Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Cidade
Compur quer aumentar a poluição visual em Balneário Camboriú

Prefeito disse que vai revogar a iniciativa de seu subordinado

Sexta, 7/2/2020 10:51.
Google.
Fevereiro de 2019: uso abusivo do espaço público promovido pela própria prefeitura.

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A Companhia de Desenvolvimento e Urbanização de Balneário Camboriú (Compur, que mudará nesta semana o nome para BC Investimentos), está com um chamamento público para adoção de praças e outros espaços públicos que aumentará a poluição visual em Balneário Camboriú.

A lei de adoção de praças é de 1989 e tinha o espírito conservacionista que o falecido secretário do Meio Ambiente, Raimundo Malta, imprimiu às administrações Leonel Pavan.

A legislação da época permitia pequenas placas dos patrocinadores das praças, com até 0,70 m2, mas a administração atual resolveu aumentar o tamanho dessas placas até 6 m2, quase nove vezes maiores.

Dessa forma, a empresa que conservar a Praça Tamandaré, por exemplo, terá 12 m2 para propaganda no espaço mais nobre da cidade, pelo custo de um servente para manter o espaço limpo e ajardinado.

Trata-se de mais um sinal de desrespeito ao espaço público e um recado claro de que a despoluição visual faz parte do discurso do prefeito Fabrício Oliveira, mas não integra a prática do presidente da Compur, Nelson de Oliveira.

O prefeito disse ao Página 3 na manhã desta sexta-feira que se as informações repassadas pela reportagem “forem essas” ele determinará o cancelamento do decreto.


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Fevereiro de 2019: uso abusivo do espaço público promovido pela própria prefeitura.
Fevereiro de 2019: uso abusivo do espaço público promovido pela própria prefeitura.

Compur quer aumentar a poluição visual em Balneário Camboriú

Prefeito disse que vai revogar a iniciativa de seu subordinado

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Sexta, 7/2/2020 10:51.

A Companhia de Desenvolvimento e Urbanização de Balneário Camboriú (Compur, que mudará nesta semana o nome para BC Investimentos), está com um chamamento público para adoção de praças e outros espaços públicos que aumentará a poluição visual em Balneário Camboriú.

A lei de adoção de praças é de 1989 e tinha o espírito conservacionista que o falecido secretário do Meio Ambiente, Raimundo Malta, imprimiu às administrações Leonel Pavan.

A legislação da época permitia pequenas placas dos patrocinadores das praças, com até 0,70 m2, mas a administração atual resolveu aumentar o tamanho dessas placas até 6 m2, quase nove vezes maiores.

Dessa forma, a empresa que conservar a Praça Tamandaré, por exemplo, terá 12 m2 para propaganda no espaço mais nobre da cidade, pelo custo de um servente para manter o espaço limpo e ajardinado.

Trata-se de mais um sinal de desrespeito ao espaço público e um recado claro de que a despoluição visual faz parte do discurso do prefeito Fabrício Oliveira, mas não integra a prática do presidente da Compur, Nelson de Oliveira.

O prefeito disse ao Página 3 na manhã desta sexta-feira que se as informações repassadas pela reportagem “forem essas” ele determinará o cancelamento do decreto.


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