Jornal Página 3

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Funcionário da Ambiental achou e devolveu bolsa com semijóias aos donos em Balneário Camboriú
Divulgação
Rogério (E), funcionário da Ambiental que encontrou e devolveu a bolsa aos proprietários, e Valmor, encarregado operacional da empresa

Quinta, 6/6/2019 17:14.

Um dos 300 funcionários da Ambiental, que trabalhava roçando a rua 500, entre a Terceira Avenida e Avenida Central, na sexta-feira (31), encontrou uma bolsa com diversos pertences, entre eles um mostruário de semijóias. O homem que merece destaque por sua atitude honesta é Rogério Mariano dos Santos, 33 anos, goiano que mora em Balneário Camboriú há um ano e trabalha nas ruas de Balneário há sete meses. Ele passou boa parte do último final de semana à procura dos donos da bolsa e os encontrou na terça-feira (4).

Rogério conversou com o Página 3 e contou que estava trabalhando e viu a mochila, percebendo que não tinha ninguém perto do local. Ele continuou o que fazia, passando uns 100 metros, e quando voltou viu que o objeto ainda estava lá. Dentro dela havia pertences de valor como botas de couro, um mostruário com semijoias, brinquedos e apetrechos de cabelo.

“Não posso pegar o que é dos outros”

“Foi uma situação curiosa. Eu peguei a bolsa e procurei pessoas ao redor para saber se era de alguém e resolvi levar pra casa para descobrir de quem era e entregar ao dono. Na mochila estava também uma agenda com contatos dos clientes da dona da bolsa, que é revendedora de semijoias”, conta.

O goiano ligou, segundo ele, para todos os números que encontrou na agenda, mas infelizmente ninguém o atendeu. Passou a sexta e o fim de semana e ele não teve nenhum retorno, até que o dono entrou em contato com a Ambiental e a entrega da bolsa aconteceu na terça-feira (4). 

“Eles agradeceram muito, foram muito gentis. Foi uma alegria. Minha mãe não tem leitura, a educação que ela me deu foi pouca, mas uma coisa que ela me ensinou foi que eu nunca posso pegar o que é dos outros. O que eu achei não é meu, eu tenho que entregar. Agradeço a eles pela educação que me deram”, completa.

Grande felicidade

Valmor Santos dos Santos é o encarregado operacional da Ambiental e um dos chefes de Rogério, ele diz que a ação foi uma grande felicidade para a empresa e que consideram uma imensa alegria ter pessoas honestas como Rogério trabalhando para eles.

“Ele veio até nós, há sete meses, muito simples e humilde. É um bom funcionário, nunca falta ou se atrasa. Não tem nada que desabone a conduta. Para nós não foi uma surpresa e sim uma felicidade. Foi um ato simples, mas nobre”, diz.

O encarregado salienta que o momento mais bonito no encontro da família com Rogério foi a reação da filha do casal, pois na mochila estava um coelhinho de pelúcia que é dela.

“Eles todos ficaram muito felizes e inclusive deram uma recompensa financeira para o Rogério, que inicialmente não queria, mas como eles ficaram muito agradecidos insistiram. O mostruário de jóias era de um valor bem elevado, mas que não nos foi informado de quanto”, acrescenta. 

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Funcionário da Ambiental achou e devolveu bolsa com semijóias aos donos em Balneário Camboriú

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Rogério (E), funcionário da Ambiental que encontrou e devolveu a bolsa aos proprietários, e Valmor, encarregado operacional da empresa
Rogério (E), funcionário da Ambiental que encontrou e devolveu a bolsa aos proprietários, e Valmor, encarregado operacional da empresa

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Quinta, 6/6/2019 17:14.

Um dos 300 funcionários da Ambiental, que trabalhava roçando a rua 500, entre a Terceira Avenida e Avenida Central, na sexta-feira (31), encontrou uma bolsa com diversos pertences, entre eles um mostruário de semijóias. O homem que merece destaque por sua atitude honesta é Rogério Mariano dos Santos, 33 anos, goiano que mora em Balneário Camboriú há um ano e trabalha nas ruas de Balneário há sete meses. Ele passou boa parte do último final de semana à procura dos donos da bolsa e os encontrou na terça-feira (4).

Rogério conversou com o Página 3 e contou que estava trabalhando e viu a mochila, percebendo que não tinha ninguém perto do local. Ele continuou o que fazia, passando uns 100 metros, e quando voltou viu que o objeto ainda estava lá. Dentro dela havia pertences de valor como botas de couro, um mostruário com semijoias, brinquedos e apetrechos de cabelo.

“Não posso pegar o que é dos outros”

“Foi uma situação curiosa. Eu peguei a bolsa e procurei pessoas ao redor para saber se era de alguém e resolvi levar pra casa para descobrir de quem era e entregar ao dono. Na mochila estava também uma agenda com contatos dos clientes da dona da bolsa, que é revendedora de semijoias”, conta.

O goiano ligou, segundo ele, para todos os números que encontrou na agenda, mas infelizmente ninguém o atendeu. Passou a sexta e o fim de semana e ele não teve nenhum retorno, até que o dono entrou em contato com a Ambiental e a entrega da bolsa aconteceu na terça-feira (4). 

“Eles agradeceram muito, foram muito gentis. Foi uma alegria. Minha mãe não tem leitura, a educação que ela me deu foi pouca, mas uma coisa que ela me ensinou foi que eu nunca posso pegar o que é dos outros. O que eu achei não é meu, eu tenho que entregar. Agradeço a eles pela educação que me deram”, completa.

Grande felicidade

Valmor Santos dos Santos é o encarregado operacional da Ambiental e um dos chefes de Rogério, ele diz que a ação foi uma grande felicidade para a empresa e que consideram uma imensa alegria ter pessoas honestas como Rogério trabalhando para eles.

“Ele veio até nós, há sete meses, muito simples e humilde. É um bom funcionário, nunca falta ou se atrasa. Não tem nada que desabone a conduta. Para nós não foi uma surpresa e sim uma felicidade. Foi um ato simples, mas nobre”, diz.

O encarregado salienta que o momento mais bonito no encontro da família com Rogério foi a reação da filha do casal, pois na mochila estava um coelhinho de pelúcia que é dela.

“Eles todos ficaram muito felizes e inclusive deram uma recompensa financeira para o Rogério, que inicialmente não queria, mas como eles ficaram muito agradecidos insistiram. O mostruário de jóias era de um valor bem elevado, mas que não nos foi informado de quanto”, acrescenta. 

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