Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Cidade
Empréstimo de R$ 30 milhões não foi votado por “falta de transparência”

Projeto do Executivo é uma espécie de pedido de cheque em branco

Quarta, 19/6/2019 8:31.
Divulgação
Vereador Lucas Gotardo alegou falta de transparência

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O projeto que dava autorização para a prefeitura de Balneário Camboriú contrair empréstimo de R$ 30 milhões destinados a investimentos em pavimentação, não foi votado na Câmara porque o vereador Lucas Gotardo alegou falta de transparência.

O projeto enviado pelo Executivo ao Legislativo não detalha prazo de carência, prazo de pagamento ou taxa de juros o que levou Lucas, que preside a Comissão de Transparência, Governança Pública e Accountability a se recusar a emitir parecer.

Dias atrás o Página 3 apurou que o prazo de carência é dois anos e o de pagamento oito, portanto o empréstimo será pago em futuros governos.

A taxa de juros, segundo Lucas, é de 11% ao ano.

É incomum prefeitos enviarem à Câmara projetos para contrair empréstimos sem fornecer detalhes porque caracteriza uma espécie de cheque em branco.


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Página 3
Divulgação
Vereador Lucas Gotardo alegou falta de transparência
Vereador Lucas Gotardo alegou falta de transparência

Empréstimo de R$ 30 milhões não foi votado por “falta de transparência”

Projeto do Executivo é uma espécie de pedido de cheque em branco

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Quarta, 19/6/2019 8:31.

O projeto que dava autorização para a prefeitura de Balneário Camboriú contrair empréstimo de R$ 30 milhões destinados a investimentos em pavimentação, não foi votado na Câmara porque o vereador Lucas Gotardo alegou falta de transparência.

O projeto enviado pelo Executivo ao Legislativo não detalha prazo de carência, prazo de pagamento ou taxa de juros o que levou Lucas, que preside a Comissão de Transparência, Governança Pública e Accountability a se recusar a emitir parecer.

Dias atrás o Página 3 apurou que o prazo de carência é dois anos e o de pagamento oito, portanto o empréstimo será pago em futuros governos.

A taxa de juros, segundo Lucas, é de 11% ao ano.

É incomum prefeitos enviarem à Câmara projetos para contrair empréstimos sem fornecer detalhes porque caracteriza uma espécie de cheque em branco.


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