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PÁGINA 3 / Cinema
Filme 'A Freira' se torna o terror mais visto da história do Brasil

Terça, 25/9/2018 17:34.
Divulgação

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GUILHERME GENESTRETI (FOLHAPRESS)

Após vender mais de quatro milhões de ingressos no país, o filme "A Freira" se tornou o longa de terror mais visto da história do Brasil.

Desde que estreou, no último dia 6, "A Freira" faturou R$ 63 milhões em território nacional, segundo sua produtora, a Warner.

A obra de Corin Hardy ultrapassou "It" e "Annabelle", outros hits recentes de bilheteria, coroando o bom momento do gênero no país.

Isso não significa, contudo, que qualquer obra de terror vá bem entre os brasileiros. O público daqui ainda tem um pé atrás com produções locais.

Embora vendida para dezenas de países, "As Boas Maneiras", longa de Juliana Rojas e Marco Dutra que a produtora lançou em junho, fez menos de 9.000 espectadores no Brasil -a despeito da louvação da imprensa, da presença de Marjorie Estiano no elenco e de sua ótima história de lobisomem paulistano.

Em cartaz, "O Animal Cordial", de Gabriela Amaral Almeida, é outro exemplo. A diretora, conhecedora do gênero, fez uma produção caprichada, protagonizada por Murilo Benício e incensada pela crítica. Ali, as distorções sociais do país servem de molho à trama sanguinolenta encenada em um restaurante.

Na sua semana de estreia, a elogiada obra fez uma média de 2.000 espectadores. É um número considerável ao se levar em conta que foi lançada em só 20 salas e sem verba de marketing. Ainda assim, está longe dos blockbusters estrangeiros.

A trama de "A Freira" é uma derivação da franquia "Invocação do Mal". Traz a história do demônio Valak, que se incorpora no corpo de uma religiosa.


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Filme 'A Freira' se torna o terror mais visto da história do Brasil

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Terça, 25/9/2018 17:34.

GUILHERME GENESTRETI (FOLHAPRESS)

Após vender mais de quatro milhões de ingressos no país, o filme "A Freira" se tornou o longa de terror mais visto da história do Brasil.

Desde que estreou, no último dia 6, "A Freira" faturou R$ 63 milhões em território nacional, segundo sua produtora, a Warner.

A obra de Corin Hardy ultrapassou "It" e "Annabelle", outros hits recentes de bilheteria, coroando o bom momento do gênero no país.

Isso não significa, contudo, que qualquer obra de terror vá bem entre os brasileiros. O público daqui ainda tem um pé atrás com produções locais.

Embora vendida para dezenas de países, "As Boas Maneiras", longa de Juliana Rojas e Marco Dutra que a produtora lançou em junho, fez menos de 9.000 espectadores no Brasil -a despeito da louvação da imprensa, da presença de Marjorie Estiano no elenco e de sua ótima história de lobisomem paulistano.

Em cartaz, "O Animal Cordial", de Gabriela Amaral Almeida, é outro exemplo. A diretora, conhecedora do gênero, fez uma produção caprichada, protagonizada por Murilo Benício e incensada pela crítica. Ali, as distorções sociais do país servem de molho à trama sanguinolenta encenada em um restaurante.

Na sua semana de estreia, a elogiada obra fez uma média de 2.000 espectadores. É um número considerável ao se levar em conta que foi lançada em só 20 salas e sem verba de marketing. Ainda assim, está longe dos blockbusters estrangeiros.

A trama de "A Freira" é uma derivação da franquia "Invocação do Mal". Traz a história do demônio Valak, que se incorpora no corpo de uma religiosa.


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