Jornal Página 3

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Proliferação de algas está prejudicando fortemente Balneário Camboriú
Daniele Sisnandes/Página 3

Segunda, 4/2/2019 8:31.

A arribada quase diária de algas na praia central de Balneário Camboriú está causando severos danos à cidade, devido à multiplicação da imagem negativa através do boca a boca e das redes sociais.

Pessoas que vão a praia e se deparam com a água do mar escura ou a areia tomada por algas, são as multiplicadoras naturais da informação negativa.

O aparecimento de algas em grande quantidade é um fenômeno recente. Elas vieram se juntar a briozoários e diatomáceas que se depositavam sobre a areia periodicamente.

Ninguém sabe de onde vêm as algas e nem o motivo do seu aparecimento nessas águas.

Uma das especulações que ganhou corpo foi a possibilidade das algas estarem ligadas à dragagem do porto de Itajaí.

A prefeitura contratou pesquisa que envolveu mergulhos pela enseada, costões e rio Camboriú em busca da origem, mas nada foi encontrado.

Um trenó oceanográfico remoto também fez pesquisas que resultaram infrutíferas.

Em meio à indignação com a degradação do principal patrimônio ecológico e econômico da cidade, sua praia central, surgiram dois tipos de oportunistas: os que tentam responsabilizar politicamente a atual administração da cidade e os que desejam firmar com a prefeitura projetos milionários para realização de pesquisas.

As algas não poluem a água do mar, mas ao serem depositadas na praia começam a apodrecer e causam mau cheiro, além de péssimo aspecto.

Em verdade a praia fica impraticável e isso está espantando banhistas, por consequência os turistas.

Nos próximos dias a prefeitura anunciará a contratação de um novo estudo, mas amplo e com custo em torno de R$ 400 mil.


 

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Proliferação de algas está prejudicando fortemente Balneário Camboriú

Daniele Sisnandes/Página 3

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Segunda, 4/2/2019 8:31.

A arribada quase diária de algas na praia central de Balneário Camboriú está causando severos danos à cidade, devido à multiplicação da imagem negativa através do boca a boca e das redes sociais.

Pessoas que vão a praia e se deparam com a água do mar escura ou a areia tomada por algas, são as multiplicadoras naturais da informação negativa.

O aparecimento de algas em grande quantidade é um fenômeno recente. Elas vieram se juntar a briozoários e diatomáceas que se depositavam sobre a areia periodicamente.

Ninguém sabe de onde vêm as algas e nem o motivo do seu aparecimento nessas águas.

Uma das especulações que ganhou corpo foi a possibilidade das algas estarem ligadas à dragagem do porto de Itajaí.

A prefeitura contratou pesquisa que envolveu mergulhos pela enseada, costões e rio Camboriú em busca da origem, mas nada foi encontrado.

Um trenó oceanográfico remoto também fez pesquisas que resultaram infrutíferas.

Em meio à indignação com a degradação do principal patrimônio ecológico e econômico da cidade, sua praia central, surgiram dois tipos de oportunistas: os que tentam responsabilizar politicamente a atual administração da cidade e os que desejam firmar com a prefeitura projetos milionários para realização de pesquisas.

As algas não poluem a água do mar, mas ao serem depositadas na praia começam a apodrecer e causam mau cheiro, além de péssimo aspecto.

Em verdade a praia fica impraticável e isso está espantando banhistas, por consequência os turistas.

Nos próximos dias a prefeitura anunciará a contratação de um novo estudo, mas amplo e com custo em torno de R$ 400 mil.


 

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