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PÁGINA 3 / Cidade
Parque Ecológico ganha corredor de plantas para atrair abelhas

Sexta, 20/9/2019 17:08.
A preparação do corredor

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O Parque Natural Municipal Raimundo Gonçalez Malta ganhou uma novidade esta semana, que integra as atividades comemorativas ao Dia da Árvore, neste sábado (21): um corredor com 14 árvores com potencial de atrair abelhas. O plantio foi concluído na segunda-feira (16).

O engenheiro florestal Denis Gleich disse que as espécies que formam o corredor são quaresmeira, ingá-macaco, ingá-feijão, guabiju, uvaia e araçá. O corredor fica perto do estacionamento do parque e ao contrário do que alguns pensam, as abelhas não oferecem qualquer perigo.

“A intenção do corredor é atrair atenção das abelhas nativas sem ferrão, porque são elas as maiores responsáveis pela polinização das espécies de árvores nativas. O Parque já é habitat dessas espécies de insetos alados e não trazem problemas à saúde humana. Só viabilizamos o plantio das árvores de espécies onde as florações são de épocas diferentes justamente para aumentar a disponibilidade de alimentos e proteínas para as meliponas”, disse.

Ele acrescentou que um corredor com 14 árvores não vai resolver sozinho os objetivos do desenvolvimento sustentável da ONU.

“Mas nós temos um parque inteiro onde elas se abrigam e se reproduzem, e quando atingem a maturidade das colmeias, migram pra outras áreas nativas conservadas. As abelhas, com outros insetos e animais, são responsáveis pela polinização de mais de 75% das principais culturas alimentares do planeta”, disse.

A ideia do corredor foi da diretora de Fitoterapia Nayara Hirsch e do ex-secretário do Meio Ambiente, Ike Gevaerd.

Segundo Nayara, a ideia de implantar o corredor das abelhas é uma ação para atender os objetivos do desenvolvimento sustentável da ONU, principalmente os objetivos 13 (tomar medidas urgentes para combater a mudança do clima e seus impactos) e 15 (proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres).

“É uma ação simples que consiste no plantio de árvores, e a ideia surgiu depois que a imprensa de todo mundo, principalmente através dos organismos da ONU, divulgou que as abelhas e todos os insetos em cadeia ecológica, estão à beira da extinção. São notícias trágicas. O corredor é uma atividade de prevenção para que nesse espaço possamos garantir a existencia e a proliferação das abelhas”, afirmou Nayara.

“E nós temos o parque todo que existe justamente para proteção, conservação e contemplação dessas espécies animais e vegetais em meio natural”, concluiu o engenheiro florestal.

Informações: secretaria do Meio Ambiente - (47) 3363-7145

O corredor pronto


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Página 3
A preparação do corredor
A preparação do corredor

Parque Ecológico ganha corredor de plantas para atrair abelhas

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Sexta, 20/9/2019 17:08.

O Parque Natural Municipal Raimundo Gonçalez Malta ganhou uma novidade esta semana, que integra as atividades comemorativas ao Dia da Árvore, neste sábado (21): um corredor com 14 árvores com potencial de atrair abelhas. O plantio foi concluído na segunda-feira (16).

O engenheiro florestal Denis Gleich disse que as espécies que formam o corredor são quaresmeira, ingá-macaco, ingá-feijão, guabiju, uvaia e araçá. O corredor fica perto do estacionamento do parque e ao contrário do que alguns pensam, as abelhas não oferecem qualquer perigo.

“A intenção do corredor é atrair atenção das abelhas nativas sem ferrão, porque são elas as maiores responsáveis pela polinização das espécies de árvores nativas. O Parque já é habitat dessas espécies de insetos alados e não trazem problemas à saúde humana. Só viabilizamos o plantio das árvores de espécies onde as florações são de épocas diferentes justamente para aumentar a disponibilidade de alimentos e proteínas para as meliponas”, disse.

Ele acrescentou que um corredor com 14 árvores não vai resolver sozinho os objetivos do desenvolvimento sustentável da ONU.

“Mas nós temos um parque inteiro onde elas se abrigam e se reproduzem, e quando atingem a maturidade das colmeias, migram pra outras áreas nativas conservadas. As abelhas, com outros insetos e animais, são responsáveis pela polinização de mais de 75% das principais culturas alimentares do planeta”, disse.

A ideia do corredor foi da diretora de Fitoterapia Nayara Hirsch e do ex-secretário do Meio Ambiente, Ike Gevaerd.

Segundo Nayara, a ideia de implantar o corredor das abelhas é uma ação para atender os objetivos do desenvolvimento sustentável da ONU, principalmente os objetivos 13 (tomar medidas urgentes para combater a mudança do clima e seus impactos) e 15 (proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres).

“É uma ação simples que consiste no plantio de árvores, e a ideia surgiu depois que a imprensa de todo mundo, principalmente através dos organismos da ONU, divulgou que as abelhas e todos os insetos em cadeia ecológica, estão à beira da extinção. São notícias trágicas. O corredor é uma atividade de prevenção para que nesse espaço possamos garantir a existencia e a proliferação das abelhas”, afirmou Nayara.

“E nós temos o parque todo que existe justamente para proteção, conservação e contemplação dessas espécies animais e vegetais em meio natural”, concluiu o engenheiro florestal.

Informações: secretaria do Meio Ambiente - (47) 3363-7145

O corredor pronto


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