Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Cidade
Grupo defende mercado público, mas preservando a praça da Barra

Prefeitura é dona de terreno, próximo ao local, que poderia receber o Mercado

Sábado, 21/9/2019 10:05.
Divulgação PMBC.
A praça da Barra se tornou um espaço nobre para convivência e eventos.

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Com a proximidade da audiência pública na segunda-feira, às 19h, na Câmara de Vereadores, para discutir o Mercado Público da Barra, um grupo de moradores lançou abaixo-assinado defendendo a construção, mas sem descaracterizar a praça da Barra, como pretende fazer o governo Fabrício Oliveira.

A praça da Barra se tornou um dos melhores espaços públicos da cidade para convivência e realização de eventos.

Já foram feitas algumas reuniões isoladas, com associações do bairro, para falar sobre o projeto, que foi o único inscrito no concurso da prefeitura e teve aprovação no Conselho da Cidade, porque é projeto especial, não cumpre as normas ordinárias do Plano Diretor.

Existem questionamentos por parte da comunidade e de alguns vereadores sobre a localização do Mercado e a arquitetura do prédio, que não tem características açorianas e seria feito em uma área nobre de convivência na praça, onde hoje estão o parquinho das crianças, as quadras de esportes e o galpão cultural onde funcionam coletivos culturais que atuam na região.

Existem alternativas para construir o mercado sem afetar a praça. Por exemplo, a menos de 500 metros daquele local a prefeitura é proprietária de um grande terreno (foto abaixo)para o qual já foram planejados diversos usos, inclusive o mercado público.

Outra hipótese seria desapropriar alguns imóveis, fazer um acordo e construir uma nova sede, no piso superior do mercado público, para a Colônia de Pescadores da Barra.

Abaixo está reproduzido o abaixo-assinado, se quiser assiná-lo clique aqui.

Por um Mercado Público que preserve a PRAÇA!

Queremos um Mercado Público que preserve a PRAÇA! Que venha somar ao bairro da Barra, valorizando o o que já existe: a convivência das pessoas em um espaço público, aberto e muito frequentado.

A prefeitura de Balneário Camboriú pretende construir um Mercado Público na Barra, bairro histórico do município. O mercado é um anseio antigo da comunidade, que tem origem açoriana e ainda pratica a pesca artesanal.

Pelo projeto atual, o Mercado ELIMINARIA um espaço nobre da Praça do Pescador, amplamente utilizado pelas famílias, onde ficam o parquinho das crianças, as quadras de esportes, e o galpão cultural, anexo da Casa Linhares, onde funcionam coletivos culturais. Também seriam afetadas esteticamente a Casa Linhares e a Igrejinha da Barra, patrimônios históricos do município, além da própria praça, que ficaria reduzida pela ocupação de um prédio que não condiz com as características do local.

Nós abaixo-assinados, somos a favor de um Mercado Público que preserve o espaço da Praça do Pescador, que é hoje um dos principais centros de convivência pública da cidade. A pracinha, em sua totalidade, é a alma da comunidade, um lugar de convívio espontâneo, e isso é mais importante que qualquer obra arquitetônica que possa ser implantada naquele ponto.


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Página 3
Divulgação PMBC.
A praça da Barra se tornou um espaço nobre para convivência e eventos.
A praça da Barra se tornou um espaço nobre para convivência e eventos.

Grupo defende mercado público, mas preservando a praça da Barra

Prefeitura é dona de terreno, próximo ao local, que poderia receber o Mercado

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Sábado, 21/9/2019 10:05.

Com a proximidade da audiência pública na segunda-feira, às 19h, na Câmara de Vereadores, para discutir o Mercado Público da Barra, um grupo de moradores lançou abaixo-assinado defendendo a construção, mas sem descaracterizar a praça da Barra, como pretende fazer o governo Fabrício Oliveira.

A praça da Barra se tornou um dos melhores espaços públicos da cidade para convivência e realização de eventos.

Já foram feitas algumas reuniões isoladas, com associações do bairro, para falar sobre o projeto, que foi o único inscrito no concurso da prefeitura e teve aprovação no Conselho da Cidade, porque é projeto especial, não cumpre as normas ordinárias do Plano Diretor.

Existem questionamentos por parte da comunidade e de alguns vereadores sobre a localização do Mercado e a arquitetura do prédio, que não tem características açorianas e seria feito em uma área nobre de convivência na praça, onde hoje estão o parquinho das crianças, as quadras de esportes e o galpão cultural onde funcionam coletivos culturais que atuam na região.

Existem alternativas para construir o mercado sem afetar a praça. Por exemplo, a menos de 500 metros daquele local a prefeitura é proprietária de um grande terreno (foto abaixo)para o qual já foram planejados diversos usos, inclusive o mercado público.

Outra hipótese seria desapropriar alguns imóveis, fazer um acordo e construir uma nova sede, no piso superior do mercado público, para a Colônia de Pescadores da Barra.

Abaixo está reproduzido o abaixo-assinado, se quiser assiná-lo clique aqui.

Por um Mercado Público que preserve a PRAÇA!

Queremos um Mercado Público que preserve a PRAÇA! Que venha somar ao bairro da Barra, valorizando o o que já existe: a convivência das pessoas em um espaço público, aberto e muito frequentado.

A prefeitura de Balneário Camboriú pretende construir um Mercado Público na Barra, bairro histórico do município. O mercado é um anseio antigo da comunidade, que tem origem açoriana e ainda pratica a pesca artesanal.

Pelo projeto atual, o Mercado ELIMINARIA um espaço nobre da Praça do Pescador, amplamente utilizado pelas famílias, onde ficam o parquinho das crianças, as quadras de esportes, e o galpão cultural, anexo da Casa Linhares, onde funcionam coletivos culturais. Também seriam afetadas esteticamente a Casa Linhares e a Igrejinha da Barra, patrimônios históricos do município, além da própria praça, que ficaria reduzida pela ocupação de um prédio que não condiz com as características do local.

Nós abaixo-assinados, somos a favor de um Mercado Público que preserve o espaço da Praça do Pescador, que é hoje um dos principais centros de convivência pública da cidade. A pracinha, em sua totalidade, é a alma da comunidade, um lugar de convívio espontâneo, e isso é mais importante que qualquer obra arquitetônica que possa ser implantada naquele ponto.


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