Jornal Página 3

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Ozawa exerce direito de resposta e alega que não é político

Terça, 26/2/2019 11:26.

O advogado Luiz Fernando Ozawa enviou ao Página 3 Direito de Resposta sobtre reportagem publicada hoje pelo jornal. Confira: 

"DIREITO DE RESPOSTA: Quando a fonte é o próprio Ofensor.

Meu amigo de longa data e Editor do Página 3 “Marzinho” (Waldemar Cezar) afirma (aqui: https://www.pagina3.com.br/cidade/2019/fev/26/1/ozawa-usa-argumento-falso-para-se-opor-ao-alargamento-da-praia) que estou utilizando “argumento falso” no abaixo-assinado contra a obra do Alargamento. Com o intuito de corrigir o texto, Marzinho preferiu, escolheu o adjetivo “falso”, além de me chamar de “o político”, cujo final do texto leva o leitor a acreditar que tudo não passa de uma pré-campanha à Prefeito, uma pauta eleitoreira.

Até agora não recebi nenhuma mensagem, ligação ou checagem, ou mesmo oportunidade de contraponto ou coisa que o valha, apesar do meu amigo Marzinho ter todos os meus contatos, saber onde moro, e termos bom diálogo.

Pois bem, serei breve.

A fonte que utilizei foi o próprio Jornal Página 3 (aqui: https://www.pagina3.com.br/saude/2018/jun/27/1/upa-do-nacoes-nao-pode-funcionar-e-lanca-suspeita-sobre-o-governo-edson-piriquito). Nesta reportagem, aparentemente assinada pelo próprio Editor, afirma que a obra foi licitada em 2012 por R$ 1.119.999,33 e que em 2013 foi licitada por R$ 1.920.000,00.

Logo, R$ 85.000.000,00 divididos pelos R$ 1.920.000,00 licitados, dão conta de 44,27 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) como o do Bairro das Nações (último a ser licitado e construído, única referência portanto), que apresentou uma série de problemas, bem verdade. No texto usei 42, devo corrigir para 44. Ou a correção que o próprio Marzinho sugeriu, seja lá qual índice, para dizer que não é R$ 1,9 milhão, mas R$ 2,7 milhões, o que daria 31,48 UPAs, e não 42, bem verdade.

Portanto, não posso duvidar que o Editor Mazinho tenha mentido ou usado informações falsas na reportagem-fonte, e se há algum equívoco em valores, devo ter sido levado a erro pelo Jornal Página 3, mas respeito muito a fonte que utilizei, contudo. Inclusive sobre o “desafogamento” do Hospital (aqui: https://www.pagina3.com.br/saude/2018/mai/18/1/80-dos-atendimentos-do-ruth-cardoso-em-abril-poderiam-ser-feitos-em-postos-de-saude).

Evidente que a referência à UPA é simbólica para estabelecer um paralelo de prioridades (Marzinho sabe disso), e que há outros investimentos e manutenção de uma UPA (Eu sei disso) como haverá na obra do Alargamento, que nos custará a todos, mas até o momento são omitidos do grande público (Poucos sabem disso). Aliás, o próprio Marzinho já fez menoscabo da questão do orçamento da obra, que o Ministério Público investiga estar subvalorizado, ou seja, poderá nos custar muito mais que os R$ 85.000.000,00 que nos endividará por 10 anos, ou seja, muito mais UPAs simbolicamente. Temos as cicatrizes do Teatro Municipal e da Passarela da Barra, não?

Por fim, quero dizer que Marzinho não teve a intenção direta de me ofender, mas que seu habilidoso texto monocrático está posto de uma forma equivocada e ofensiva, eis que não sou “político” (não vivo de dinheiro público, não recebo mesada de partido e, inclusive, não tenho filiação partidária desde 2018), sou advogado e professor, e a questão do Alargamento é uma luta antiga minha desde jovem, ele mesmo é testemunha disso, desde os tempos do plebiscito (2001), que Marzinho cobriu pessoalmente (lembro como se fosse hoje lá no João Goulart) a nossa boca-de-urna contra. Ou seja, longe de ser uma pauta eleitoreira, como sugestionado.

Quero enaltecer o Waldemar que, apesar de seu jornal ter inúmeros patrocínios de Construtoras, se mantém firme contra o alargamento (aqui: https://pagina3.com.br/coluna/dedonamoleira/7838-sanear-a-praia-e-mais-importante-do-que-alarga-la) e denunciando a poluição da EMASA no Rio Marambaia (aqui: https://www.pagina3.com.br/cidade/2018/ago/22/4/emasa-continua-sendo-a-maior-poluidora-do-canal-do-marambaia), e aguardamos (sim, sugestões) entrar na pauta a questão das vagas privativas de uso público e da tentativa frustrada de pedalada fiscal na EMASA, com o tom crítico de sempre.

Se a tentativa, contudo, foi “descreditar” o abaixo-assinado, pelo visto, não deu certo. Vou lá mudar o texto para 31 UPAs, como a sugestão de atualização monetária e citá-lo como fonte, em respeito. Aliás, a maior parte das informações que utilizei para Representação ao Ministério Público foram as publicadas pelo Jornal Página 3, todas referenciadas e citadas as fontes.
Marzinho, estamos juntos nessa CONTRA O ALARGAMENTO!

Aproveito para chamar todos a aderir a campanha, aqui: https://www.change.org/p/prefeitura-municipal-de-balne%C3%A1rio-cambori%C3%BA-cidadania-plena-contra-o-alargamento-da-faixa-de-areia-da-praia-em-balne%C3%A1rio-cambori%C3%BA-sc
Balneário Camboriú, SC, 26/02/2019.

Luiz Fernando Ozawa 

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Ozawa exerce direito de resposta e alega que não é político

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Terça, 26/2/2019 11:26.

O advogado Luiz Fernando Ozawa enviou ao Página 3 Direito de Resposta sobtre reportagem publicada hoje pelo jornal. Confira: 

"DIREITO DE RESPOSTA: Quando a fonte é o próprio Ofensor.

Meu amigo de longa data e Editor do Página 3 “Marzinho” (Waldemar Cezar) afirma (aqui: https://www.pagina3.com.br/cidade/2019/fev/26/1/ozawa-usa-argumento-falso-para-se-opor-ao-alargamento-da-praia) que estou utilizando “argumento falso” no abaixo-assinado contra a obra do Alargamento. Com o intuito de corrigir o texto, Marzinho preferiu, escolheu o adjetivo “falso”, além de me chamar de “o político”, cujo final do texto leva o leitor a acreditar que tudo não passa de uma pré-campanha à Prefeito, uma pauta eleitoreira.

Até agora não recebi nenhuma mensagem, ligação ou checagem, ou mesmo oportunidade de contraponto ou coisa que o valha, apesar do meu amigo Marzinho ter todos os meus contatos, saber onde moro, e termos bom diálogo.

Pois bem, serei breve.

A fonte que utilizei foi o próprio Jornal Página 3 (aqui: https://www.pagina3.com.br/saude/2018/jun/27/1/upa-do-nacoes-nao-pode-funcionar-e-lanca-suspeita-sobre-o-governo-edson-piriquito). Nesta reportagem, aparentemente assinada pelo próprio Editor, afirma que a obra foi licitada em 2012 por R$ 1.119.999,33 e que em 2013 foi licitada por R$ 1.920.000,00.

Logo, R$ 85.000.000,00 divididos pelos R$ 1.920.000,00 licitados, dão conta de 44,27 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) como o do Bairro das Nações (último a ser licitado e construído, única referência portanto), que apresentou uma série de problemas, bem verdade. No texto usei 42, devo corrigir para 44. Ou a correção que o próprio Marzinho sugeriu, seja lá qual índice, para dizer que não é R$ 1,9 milhão, mas R$ 2,7 milhões, o que daria 31,48 UPAs, e não 42, bem verdade.

Portanto, não posso duvidar que o Editor Mazinho tenha mentido ou usado informações falsas na reportagem-fonte, e se há algum equívoco em valores, devo ter sido levado a erro pelo Jornal Página 3, mas respeito muito a fonte que utilizei, contudo. Inclusive sobre o “desafogamento” do Hospital (aqui: https://www.pagina3.com.br/saude/2018/mai/18/1/80-dos-atendimentos-do-ruth-cardoso-em-abril-poderiam-ser-feitos-em-postos-de-saude).

Evidente que a referência à UPA é simbólica para estabelecer um paralelo de prioridades (Marzinho sabe disso), e que há outros investimentos e manutenção de uma UPA (Eu sei disso) como haverá na obra do Alargamento, que nos custará a todos, mas até o momento são omitidos do grande público (Poucos sabem disso). Aliás, o próprio Marzinho já fez menoscabo da questão do orçamento da obra, que o Ministério Público investiga estar subvalorizado, ou seja, poderá nos custar muito mais que os R$ 85.000.000,00 que nos endividará por 10 anos, ou seja, muito mais UPAs simbolicamente. Temos as cicatrizes do Teatro Municipal e da Passarela da Barra, não?

Por fim, quero dizer que Marzinho não teve a intenção direta de me ofender, mas que seu habilidoso texto monocrático está posto de uma forma equivocada e ofensiva, eis que não sou “político” (não vivo de dinheiro público, não recebo mesada de partido e, inclusive, não tenho filiação partidária desde 2018), sou advogado e professor, e a questão do Alargamento é uma luta antiga minha desde jovem, ele mesmo é testemunha disso, desde os tempos do plebiscito (2001), que Marzinho cobriu pessoalmente (lembro como se fosse hoje lá no João Goulart) a nossa boca-de-urna contra. Ou seja, longe de ser uma pauta eleitoreira, como sugestionado.

Quero enaltecer o Waldemar que, apesar de seu jornal ter inúmeros patrocínios de Construtoras, se mantém firme contra o alargamento (aqui: https://pagina3.com.br/coluna/dedonamoleira/7838-sanear-a-praia-e-mais-importante-do-que-alarga-la) e denunciando a poluição da EMASA no Rio Marambaia (aqui: https://www.pagina3.com.br/cidade/2018/ago/22/4/emasa-continua-sendo-a-maior-poluidora-do-canal-do-marambaia), e aguardamos (sim, sugestões) entrar na pauta a questão das vagas privativas de uso público e da tentativa frustrada de pedalada fiscal na EMASA, com o tom crítico de sempre.

Se a tentativa, contudo, foi “descreditar” o abaixo-assinado, pelo visto, não deu certo. Vou lá mudar o texto para 31 UPAs, como a sugestão de atualização monetária e citá-lo como fonte, em respeito. Aliás, a maior parte das informações que utilizei para Representação ao Ministério Público foram as publicadas pelo Jornal Página 3, todas referenciadas e citadas as fontes.
Marzinho, estamos juntos nessa CONTRA O ALARGAMENTO!

Aproveito para chamar todos a aderir a campanha, aqui: https://www.change.org/p/prefeitura-municipal-de-balne%C3%A1rio-cambori%C3%BA-cidadania-plena-contra-o-alargamento-da-faixa-de-areia-da-praia-em-balne%C3%A1rio-cambori%C3%BA-sc
Balneário Camboriú, SC, 26/02/2019.

Luiz Fernando Ozawa 

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