada talvez seja desnecessária porque a região pode ser acessada de bicicleta pela da Avenida Atlântica que fica a menos de 200 metros.


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