Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Cidade
Rizzo Parking tentou entregar 66 parquímetros a menos em Balneário Camboriú

Em 5 dias termina o prazo para iniciar o estacionamento rotativo

Quarta, 13/3/2019 7:12.

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Um representante da empresa Rizzo Parking, vencedora da licitação para o estacionamento rotativo em Balneário Camboriú, esteve na sede da prefeitura nesta semana alegando que foram pedidas adequações pelo Fundo Municipal de Trânsito (Fumtran) e elas ainda não estão prontas.

A alegação é falsa, provavelmente para justificar o descumprimento da data de início de funcionamento que é dentro de 5 dias.

O que o Fumtran exigiu foi o cumprimento do contrato.

Por exemplo, a Rizzo Parking numa primeira planilha apresentou 140 parquímetros como previsto na licitação, mas num segundo documento reduziu a quantidade para 74.

Essa diferença de 66 parquímetros a menos representa em torno de R$ 1,5 milhão que a Rizzo economizaria, valor superior ao do contrato que firmou com a prefeitura.

O projeto que a Rizzo entregou à prefeitura, em desconformidade com o contratado, revela desconhecimento da realidade de Balneário Camboriú porque, por exemplo, prevê apenas um parquímetro para toda a Terceira Avenida e dois para toda a Avenida Brasil.

FUMTRAN INCOMPETENTE

O Fumtran tem parte da culpa na confusão porque produziu um projeto de estacionamento rotativo que mistura tecnologia antiga (parquímetros) com moderna (pontos de venda e aplicativo), mas baseou toda a engenharia financeira em parquímetros, criando uma figura bizarra, o aluguel dessas máquinas.

Mais do que isso, dimensionou a necessidade de 140 parquímetros o que exige investimento em torno de R$ 3 milhões.

Com pontos de venda no comércio e aplicativo de celular não haveria necessidade de parquímetro algum, soluções mais baratas poderiam ser adotadas, reduzindo o custo para os motoristas porque o objetivo não é arrecadar e sim fazer as vagas rodarem.

O Fumtran é tão desnorteado neste assunto que na licitação anterior, cancelada por determinação do Tribunal de Contas, a quantidade de parquímetros era 14, portanto 10% da exigida agora.


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Rizzo Parking tentou entregar 66 parquímetros a menos em Balneário Camboriú

Em 5 dias termina o prazo para iniciar o estacionamento rotativo

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Quarta, 13/3/2019 7:12.

Um representante da empresa Rizzo Parking, vencedora da licitação para o estacionamento rotativo em Balneário Camboriú, esteve na sede da prefeitura nesta semana alegando que foram pedidas adequações pelo Fundo Municipal de Trânsito (Fumtran) e elas ainda não estão prontas.

A alegação é falsa, provavelmente para justificar o descumprimento da data de início de funcionamento que é dentro de 5 dias.

O que o Fumtran exigiu foi o cumprimento do contrato.

Por exemplo, a Rizzo Parking numa primeira planilha apresentou 140 parquímetros como previsto na licitação, mas num segundo documento reduziu a quantidade para 74.

Essa diferença de 66 parquímetros a menos representa em torno de R$ 1,5 milhão que a Rizzo economizaria, valor superior ao do contrato que firmou com a prefeitura.

O projeto que a Rizzo entregou à prefeitura, em desconformidade com o contratado, revela desconhecimento da realidade de Balneário Camboriú porque, por exemplo, prevê apenas um parquímetro para toda a Terceira Avenida e dois para toda a Avenida Brasil.

FUMTRAN INCOMPETENTE

O Fumtran tem parte da culpa na confusão porque produziu um projeto de estacionamento rotativo que mistura tecnologia antiga (parquímetros) com moderna (pontos de venda e aplicativo), mas baseou toda a engenharia financeira em parquímetros, criando uma figura bizarra, o aluguel dessas máquinas.

Mais do que isso, dimensionou a necessidade de 140 parquímetros o que exige investimento em torno de R$ 3 milhões.

Com pontos de venda no comércio e aplicativo de celular não haveria necessidade de parquímetro algum, soluções mais baratas poderiam ser adotadas, reduzindo o custo para os motoristas porque o objetivo não é arrecadar e sim fazer as vagas rodarem.

O Fumtran é tão desnorteado neste assunto que na licitação anterior, cancelada por determinação do Tribunal de Contas, a quantidade de parquímetros era 14, portanto 10% da exigida agora.


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