Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Cidade
Mais um rancho de pesca de tainha é desmontado em Balneário Camboriú

Sexta, 7/6/2019 13:56.
Divulgação/Guarda

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Por determinação da secretaria de Segurança Municipal, a Guarda Municipal desmontou mais um rancho de pescadores que estava na Avenida Atlântica, na altura da rua 4.000, na manhã de hoje (7). No último dia 22 um rancho com a mesma estrutura, que estava perto da rua 3.700, já havia sido desmanchado. A fiscalização da secretaria do Meio Ambiente também esteve presente.

O desmanche acontece porque estes locais têm atraído andarilhos, além de serem pontos de ‘baderna’ (segundo denúncias de vizinhos) e assim colocar a comunidade em perigo, já que os pescadores instalam gás de cozinha e fogão.

O Página 3 foi informado que ‘a prefeitura junto com a Guarda’ estaria querendo desmanchar o rancho de pesca da tainha. Os pescadores disseram ter todas as licenças e informaram que caso isso acontecesse iriam ‘correr atrás’ para poderem ter um local do tipo novamente.

O Comandante da Guarda Municipal, Antônio Afonso Coutinho, explica que o rancho desmanchado hoje estava nos mesmos moldes do anterior, que ficava na rua 3.700 (saiba mais aqui: https://bit.ly/2EZq21A).

“Infelizmente eles não possuem autorização e não podemos ficar omissos, sob pena do Poder Público ser responsabilizado. A problemática ali diz respeito ao consumo de entorpecentes, denúncias que já havíamos recebido antes e que se repetiram. O problema é quem se aglomera ali e não quem trabalha. Os pescadores deixam eles entrarem no rancho”, diz.

Segundo Coutinho, os pescadores apresentaram protocolos da prefeitura, pois entraram com pedido para poderem construir o rancho na Praia Central.

“Mas eles não tiveram resposta, então o protocolo não adianta de nada. Aquilo não era uma autorização. Eles tinham um documento da secretaria do Meio Ambiente, mas não informam o que vão utilizar. Eles tinham até fogão. Eles dizem que têm autorização e podem ter construções para pescar, mas do jeito que estava certamente não podem. A gente sabe que a situação os desagrada, mas não há legislação que permita, esse é o problema”, acrescenta.


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Página 3
Divulgação/Guarda

Mais um rancho de pesca de tainha é desmontado em Balneário Camboriú

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Sexta, 7/6/2019 13:56.

Por determinação da secretaria de Segurança Municipal, a Guarda Municipal desmontou mais um rancho de pescadores que estava na Avenida Atlântica, na altura da rua 4.000, na manhã de hoje (7). No último dia 22 um rancho com a mesma estrutura, que estava perto da rua 3.700, já havia sido desmanchado. A fiscalização da secretaria do Meio Ambiente também esteve presente.

O desmanche acontece porque estes locais têm atraído andarilhos, além de serem pontos de ‘baderna’ (segundo denúncias de vizinhos) e assim colocar a comunidade em perigo, já que os pescadores instalam gás de cozinha e fogão.

O Página 3 foi informado que ‘a prefeitura junto com a Guarda’ estaria querendo desmanchar o rancho de pesca da tainha. Os pescadores disseram ter todas as licenças e informaram que caso isso acontecesse iriam ‘correr atrás’ para poderem ter um local do tipo novamente.

O Comandante da Guarda Municipal, Antônio Afonso Coutinho, explica que o rancho desmanchado hoje estava nos mesmos moldes do anterior, que ficava na rua 3.700 (saiba mais aqui: https://bit.ly/2EZq21A).

“Infelizmente eles não possuem autorização e não podemos ficar omissos, sob pena do Poder Público ser responsabilizado. A problemática ali diz respeito ao consumo de entorpecentes, denúncias que já havíamos recebido antes e que se repetiram. O problema é quem se aglomera ali e não quem trabalha. Os pescadores deixam eles entrarem no rancho”, diz.

Segundo Coutinho, os pescadores apresentaram protocolos da prefeitura, pois entraram com pedido para poderem construir o rancho na Praia Central.

“Mas eles não tiveram resposta, então o protocolo não adianta de nada. Aquilo não era uma autorização. Eles tinham um documento da secretaria do Meio Ambiente, mas não informam o que vão utilizar. Eles tinham até fogão. Eles dizem que têm autorização e podem ter construções para pescar, mas do jeito que estava certamente não podem. A gente sabe que a situação os desagrada, mas não há legislação que permita, esse é o problema”, acrescenta.


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