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PÁGINA 3 / Cidade
Prefeitura de Balneário Camboriú quer comprar 435.552 copos de água

Em fevereiro Emasa anunciou que envasaria água para consumo nas repartições

Quinta, 2/5/2019 7:12.
EBC.

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A prefeitura de Balneário Camboriú está com licitação em andamento para comprar 435.552 copos de água mineral de 200ml; 11.580 garrafas de água de 500ml e 24.240 bombonas de 20 litros.

Parece contraditório que a prefeitura não consuma a água que produz e distribui à população através da Emasa.

Com os cerca de R$ 400 mil que a prefeitura pretende investir em água mineral, seria possível dotar todas as escolas e demais repartições públicas com filtros de água.

Também contraditório que a compra de água mineral ocorre no exato momento em que a Emasa conclui os testes com uma máquina própria capaz de produzir 3.000 copos por hora (veja o filme mais abaixo).

Cada copo produzido pela Emasa custa R$ 0,23 e o preço de referência na licitação da prefeitura é R$ 0,39.

Essa máquina é um caso à parte, um exemplo consumado de desperdício do dinheiro público.

Em 2010 a Emasa adquiriu a máquina para envasar água em copinhos que seriam distribuídos nas repartições públicas do município.

O objetivo era proporcionar economia, mas isso nunca aconteceu porque a máquina, que custou R$ 118.500,00 ficou jogada num canto.

Agora ela foi recuperada e entrará em operação.


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EBC.

Prefeitura de Balneário Camboriú quer comprar 435.552 copos de água

Em fevereiro Emasa anunciou que envasaria água para consumo nas repartições

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Quinta, 2/5/2019 7:12.

A prefeitura de Balneário Camboriú está com licitação em andamento para comprar 435.552 copos de água mineral de 200ml; 11.580 garrafas de água de 500ml e 24.240 bombonas de 20 litros.

Parece contraditório que a prefeitura não consuma a água que produz e distribui à população através da Emasa.

Com os cerca de R$ 400 mil que a prefeitura pretende investir em água mineral, seria possível dotar todas as escolas e demais repartições públicas com filtros de água.

Também contraditório que a compra de água mineral ocorre no exato momento em que a Emasa conclui os testes com uma máquina própria capaz de produzir 3.000 copos por hora (veja o filme mais abaixo).

Cada copo produzido pela Emasa custa R$ 0,23 e o preço de referência na licitação da prefeitura é R$ 0,39.

Essa máquina é um caso à parte, um exemplo consumado de desperdício do dinheiro público.

Em 2010 a Emasa adquiriu a máquina para envasar água em copinhos que seriam distribuídos nas repartições públicas do município.

O objetivo era proporcionar economia, mas isso nunca aconteceu porque a máquina, que custou R$ 118.500,00 ficou jogada num canto.

Agora ela foi recuperada e entrará em operação.


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