Jornal Página 3

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Reportagem sobre a temporada ruim teve forte repercussão
Celso Peixoto/PMBC

Quarta, 16/1/2019 16:19.

O Página 3 publicou nesta terça-feira (15) reportagem sobre o impacto que a falta dos turistas está tendo sobre a temporada de verão em Balneário Camboriú. O Conselho Municipal de Turismo considerou que a vilã é a crise na Argentina, entretanto para a maioria dos leitores a culpa é da cidade, dos preços altos e de uma série de outros aspectos.

Parece que muitos moradores ainda não compreenderam a importância dos turistas argentinos para a região e há inclusive comentários xenófobos.

A cidade não está vazia, pelo contrário, mas o público brasileiro é mais exigente e econômico, muitos preferem comprar no supermercado a comer e beber em restaurantes.

Leia abaixo alguns dos comentários e o que dizem representantes do setor.

Xenofobia

Para alguns moradores, é necessário reforçar os investimentos em divulgação no turista brasileiro.

Mas os preços praticados na cidade estão no topo das reclamações.

E há ainda os que creditam a ausência dos argentinos à falta de estrutura da cidade, à falta de novos equipamentos e atrativos.

Apesar de tantas críticas, há leitores que compreendem o cenário e dão sugestões positivas de melhorias.

É preciso refletir

Para a vice-presidente do Convention Bureau, Margot Rosenbrock Libório é necessário fazer uma análise sobre o impacto de todos os perfis de turista.

O visitante que escolhe o Airbnb, por exemplo, segue uma tendência mundial, mas como não existe regulamentação desse sistema (não há controle, nem números), muitas vezes ele paga a hospedagem para um dono de apartamento que nem mora em Balneário. Não gera empregos ou paga impostos para investimentos na cidade.

Sobre as críticas para buscar o turista brasileiro, ela explica que a cidade vem sendo divulgada no território interno há anos e com mais força nos dois últimos, porém, o brasileiro tem outra cultura. Tira férias coletivas no final do ano e retorna ao trabalho próximo do dia 10. Depois disso, só costuma viajar aos finais de semana, diferente do argentino que fica entre 7 e 14 diárias e não quer se incomodar cozinhando em casa.

O Balneário Camboriú Convention & Visitors Bureau realiza divulgação em território nacional e fora do país com recursos da iniciativa privada e da prefeitura. Os reflexos desta divulgação são sentidos pela cidade como um todo, que acaba se beneficiando quando o turismo vai bem.

"O comércio precisa vender todo dia, os custos são os mesmos, então como equilibrar esse mercado? Escutamos as pessoas criticamos, mas precisamos refletir, porque quando passamos na praia e vemos todos de sunga, não temos ideia de quantos estão hospedados em casas, hotéis ou Airbnb. Será que estão gerando movimento econômico como gerava há alguns anos", questiona Margot.

Ela concorda, no entanto, que Balneário precisa estar atenta à infraestrutura, oferecer condições atrativas, passando pela oferta de energia e mobilidade sem esquecer a balneabilidade, a ferramenta do nosso maior atrativo que é a praia.

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Cidade

 Prefeitura começará a internar usuários de drogas


Mundo

Um dos principais destinos turísticos do mundo sofre com algas desde 2015


Geral

O cantor Armandinho organiza o festival, que tem entrada gratuita


Política

Derrota do governo é resposta de Maia à queda de Bebianno


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Política

Ele aparentemente fez escolhas erradas em seu caminho político 


Divulgação

Excelente opção para os micro empreendedores, pequenas empresas e freelancers.


Policia

Gaúcho comeu no restaurante e não tinha dinheiro para pagar


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Página 3

Reportagem sobre a temporada ruim teve forte repercussão

Celso Peixoto/PMBC
Quarta, 16/1/2019 16:19.

O Página 3 publicou nesta terça-feira (15) reportagem sobre o impacto que a falta dos turistas está tendo sobre a temporada de verão em Balneário Camboriú. O Conselho Municipal de Turismo considerou que a vilã é a crise na Argentina, entretanto para a maioria dos leitores a culpa é da cidade, dos preços altos e de uma série de outros aspectos.

Parece que muitos moradores ainda não compreenderam a importância dos turistas argentinos para a região e há inclusive comentários xenófobos.

A cidade não está vazia, pelo contrário, mas o público brasileiro é mais exigente e econômico, muitos preferem comprar no supermercado a comer e beber em restaurantes.

Leia abaixo alguns dos comentários e o que dizem representantes do setor.

Xenofobia

Para alguns moradores, é necessário reforçar os investimentos em divulgação no turista brasileiro.

Mas os preços praticados na cidade estão no topo das reclamações.

E há ainda os que creditam a ausência dos argentinos à falta de estrutura da cidade, à falta de novos equipamentos e atrativos.

Apesar de tantas críticas, há leitores que compreendem o cenário e dão sugestões positivas de melhorias.

É preciso refletir

Para a vice-presidente do Convention Bureau, Margot Rosenbrock Libório é necessário fazer uma análise sobre o impacto de todos os perfis de turista.

O visitante que escolhe o Airbnb, por exemplo, segue uma tendência mundial, mas como não existe regulamentação desse sistema (não há controle, nem números), muitas vezes ele paga a hospedagem para um dono de apartamento que nem mora em Balneário. Não gera empregos ou paga impostos para investimentos na cidade.

Sobre as críticas para buscar o turista brasileiro, ela explica que a cidade vem sendo divulgada no território interno há anos e com mais força nos dois últimos, porém, o brasileiro tem outra cultura. Tira férias coletivas no final do ano e retorna ao trabalho próximo do dia 10. Depois disso, só costuma viajar aos finais de semana, diferente do argentino que fica entre 7 e 14 diárias e não quer se incomodar cozinhando em casa.

O Balneário Camboriú Convention & Visitors Bureau realiza divulgação em território nacional e fora do país com recursos da iniciativa privada e da prefeitura. Os reflexos desta divulgação são sentidos pela cidade como um todo, que acaba se beneficiando quando o turismo vai bem.

"O comércio precisa vender todo dia, os custos são os mesmos, então como equilibrar esse mercado? Escutamos as pessoas criticamos, mas precisamos refletir, porque quando passamos na praia e vemos todos de sunga, não temos ideia de quantos estão hospedados em casas, hotéis ou Airbnb. Será que estão gerando movimento econômico como gerava há alguns anos", questiona Margot.

Ela concorda, no entanto, que Balneário precisa estar atenta à infraestrutura, oferecer condições atrativas, passando pela oferta de energia e mobilidade sem esquecer a balneabilidade, a ferramenta do nosso maior atrativo que é a praia.

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