Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Cidade
Governo Fabrício Oliveira pretende “torrar” dinheiro no Canal do Marambaia

Molhe que será feito em breve tende a tornar aquele canto da praia próprio para banho

Segunda, 29/10/2018 12:05.
JC Drones
Molhe da Barra Sul desde 2005 saneou a praia naquela área.

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O Termo de Referência (TR) para implantar uma estação de tratamento de esgoto no Canal do Marambaia ficou parcialmente pronto, é tecnicamente incompleto, não contempla todos os custos e tem por base a ideia de tratar os efeitos e não as causas da poluição naquele córrego.

O TR para a estação do Marambaia não tem os custos detalhados e nem a especificação técnica do problema e da solução desejada.

São fortes os indícios de que o trabalho foi feito por fornecedores e não pelo corpo técnico da Emasa.

Hoje a assessoria de imprensa informou que o “plano A” ´para despoluir o Canal é usar biorremediadores, produtos que não foram testados e, segundo a direção da Emasa, aguardam autorização para uso por parte do Instituto do Meio Ambiente.

A informação contradiz nota divulgada pela Emasa a respeito do assunto -que pode ser lida abaixo- e demonstra falta de rumo ou clareza naquela autarquia municipal.

"NOTA EMASA - FOTO RIO MARAMBAIA

O diretor-geral da Empresa Municipal de Água e Saneamento de Balneário Camboriú (EMASA), Douglas Costa Beber, informa que teve conhecimento dessa foto por meio do promotor Isaac Sabbá. Beber informa ainda que na próxima semana a EMASA irá fazer uma inspeção no local para verificar a situação do Rio Marambaia.

O diretor da Autarquia informou que está constantemente em contato com o grupo de moradores da região do Rio Marambaia e realizando reuniões informando as ações que serão desenvolvidas para a revitalização do Rio. O grupo publicou inclusive na página do Facebook "Rio Marambaia", no dia 16 de outubro de 2018, o cronograma para a implantação da Unidade Compacta de Tratamento do Rio.


A Administração Municipal, por meio da EMASA, reafirma o compromisso de revitalizar o Rio Marambaia e que está à disposição de todos os moradores de Balneário Camboriú para qualquer esclarecimento sobre os trabalhos que serão executados.

Douglas Costa Beber
Diretor-geral da EMASA".

Molhe parece ser a solução mais econômica

Aprincipal reclamação dos moradores do Pontal Norte, a poluição daquele trecho da praia central, poderá ser solucionada com a construção do molhe cuja obram segundo o Planejamento da prefeitura, está prestes a ser iniciada.

Esse molhe tem dinheiro destinado pela Caixa Econômica Federal e está em estudos desde o governo Edson Piriquito.

O molhe jogará a água poluída do Canal muito além da praia, a exemplo do que ocorreu na Barra Sul com a águas do rio Camboriú.

Na Barra Sul, o molhe foi construído ao longo de 2005 e inaugurado no final daquele ano. Já com a obra em andamento a poluição naquele trecho de praia praticamente desapareceu.

A cidade ganhou uma atração turística, o molhe, e mais um ponto próprio para banho. O mesmo tende a ocorrer na Barra Norte.

As séries históricas de balneabilidade mantidas pela Fatma em seu banco de dados mostram que o ponto sul, fortemente poluído, passou a ser próprio para banho, assim se mantendo até hoje, exceto quando há chuvas torrenciais que deixam toda a praia central imprópria.

HISTÓRICO DE BALNEABILIDADE NA BARRA SUL

ANO DE 2002 (ANTES DO MOLHE SER FEITO)

ANO DE 2003 (ANTES DO MOLHE SER FEITO)

ANO DE 2004 (ANTES DO MOLHE SER FEITO)

ANO DE 2005 (ANO DE CONSTRUÇÃO DO MOLHE)

ANO DE 2006 (DEPOIS DA CONSTRUÇÃO DO MOLHE)

ANO DE 2007 (DEPOIS DA CONSTRUÇÃO DO MOLHE)

ANO DE 2019 (DEPOIS DA CONSTRUÇÃO DO MOLHE)



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Página 3
JC Drones
Molhe da Barra Sul desde 2005 saneou a praia naquela área.
Molhe da Barra Sul desde 2005 saneou a praia naquela área.

Governo Fabrício Oliveira pretende “torrar” dinheiro no Canal do Marambaia

Molhe que será feito em breve tende a tornar aquele canto da praia próprio para banho

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Segunda, 29/10/2018 12:05.

O Termo de Referência (TR) para implantar uma estação de tratamento de esgoto no Canal do Marambaia ficou parcialmente pronto, é tecnicamente incompleto, não contempla todos os custos e tem por base a ideia de tratar os efeitos e não as causas da poluição naquele córrego.

O TR para a estação do Marambaia não tem os custos detalhados e nem a especificação técnica do problema e da solução desejada.

São fortes os indícios de que o trabalho foi feito por fornecedores e não pelo corpo técnico da Emasa.

Hoje a assessoria de imprensa informou que o “plano A” ´para despoluir o Canal é usar biorremediadores, produtos que não foram testados e, segundo a direção da Emasa, aguardam autorização para uso por parte do Instituto do Meio Ambiente.

A informação contradiz nota divulgada pela Emasa a respeito do assunto -que pode ser lida abaixo- e demonstra falta de rumo ou clareza naquela autarquia municipal.

"NOTA EMASA - FOTO RIO MARAMBAIA

O diretor-geral da Empresa Municipal de Água e Saneamento de Balneário Camboriú (EMASA), Douglas Costa Beber, informa que teve conhecimento dessa foto por meio do promotor Isaac Sabbá. Beber informa ainda que na próxima semana a EMASA irá fazer uma inspeção no local para verificar a situação do Rio Marambaia.

O diretor da Autarquia informou que está constantemente em contato com o grupo de moradores da região do Rio Marambaia e realizando reuniões informando as ações que serão desenvolvidas para a revitalização do Rio. O grupo publicou inclusive na página do Facebook "Rio Marambaia", no dia 16 de outubro de 2018, o cronograma para a implantação da Unidade Compacta de Tratamento do Rio.


A Administração Municipal, por meio da EMASA, reafirma o compromisso de revitalizar o Rio Marambaia e que está à disposição de todos os moradores de Balneário Camboriú para qualquer esclarecimento sobre os trabalhos que serão executados.

Douglas Costa Beber
Diretor-geral da EMASA".

Molhe parece ser a solução mais econômica

Aprincipal reclamação dos moradores do Pontal Norte, a poluição daquele trecho da praia central, poderá ser solucionada com a construção do molhe cuja obram segundo o Planejamento da prefeitura, está prestes a ser iniciada.

Esse molhe tem dinheiro destinado pela Caixa Econômica Federal e está em estudos desde o governo Edson Piriquito.

O molhe jogará a água poluída do Canal muito além da praia, a exemplo do que ocorreu na Barra Sul com a águas do rio Camboriú.

Na Barra Sul, o molhe foi construído ao longo de 2005 e inaugurado no final daquele ano. Já com a obra em andamento a poluição naquele trecho de praia praticamente desapareceu.

A cidade ganhou uma atração turística, o molhe, e mais um ponto próprio para banho. O mesmo tende a ocorrer na Barra Norte.

As séries históricas de balneabilidade mantidas pela Fatma em seu banco de dados mostram que o ponto sul, fortemente poluído, passou a ser próprio para banho, assim se mantendo até hoje, exceto quando há chuvas torrenciais que deixam toda a praia central imprópria.

HISTÓRICO DE BALNEABILIDADE NA BARRA SUL

ANO DE 2002 (ANTES DO MOLHE SER FEITO)

ANO DE 2003 (ANTES DO MOLHE SER FEITO)

ANO DE 2004 (ANTES DO MOLHE SER FEITO)

ANO DE 2005 (ANO DE CONSTRUÇÃO DO MOLHE)

ANO DE 2006 (DEPOIS DA CONSTRUÇÃO DO MOLHE)

ANO DE 2007 (DEPOIS DA CONSTRUÇÃO DO MOLHE)

ANO DE 2019 (DEPOIS DA CONSTRUÇÃO DO MOLHE)



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