Jornal Página 3
Coluna
ALBC Ecos Literários
Por Academia de Letras

Poemas de Hang Ferrero

No meu peito,
uma tempestade incessante.
O meu coração prefere a mansidão,
mas não tem jeito:
o vendaval é mais confiante.


Porque tudo tem ritmo na mata,
na verde mata dos duendes
que oferecem chás e comilança
e até algumas gemas, nas pontas,
das preciosas zarabatanas
de hortelã.


Fechar os olhos agora,
é como brecha de nuvem e,
pensamento, é luz de espanto.

Quanto cabe em um?
O que quero tanto, em um?
Meu lar, na tempestade solar
Meus 99 sóis mais tu.

Escrito por Academia de Letras, 27/03/2019 às 11h26 | elianarjz@gmail.com



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No meu peito,
uma tempestade incessante.
O meu coração prefere a mansidão,
mas não tem jeito:
o vendaval é mais confiante.


Porque tudo tem ritmo na mata,
na verde mata dos duendes
que oferecem chás e comilança
e até algumas gemas, nas pontas,
das preciosas zarabatanas
de hortelã.


Fechar os olhos agora,
é como brecha de nuvem e,
pensamento, é luz de espanto.

Quanto cabe em um?
O que quero tanto, em um?
Meu lar, na tempestade solar
Meus 99 sóis mais tu.

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