Jornal Página 3

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Estudo de Joinville mostra que é inviável o rotativo de Balneário Camboriú
Reprodução - Digicon.
Parquímetro da Digicon, uma empresa tradicional, custa cerca de R$ 25 mil.

Quinta, 7/3/2019 5:09.

Estudo de viabilidade econômico-financeira produzido pela prefeitura de Joinville confirma o que o jornal Página 3 vem afirmando há dois meses: a implantação do sistema em Balneário Camboriú é economicamente inviável.

No estudo, feito em 2017 para implantar o rotativo naquela cidade, cada parquímetro foi orçado ao custo de R$ 22.500,00.

Transportado para a realidade de Balneário Camboriú, onde a vencedora da licitação tem que implantar 140 parquímetros, o investimento só nesse ítem totalizaria R$ 3.150.000,00.

A vencedora da licitação em Balneário Camboriú, a Rizzo Parking And Mobility S/A. ofereceu o serviço por R$ 1.349.992,00, portanto se propõe a ter cerca de R$ 1, 8 milhão de prejuízo.

Ela só teria lucro no terceiro ano e se a prefeitura aceitasse prorrogar o contrato inicial que é de 12 meses.

Um sujeito que diz representar a Rizzo Parking ameaçou, por telefone, processar o Jornal Página 3 por divulgar “fake news”.

Em verdade nenhuma notícia “falsa” foi publicada. O negócio, à luz do mercado normal, é economicamente inviável.

Além disso, a empresa não cumpriu sua obrigação com Balneário Camboriú, sendo notificada por isto.

Até o próximo dia 18, portanto dentro de 10 dias, a Rizzo Parking precisa colocar em funcionamento mil vagas e não há qualquer sinal que os trabalhos neste sentido tenham começado.

Na prefeitura de Balneário Camboriú a expectativa é que a Rizzo não cumpra o contrato o que levará à aplicação de multas e outras sanções. “Não é o melhor dos mundos”, definiu um dos envolvidos na contratação.

Desde o início de 2017 o município tenta, sem sucesso, implantar “zona azul”. Não chega a ser novidade porque são comuns problemas em processos licitatórios de estacionamentos rotativos.

Balneário já teve duas experiências ruins, o município precisou romper o contrato nos governos Leonel Pavan e Edson Piriquito.
 

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Estudo de Joinville mostra que é inviável o rotativo de Balneário Camboriú

Reprodução - Digicon.
Parquímetro da Digicon, uma empresa tradicional, custa cerca de R$ 25 mil.
Parquímetro da Digicon, uma empresa tradicional, custa cerca de R$ 25 mil.
Quinta, 7/3/2019 5:09.

Estudo de viabilidade econômico-financeira produzido pela prefeitura de Joinville confirma o que o jornal Página 3 vem afirmando há dois meses: a implantação do sistema em Balneário Camboriú é economicamente inviável.

No estudo, feito em 2017 para implantar o rotativo naquela cidade, cada parquímetro foi orçado ao custo de R$ 22.500,00.

Transportado para a realidade de Balneário Camboriú, onde a vencedora da licitação tem que implantar 140 parquímetros, o investimento só nesse ítem totalizaria R$ 3.150.000,00.

A vencedora da licitação em Balneário Camboriú, a Rizzo Parking And Mobility S/A. ofereceu o serviço por R$ 1.349.992,00, portanto se propõe a ter cerca de R$ 1, 8 milhão de prejuízo.

Ela só teria lucro no terceiro ano e se a prefeitura aceitasse prorrogar o contrato inicial que é de 12 meses.

Um sujeito que diz representar a Rizzo Parking ameaçou, por telefone, processar o Jornal Página 3 por divulgar “fake news”.

Em verdade nenhuma notícia “falsa” foi publicada. O negócio, à luz do mercado normal, é economicamente inviável.

Além disso, a empresa não cumpriu sua obrigação com Balneário Camboriú, sendo notificada por isto.

Até o próximo dia 18, portanto dentro de 10 dias, a Rizzo Parking precisa colocar em funcionamento mil vagas e não há qualquer sinal que os trabalhos neste sentido tenham começado.

Na prefeitura de Balneário Camboriú a expectativa é que a Rizzo não cumpra o contrato o que levará à aplicação de multas e outras sanções. “Não é o melhor dos mundos”, definiu um dos envolvidos na contratação.

Desde o início de 2017 o município tenta, sem sucesso, implantar “zona azul”. Não chega a ser novidade porque são comuns problemas em processos licitatórios de estacionamentos rotativos.

Balneário já teve duas experiências ruins, o município precisou romper o contrato nos governos Leonel Pavan e Edson Piriquito.
 

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