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Balneário Camboriú separa apenas 6% de seu lixo, mas o plano é melhorar esse quadro
Reprodução
Em 2018, Ambiental recolhe em média mensal de 153 toneladas de recicláveis contra 4.900 toneladas de lixo comum

Sexta, 19/10/2018 11:43.

Hoje (19) começa oficialmente a Semana Lixo Zero em dezenas de cidades brasileiras. O movimento chama a atenção para a redução, gestão e encaminhamento correto de resíduos. Em Balneário Camboriú apenas cerca de 6% do que é recolhido é destinado à coleta seletiva, mas há planos para ampliar esse percentual a partir de 2019.

Segundo o gerente regional da Ambiental, Eduardo Alvino da Silva, a coleta seletiva da empresa recolhe em média 150 toneladas de recicláveis ao mês em Balneário Camboriú, referente a apenas 3% do total recolhido. Estima-se, que um volume semelhante seja recolhido pelos agentes ambientais que trabalham de forma autônoma, os catadores de recicláveis, que vendem os materiais diretamente para empresas.

O percentual está estabilizado, ou seja, não teve aumento do ano passado para este. Ele poderia ser bem maior, considerando que neste ano, só até setembro, a coleta de resíduos comuns totalizou 44.099 toneladas em Balneário Camboriú, uma média de 4.900 toneladas levadas todos os meses ao aterro.

Existe, no entanto, um plano para a prefeitura investir em campanhas de conscientização sobre a seletiva, a partir de ano que vem, quando será construída pela Ambiental uma nova usina de reciclagem na Várzea do Ranchinho.

"Para o próximo ano, será deflagrada uma campanha educacional para fortalecer a coleta seletiva. Será desenvolvida pelo Programa Terra Limpa/Semam e Ambiental", diz o secretário do Meio Ambiente, Ike Gevaerd.

A nova usina

A obra do Centro de Valorização de Materiais Recicláveis é uma das exigências do contrato de concessão da coleta em Balneário Camboriú, celebrado com a prefeitura no ano passado. A Ambiental aguarda apenas a liberação das licenças para dar início à obra, mas a previsão é que comece a funcionar já em 2019.

A nova usina terá uma área de 1.800 m2 e será edificada onde hoje funciona uma usina administrada por uma cooperativa e para onde vai parte dos recicláveis recolhidos na cidade.

A cooperativa não dá conta de gerir todo o material, por isso a Ambiental também envia resíduos da coleta seletiva para outras duas associações, sediadas em Camboriú.

O gerente da Ambiental conta que o novo espaço terá até área para os trabalhadores deixarem os filhos. A administração da nova usina será tripartite, entre município, Ambiental e cooperativas (mais de uma, diferente do que acontece hoje).

O que e como reciclar

A coleta seletiva é para todos. O serviço já está contemplado dentro da tarifa mensal de coleta, portanto não existe gasto a mais para aderir a ela, apenas cuidado na hora de separar os resíduos.

Eduardo conta que os trabalhadores da Coleta Seletiva não abrem os sacos para averiguar se está tudo em conformidade, por isso a importância de se selecionar em casa o que é de fato reciclável. Refletir se aquele item tem possibilidade ou indústria de transformação.

São recicláveis, por exemplo: papéis, jornais, revistas, papelão, plástico, vidro (acondicionado separadamente e identificado de preferência), latinhas de alumínio, de aço (tipo de sardinha/molhos), esquadrias, canos, garrafas PET.

Para facilitar, antes de colocar os resíduos no saco, o morador pode passar uma água e assim evita de contaminar o restante, prevenindo que tudo aquilo vire rejeito.

Não são recicláveis itens como papel higiênico, bitucas de cigarro, fraldas e alimentos.

Para aderir à Coleta Seletiva consulte a Ambiental para saber o horário em que o caminhão passa em sua rua. A empresa oferece gratuitamente adesivos para identificar a residência. Informações (47) 3169-2900/ 3363-9911.

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Balneário Camboriú separa apenas 6% de seu lixo, mas o plano é melhorar esse quadro

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Em 2018, Ambiental recolhe em média mensal de 153 toneladas de recicláveis contra 4.900 toneladas de lixo comum
Em 2018, Ambiental recolhe em média mensal de 153 toneladas de recicláveis contra 4.900 toneladas de lixo comum
Sexta, 19/10/2018 11:43.

Hoje (19) começa oficialmente a Semana Lixo Zero em dezenas de cidades brasileiras. O movimento chama a atenção para a redução, gestão e encaminhamento correto de resíduos. Em Balneário Camboriú apenas cerca de 6% do que é recolhido é destinado à coleta seletiva, mas há planos para ampliar esse percentual a partir de 2019.

Segundo o gerente regional da Ambiental, Eduardo Alvino da Silva, a coleta seletiva da empresa recolhe em média 150 toneladas de recicláveis ao mês em Balneário Camboriú, referente a apenas 3% do total recolhido. Estima-se, que um volume semelhante seja recolhido pelos agentes ambientais que trabalham de forma autônoma, os catadores de recicláveis, que vendem os materiais diretamente para empresas.

O percentual está estabilizado, ou seja, não teve aumento do ano passado para este. Ele poderia ser bem maior, considerando que neste ano, só até setembro, a coleta de resíduos comuns totalizou 44.099 toneladas em Balneário Camboriú, uma média de 4.900 toneladas levadas todos os meses ao aterro.

Existe, no entanto, um plano para a prefeitura investir em campanhas de conscientização sobre a seletiva, a partir de ano que vem, quando será construída pela Ambiental uma nova usina de reciclagem na Várzea do Ranchinho.

"Para o próximo ano, será deflagrada uma campanha educacional para fortalecer a coleta seletiva. Será desenvolvida pelo Programa Terra Limpa/Semam e Ambiental", diz o secretário do Meio Ambiente, Ike Gevaerd.

A nova usina

A obra do Centro de Valorização de Materiais Recicláveis é uma das exigências do contrato de concessão da coleta em Balneário Camboriú, celebrado com a prefeitura no ano passado. A Ambiental aguarda apenas a liberação das licenças para dar início à obra, mas a previsão é que comece a funcionar já em 2019.

A nova usina terá uma área de 1.800 m2 e será edificada onde hoje funciona uma usina administrada por uma cooperativa e para onde vai parte dos recicláveis recolhidos na cidade.

A cooperativa não dá conta de gerir todo o material, por isso a Ambiental também envia resíduos da coleta seletiva para outras duas associações, sediadas em Camboriú.

O gerente da Ambiental conta que o novo espaço terá até área para os trabalhadores deixarem os filhos. A administração da nova usina será tripartite, entre município, Ambiental e cooperativas (mais de uma, diferente do que acontece hoje).

O que e como reciclar

A coleta seletiva é para todos. O serviço já está contemplado dentro da tarifa mensal de coleta, portanto não existe gasto a mais para aderir a ela, apenas cuidado na hora de separar os resíduos.

Eduardo conta que os trabalhadores da Coleta Seletiva não abrem os sacos para averiguar se está tudo em conformidade, por isso a importância de se selecionar em casa o que é de fato reciclável. Refletir se aquele item tem possibilidade ou indústria de transformação.

São recicláveis, por exemplo: papéis, jornais, revistas, papelão, plástico, vidro (acondicionado separadamente e identificado de preferência), latinhas de alumínio, de aço (tipo de sardinha/molhos), esquadrias, canos, garrafas PET.

Para facilitar, antes de colocar os resíduos no saco, o morador pode passar uma água e assim evita de contaminar o restante, prevenindo que tudo aquilo vire rejeito.

Não são recicláveis itens como papel higiênico, bitucas de cigarro, fraldas e alimentos.

Para aderir à Coleta Seletiva consulte a Ambiental para saber o horário em que o caminhão passa em sua rua. A empresa oferece gratuitamente adesivos para identificar a residência. Informações (47) 3169-2900/ 3363-9911.

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