Jornal Página 3

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Balneário Camboriú vai regulamentar uso de patinetes elétricos
Divulgação/PMBC

Quinta, 17/1/2019 8:25.

A crescente circulação de bicicletas e patinetes elétricos na ciclofaixa da avenida Atlântica vem gerando transtornos e reclamações. A principal pergunta é se estes equipamentos podem transitar naquele espaço e a segunda é para quem reclamar, quando há abuso de velocidade, por exemplo.

O gestor do Fundo Municipal de Trânsito (Fumtran), Cel.Mário César de Oliveira disse ao Página3 que existe uma lei federal que regulamenta estes equipamentos e uma lei municipal que precisa ser reformulada, porque em alguns artigos ela confronta a lei maior e isso não pode acontecer.

Por conta disso, o prefeito Fabrício Oliveira determinou que fosse reformulada a Lei 4.025 e esta semana, uma equipe inicia esse trabalho, sob o comando do Cel.Mário. Fazem parte da equipe, o presidente da Associação de Ciclismo de Balneário Camboriú e Camboriú (ACBC), Henrique Wendhausen, representantes do Conselho Municipal de Trânsito, representante do comércio e um advogado de Curitiba, especialista no assunto.

“Vamos elaborar uma nova legislação, não contra o que já existe, mas tentar flexibilizar o que temos hoje, talvez limitar o horário, porque o maior problema é a ciclofaixa que tornou-se pequena para tantos equipamentos. Temos em BC 5 mil equipamentos, se 10% vai pra Atlântica são 500 e a ciclofaixa tem 12 mil m2 (6 mil de comprimento por 2 de largura), vai ver o transtorno que é e isso fora os pedestres e as bicicletas normais que trafegam ali”, disse Oliveira.

Nos próximos dias a minuta de lei será apresentada ao prefeito e se ele concordar, seguirá para aprovação na Câmara de Vereadores e posterior sanção.

Lei federal

A regulamentação federal existe através da Resolução 465, que permite que bicicletas elétricas, patinetes com metragem não superior a 1,20m de comprimento e não superior a 0,80cm de largura, com 350 watts de potência, com velocidade máxima de 20km/h e tenham velocímetro, transitem na ciclofaixa ou ciclovias.

“Mas o pessoal está questionando aqueles equipamentos maiores, as scooter, tipo mini moto, que tem potência de 50km/h mas quem aluga ou vende diz que só andam a 20km/h. Só que esses equipamentos atingem 1,50m de comprimento e desse tamanho é proibido em ciclofaixas. Se não podem andar em ciclofaixas eles são obrigados a registrar esses veículos na Ciretran, licenciar, emplacar e transitar na via normal. Segundo informação do ex-delegado regional, Davi, temos em BC 84 desses equipamentos devidamente registrados”, segue o chefe do Fumtran.

Orientação e apreensão

A prefeitura vem se reunindo com as empresas que alugam/vendem não só os equipamentos elétricos, mas também os de propulsão humana, como os triciclos de pedal que também estavam fora de medida. Eles mediam 0,98cm de largura e tiveram que reduzir para 0,80cm.

“Depois disso começaram a se adequar. Notificamos também os que alugam. No sábado teve uma blitz educativa, onde foram abordados 38 destes equipamentos, somente dois estavam dentro do que manda a resolução. No domingo, nova blitz e então 17 foram apreendidos, conduzidos ao pátio e as pessoas foram regularizar para retirar”, destacou o gestor.

ACBC aposta em educação

O presidente da ACBC, Henrique Wendhausen disse que é necessário que seja tomada uma providência com urgência, porque estes equipamentos estão se multiplicando nas ruas muito rápido e sendo conduzidos de maneira totalmente errada não só por adultos, mas até por crianças, colocando em risco não só suas vidas, mas a de outros também.

“O poder público, através do Fumtran junto com a ACBC, reuniu-se com todos que vendem ou locam estes equipamentos, com o objetivo de organizar o uso. Nós acreditamos que devemos regulamentar sim, mas é importante investir também na educação, agindo diretamente com estes usuários nas ciclovias e ciclofaixas”, acredita.

 

Informações: FUMTRAN (47) 3367-7616

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade



Publicidade


Geral

A organização estima a participação de 5 mil fiéis


Geral

 Igreja Luterana, Igreja Matriz Sta Inês, Capela Santa Catarina de Alexandria, Paróquia São Sebastião


Opinião

Por Felipe Gustavo Koch Buttelli


Cidade

As bandeiras voltam a ser hasteadas na temporada


Publicidade


Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade

Página 3

Balneário Camboriú vai regulamentar uso de patinetes elétricos

Divulgação/PMBC

Publicidade

Quinta, 17/1/2019 8:25.

A crescente circulação de bicicletas e patinetes elétricos na ciclofaixa da avenida Atlântica vem gerando transtornos e reclamações. A principal pergunta é se estes equipamentos podem transitar naquele espaço e a segunda é para quem reclamar, quando há abuso de velocidade, por exemplo.

O gestor do Fundo Municipal de Trânsito (Fumtran), Cel.Mário César de Oliveira disse ao Página3 que existe uma lei federal que regulamenta estes equipamentos e uma lei municipal que precisa ser reformulada, porque em alguns artigos ela confronta a lei maior e isso não pode acontecer.

Por conta disso, o prefeito Fabrício Oliveira determinou que fosse reformulada a Lei 4.025 e esta semana, uma equipe inicia esse trabalho, sob o comando do Cel.Mário. Fazem parte da equipe, o presidente da Associação de Ciclismo de Balneário Camboriú e Camboriú (ACBC), Henrique Wendhausen, representantes do Conselho Municipal de Trânsito, representante do comércio e um advogado de Curitiba, especialista no assunto.

“Vamos elaborar uma nova legislação, não contra o que já existe, mas tentar flexibilizar o que temos hoje, talvez limitar o horário, porque o maior problema é a ciclofaixa que tornou-se pequena para tantos equipamentos. Temos em BC 5 mil equipamentos, se 10% vai pra Atlântica são 500 e a ciclofaixa tem 12 mil m2 (6 mil de comprimento por 2 de largura), vai ver o transtorno que é e isso fora os pedestres e as bicicletas normais que trafegam ali”, disse Oliveira.

Nos próximos dias a minuta de lei será apresentada ao prefeito e se ele concordar, seguirá para aprovação na Câmara de Vereadores e posterior sanção.

Lei federal

A regulamentação federal existe através da Resolução 465, que permite que bicicletas elétricas, patinetes com metragem não superior a 1,20m de comprimento e não superior a 0,80cm de largura, com 350 watts de potência, com velocidade máxima de 20km/h e tenham velocímetro, transitem na ciclofaixa ou ciclovias.

“Mas o pessoal está questionando aqueles equipamentos maiores, as scooter, tipo mini moto, que tem potência de 50km/h mas quem aluga ou vende diz que só andam a 20km/h. Só que esses equipamentos atingem 1,50m de comprimento e desse tamanho é proibido em ciclofaixas. Se não podem andar em ciclofaixas eles são obrigados a registrar esses veículos na Ciretran, licenciar, emplacar e transitar na via normal. Segundo informação do ex-delegado regional, Davi, temos em BC 84 desses equipamentos devidamente registrados”, segue o chefe do Fumtran.

Orientação e apreensão

A prefeitura vem se reunindo com as empresas que alugam/vendem não só os equipamentos elétricos, mas também os de propulsão humana, como os triciclos de pedal que também estavam fora de medida. Eles mediam 0,98cm de largura e tiveram que reduzir para 0,80cm.

“Depois disso começaram a se adequar. Notificamos também os que alugam. No sábado teve uma blitz educativa, onde foram abordados 38 destes equipamentos, somente dois estavam dentro do que manda a resolução. No domingo, nova blitz e então 17 foram apreendidos, conduzidos ao pátio e as pessoas foram regularizar para retirar”, destacou o gestor.

ACBC aposta em educação

O presidente da ACBC, Henrique Wendhausen disse que é necessário que seja tomada uma providência com urgência, porque estes equipamentos estão se multiplicando nas ruas muito rápido e sendo conduzidos de maneira totalmente errada não só por adultos, mas até por crianças, colocando em risco não só suas vidas, mas a de outros também.

“O poder público, através do Fumtran junto com a ACBC, reuniu-se com todos que vendem ou locam estes equipamentos, com o objetivo de organizar o uso. Nós acreditamos que devemos regulamentar sim, mas é importante investir também na educação, agindo diretamente com estes usuários nas ciclovias e ciclofaixas”, acredita.

 

Informações: FUMTRAN (47) 3367-7616

Publicidade

Publicidade