Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Cidade
Mercado da Barra não poderá ser construído sobre a Praça do Pescador

Emenda do vereador Meirinho impediu prejuízo ao espaço de convivência das pessoas

Quinta, 14/5/2020 7:42.
Divulgação/Arquivo Página 3
Concepção original avança sobre a praça e sobre o anexo da Casa Linhares, patrimônio da cidade.

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Os vereadores de Balneário Camboriú aprovaram nesta quarta-feira (13), projeto que autoriza a prefeitura a analisar proposta para construir um mercado em parceria público-privada na Barra, mas emenda do vereador André Meirinho proíbe que ele ocupe, como queria o prefeito e alguns vereadores, o espaço da Praça do Pescador.

O assunto opõe o prefeito, alguns dos seus vereadores e os populares que apóiam a construção do mercado, aos que defendem que o mercado seja feito num terreno da prefeitura a 500m dali, área reservada para essa finalidade nos governos Leonel Pavan/Rubens Spernau.

Nos governos Edson Piriquito a Praça do Pescador foi ampliada, com a desapropriação de terrenos, passando a ter espaço de exposições, parque infantil, palco para shows e feira comercial.

Parte da discussão na Câmara focou na crítica do editor do Página 3, Waldemar Cezar Neto, que publicou nota relatando que o prefeito e alguns vereadores queriam destruir a praça, um dos melhores espaços públicos da cidade.

Isso de fato ocorreria se não fosse a emenda do vereador Meirinho, aprovada por unanimidade e que até deu discurso para alguns vereadores alegarem que nunca pensaram em destruir a praça.

A idealização do mercado é uma proposta vencedora do concurso de projetos realizado no ano passado e que, por falta de interesse, só teve um participante.

Após análise da prefeitura, que possivelmente conclua pela inviabilidade comercial do projeto, deverá ocorrer licitação para alguém interessado em construir e explorar o espaço por 20 anos.

As fotos abaixo mostram que, apesar do discurso de ocasião de alguns vereadores, espaços públicos da praça seriam destruídos com a construção do mercado, prédio que pode ser feito próximo dali, sem prejuízo algum a ninguém.



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Página 3
Divulgação/Arquivo Página 3
Concepção original avança sobre a praça e sobre o anexo da Casa Linhares, patrimônio da cidade.
Concepção original avança sobre a praça e sobre o anexo da Casa Linhares, patrimônio da cidade.

Mercado da Barra não poderá ser construído sobre a Praça do Pescador

Emenda do vereador Meirinho impediu prejuízo ao espaço de convivência das pessoas

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Quinta, 14/5/2020 7:42.

Os vereadores de Balneário Camboriú aprovaram nesta quarta-feira (13), projeto que autoriza a prefeitura a analisar proposta para construir um mercado em parceria público-privada na Barra, mas emenda do vereador André Meirinho proíbe que ele ocupe, como queria o prefeito e alguns vereadores, o espaço da Praça do Pescador.

O assunto opõe o prefeito, alguns dos seus vereadores e os populares que apóiam a construção do mercado, aos que defendem que o mercado seja feito num terreno da prefeitura a 500m dali, área reservada para essa finalidade nos governos Leonel Pavan/Rubens Spernau.

Nos governos Edson Piriquito a Praça do Pescador foi ampliada, com a desapropriação de terrenos, passando a ter espaço de exposições, parque infantil, palco para shows e feira comercial.

Parte da discussão na Câmara focou na crítica do editor do Página 3, Waldemar Cezar Neto, que publicou nota relatando que o prefeito e alguns vereadores queriam destruir a praça, um dos melhores espaços públicos da cidade.

Isso de fato ocorreria se não fosse a emenda do vereador Meirinho, aprovada por unanimidade e que até deu discurso para alguns vereadores alegarem que nunca pensaram em destruir a praça.

A idealização do mercado é uma proposta vencedora do concurso de projetos realizado no ano passado e que, por falta de interesse, só teve um participante.

Após análise da prefeitura, que possivelmente conclua pela inviabilidade comercial do projeto, deverá ocorrer licitação para alguém interessado em construir e explorar o espaço por 20 anos.

As fotos abaixo mostram que, apesar do discurso de ocasião de alguns vereadores, espaços públicos da praça seriam destruídos com a construção do mercado, prédio que pode ser feito próximo dali, sem prejuízo algum a ninguém.



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