Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Cidade
Comissão do EIV da prefeitura não aprovou nenhum projeto até agora

São necessárias mudanças para não atrapalhar o empreendedorismo 

Quarta, 12/9/2018 9:06.
Divulgação
Roda gigante é um dos projetos em trâmite

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Desde que foi implantada a nova sistemática para análise de Estudos de Impacto de Vizinhança (EIV), nenhum projeto sujeito a essa exigência foi aprovado na prefeitura de Balneário Camboriú.

De um lado empreendedores se queixam da prefeitura e de outro integrantes da comissão do EIV, alegam que os projetos não são apresentados dentro de que prevê a legislação.

Independente de culpas parece ser a hora das partes buscarem uma forma de destravar a análise dos projetos porque investimentos importantes estão retidos resultando em menor geração de emprego e renda.

O maior desses projetos é a ampliação do Balneário Camboriú Shopping, com 61 mil m2 de área construída.

Em seguida aparece o edifício Yachthouse (57 mil m2), mas esse está com a obra em andamento, ao contrário do terceiro colocado o Vitra by Pininfarina planejado para 36 mil m2.

A Comissão do EIV tem analisado projetos novos quanto antigos, aprovados pela legislação anterior e que os empreendedores optaram por uma nova aprovação.

Existem prejuízos diretos à própria cidade. A nova loja da Havan, com 16.000 m2, que o empreendedor pretendia inaugurar neste ano está em análise desde junho e a roda gigante (Big Wheel) também aguarda aprovação.

A Comissão Especial de Estudo de Impacto de Vizinhança é formada por sete profissionais que atuam em outras áreas na prefeitura e se reúnem uma vez por semana para analisar projetos.

O secretário do planejamento, Rubens Spernau, informou que a administração está empenhada em aperfeiçoar a análise por parte da Comissão, de maneira a atender a demanda acumulada, especialmente após a publicação da lei complementar 24/2018, momento em que houve um aumento nos processos protocolados.

Spernau destacou a importância dos responsáveis pela elaboração dos estudos atenderem a legislação e os apontamentos realizados pela Comissão, evitando reavaliações que acarretam em mais demora.
 


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Comissão do EIV da prefeitura não aprovou nenhum projeto até agora

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Roda gigante é um dos projetos em trâmite
Roda gigante é um dos projetos em trâmite

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Quarta, 12/9/2018 9:06.

Desde que foi implantada a nova sistemática para análise de Estudos de Impacto de Vizinhança (EIV), nenhum projeto sujeito a essa exigência foi aprovado na prefeitura de Balneário Camboriú.

De um lado empreendedores se queixam da prefeitura e de outro integrantes da comissão do EIV, alegam que os projetos não são apresentados dentro de que prevê a legislação.

Independente de culpas parece ser a hora das partes buscarem uma forma de destravar a análise dos projetos porque investimentos importantes estão retidos resultando em menor geração de emprego e renda.

O maior desses projetos é a ampliação do Balneário Camboriú Shopping, com 61 mil m2 de área construída.

Em seguida aparece o edifício Yachthouse (57 mil m2), mas esse está com a obra em andamento, ao contrário do terceiro colocado o Vitra by Pininfarina planejado para 36 mil m2.

A Comissão do EIV tem analisado projetos novos quanto antigos, aprovados pela legislação anterior e que os empreendedores optaram por uma nova aprovação.

Existem prejuízos diretos à própria cidade. A nova loja da Havan, com 16.000 m2, que o empreendedor pretendia inaugurar neste ano está em análise desde junho e a roda gigante (Big Wheel) também aguarda aprovação.

A Comissão Especial de Estudo de Impacto de Vizinhança é formada por sete profissionais que atuam em outras áreas na prefeitura e se reúnem uma vez por semana para analisar projetos.

O secretário do planejamento, Rubens Spernau, informou que a administração está empenhada em aperfeiçoar a análise por parte da Comissão, de maneira a atender a demanda acumulada, especialmente após a publicação da lei complementar 24/2018, momento em que houve um aumento nos processos protocolados.

Spernau destacou a importância dos responsáveis pela elaboração dos estudos atenderem a legislação e os apontamentos realizados pela Comissão, evitando reavaliações que acarretam em mais demora.
 


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