Jornal Página 3

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Retirada de pontos de milho gera reclamações em redes sociais
Google.
O espaço público foi entregue a particulares e sem licitação.

Quinta, 21/3/2019 7:28.

A determinação do Patrimônio da União para que cerca de 150 pontos de milho e churros sejam retiradas, no máximo em 90 dias, da praia central de Balneário Camboriú, gerou uma enxurrada de críticas em redes sociais àquele órgão federal e à administração municipal.

Na verdade o Patrimônio da União está reforçando determinação do Ministério Público Estadual porque a ocupação do espaço favorece alguns em detrimento de outros, já que nunca houve licitação.

Os pontos de milho e churros, cuja atividade mais rentável é o loteamento da praia para alugar cadeiras e guarda-sóis, precisam ser licitados e terão direito a explorá-los quem pagar mais ao município.

Exatamente a mesma regra dos quiosques, acabando com privilégios e favorecimentos econômcos e políticos que acontecem há duas décadas.

Outra questão polêmica é a quantidade, hoje são cerca de 150 pontos, um a cada 40 metros de avenida em média, volume considerado excessivo por parcela da população.

Os pontos de milho já deveriam ter sido demolidos em 2018, mas os atuais detentores do espaço concordaram, em Termo de Ajustamento de Conduta. assinado com o Ministério Pùblico e a prefeitura, em reformar os pontos e entregá-los até maio de 2019, sem direito a qualquer indenização.

Portanto as reclamações nas redes sociais neste sentido não passam de pressão para descumprir o que foi tratado. 

O prefeito Fabrício Oliveira tem reunião com “milheiros” amanhã à tarde. Se ele não remover os pontos até maio, terá que pagar do próprio bolso R$ 1 mil por dia de descumprimento
 

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Retirada de pontos de milho gera reclamações em redes sociais

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O espaço público foi entregue a particulares e sem licitação.
O espaço público foi entregue a particulares e sem licitação.

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Quinta, 21/3/2019 7:28.

A determinação do Patrimônio da União para que cerca de 150 pontos de milho e churros sejam retiradas, no máximo em 90 dias, da praia central de Balneário Camboriú, gerou uma enxurrada de críticas em redes sociais àquele órgão federal e à administração municipal.

Na verdade o Patrimônio da União está reforçando determinação do Ministério Público Estadual porque a ocupação do espaço favorece alguns em detrimento de outros, já que nunca houve licitação.

Os pontos de milho e churros, cuja atividade mais rentável é o loteamento da praia para alugar cadeiras e guarda-sóis, precisam ser licitados e terão direito a explorá-los quem pagar mais ao município.

Exatamente a mesma regra dos quiosques, acabando com privilégios e favorecimentos econômcos e políticos que acontecem há duas décadas.

Outra questão polêmica é a quantidade, hoje são cerca de 150 pontos, um a cada 40 metros de avenida em média, volume considerado excessivo por parcela da população.

Os pontos de milho já deveriam ter sido demolidos em 2018, mas os atuais detentores do espaço concordaram, em Termo de Ajustamento de Conduta. assinado com o Ministério Pùblico e a prefeitura, em reformar os pontos e entregá-los até maio de 2019, sem direito a qualquer indenização.

Portanto as reclamações nas redes sociais neste sentido não passam de pressão para descumprir o que foi tratado. 

O prefeito Fabrício Oliveira tem reunião com “milheiros” amanhã à tarde. Se ele não remover os pontos até maio, terá que pagar do próprio bolso R$ 1 mil por dia de descumprimento
 

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