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Coluna
Cá Pra Nós
Por Fernando Baumann

O Fator Fazer

 Na minha percepção nosso atendimento ao público de modo geral é ruim. Parece que o cliente é um problema. Falta postura profissional, agilidade e simpatia. Quem nunca foi a um mercado, padaria ou outro comércio em geral e ficou aguardando enquanto os atendentes conversavam sobre o final de semana, o passeio, o futebol ou o cônjuge? Ou então àquela vontade danada em  atender que faz você se sentir um intruso, um incômodo?

Escuto muito a frase: “ah eu não tive sorte..., ah eu não tive oportunidade”...

Pois bem, num determinado dia fui fazer compras num mercado próximo a minha casa e aleatoriamente escolhi um caixa para efetivar o pagamento. Rapidamente pude observar a forma eficiente e eficaz com que o atendente realizava o seu trabalho, estando concentrado nos seus afazeres, procurando desempenhá-lo da melhor forma possível. Aquilo me chamou a atenção, pois o que deveria ser regra era exceção.

Numa segunda oportunidade que fui ao mesmo mercado lembrei do ocorrido na vez anterior e procurei utilizar o serviço do mesmo atendente. E lá estava ele igual: rápido, eficiente e ágil. Numa terceira vez o fato se repetiu. Então não tive dúvida, liguei para a empresa de recrutamento e seleção que me atende e disse: “quero que contrate esta pessoa!”

Pois bem, ele veio trabalhar comigo e de simples auxiliar galgou cargos importantes na empresa transformando-se num profissional de sucesso, sempre atualizado e esforçado em entregar o melhor. Hoje não faz mais parte dos nossos quadros, pois decidiu empreender por conta própria, tendo meu total apoio.

De auxiliar a dono do próprio negócio!

Hoje, refletindo sobre o ocorrido, fica claro para mim que cada profissional é patrão de si mesmo. Você não trabalha para um CNPJ, mas sim para o seu CPF. A questão da sorte ou da oportunidade é relativa a fazer ou esperar ser feito.

O tempo todos estamos sendo observados, então não estar nem aí com que os outros pensam ou acham pode servir contra você. Você é o melhor produto que tem para vender, então saiba se vender, pois se não for valorizado aonde está certamente alguém o fará.

E a sorte virá.

E as oportunidades virão!

 

Escrito por Fernando Baumann, 20/04/2018 às 09h42 | fernando@bba-reiki.com.br



Fernando Baumann

Assina a coluna Cá Pra Nós

Economista, empresário e militante das causas coletivas, acredita no associativismo e cooperativismo como ferramentas para a construção de uma sociedade mais justa. Busca incessantemente evoluir como ser humano e social.














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O Fator Fazer

 Na minha percepção nosso atendimento ao público de modo geral é ruim. Parece que o cliente é um problema. Falta postura profissional, agilidade e simpatia. Quem nunca foi a um mercado, padaria ou outro comércio em geral e ficou aguardando enquanto os atendentes conversavam sobre o final de semana, o passeio, o futebol ou o cônjuge? Ou então àquela vontade danada em  atender que faz você se sentir um intruso, um incômodo?

Escuto muito a frase: “ah eu não tive sorte..., ah eu não tive oportunidade”...

Pois bem, num determinado dia fui fazer compras num mercado próximo a minha casa e aleatoriamente escolhi um caixa para efetivar o pagamento. Rapidamente pude observar a forma eficiente e eficaz com que o atendente realizava o seu trabalho, estando concentrado nos seus afazeres, procurando desempenhá-lo da melhor forma possível. Aquilo me chamou a atenção, pois o que deveria ser regra era exceção.

Numa segunda oportunidade que fui ao mesmo mercado lembrei do ocorrido na vez anterior e procurei utilizar o serviço do mesmo atendente. E lá estava ele igual: rápido, eficiente e ágil. Numa terceira vez o fato se repetiu. Então não tive dúvida, liguei para a empresa de recrutamento e seleção que me atende e disse: “quero que contrate esta pessoa!”

Pois bem, ele veio trabalhar comigo e de simples auxiliar galgou cargos importantes na empresa transformando-se num profissional de sucesso, sempre atualizado e esforçado em entregar o melhor. Hoje não faz mais parte dos nossos quadros, pois decidiu empreender por conta própria, tendo meu total apoio.

De auxiliar a dono do próprio negócio!

Hoje, refletindo sobre o ocorrido, fica claro para mim que cada profissional é patrão de si mesmo. Você não trabalha para um CNPJ, mas sim para o seu CPF. A questão da sorte ou da oportunidade é relativa a fazer ou esperar ser feito.

O tempo todos estamos sendo observados, então não estar nem aí com que os outros pensam ou acham pode servir contra você. Você é o melhor produto que tem para vender, então saiba se vender, pois se não for valorizado aonde está certamente alguém o fará.

E a sorte virá.

E as oportunidades virão!

 

Escrito por Fernando Baumann, 20/04/2018 às 09h42 | fernando@bba-reiki.com.br



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