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PÁGINA 3 / Cidade
Mais de 60 toneladas de organismos marinhos são recolhidos da praia central

Terça, 11/9/2018 10:06.

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Segundo a assessoria da Prefeitura de Balneário Camboriú, só no último feriadão foram coletadas mais de 64 toneladas de organismos marinhos em decomposição das areias da Praia Central.

A chamada arribada, acontece quando os organismos que vivem em algum lugar do mar, morrem e chegam à praia, onde se decompõem.

A empresa Ambiental já tem experiência e seus funcionários realizam a remoção manualmente.

Desta vez, foram encontradas mais diatomáceas e macroalgas, e não briozoários, que aparecem com mais frequência no verão. Esses organismos não causam problemas à saúde, porém geram mau cheiro quando começam a se decompor.

As primeiras aparições na costa foram registradas em 2004 e até agora não se sabe o local na enseada em que essas colônias estão localizadas. A prefeitura e pesquisadores da Univali e da Universidade Federal de Santa Catarina estão trabalhando em parceria para encontrar essas colônias.

Estas espécies não são nativas daqui, a suspeita é que vieram no lastro de navios e se instalaram possivelmente pela grande oferta de matéria orgânica na enseada.


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Mais de 60 toneladas de organismos marinhos são recolhidos da praia central

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Terça, 11/9/2018 10:06.

Segundo a assessoria da Prefeitura de Balneário Camboriú, só no último feriadão foram coletadas mais de 64 toneladas de organismos marinhos em decomposição das areias da Praia Central.

A chamada arribada, acontece quando os organismos que vivem em algum lugar do mar, morrem e chegam à praia, onde se decompõem.

A empresa Ambiental já tem experiência e seus funcionários realizam a remoção manualmente.

Desta vez, foram encontradas mais diatomáceas e macroalgas, e não briozoários, que aparecem com mais frequência no verão. Esses organismos não causam problemas à saúde, porém geram mau cheiro quando começam a se decompor.

As primeiras aparições na costa foram registradas em 2004 e até agora não se sabe o local na enseada em que essas colônias estão localizadas. A prefeitura e pesquisadores da Univali e da Universidade Federal de Santa Catarina estão trabalhando em parceria para encontrar essas colônias.

Estas espécies não são nativas daqui, a suspeita é que vieram no lastro de navios e se instalaram possivelmente pela grande oferta de matéria orgânica na enseada.


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