Jornal Página 3
Coluna
Cá Pra Nós
Por Fernando Baumann

A trama

 Acredito na transformação através do diálogo e da discussão de ideias, e também no poder do entendimento mesmo quando discordante. A razão não é propriedade particular de um determinado ser, e sim o entendimento coletivo construído ao longo do tempo. Participar do processo eleitoral é fundamental, como também após a posse, contribuindo para a melhoria do que está aí.

Entendo que toda a dificuldade e instabilidade política que estamos vivenciando é de extrema importância para a melhoria do sistema. O fogo transforma e também dói bastante, mas é necessário.

Na reta final da definição dos candidatos, percebo grande movimentação entre os partidos políticos, num verdadeiro frenesi de intenções e possibilidades. Como eleitor me interesso pelo tema, até porque mesmo não concordando com muito do que está aí, não posso deixar de participar do processo, tomando a decisão da escolha, que não será branca nem nula.

Infelizmente temos muitos motivos para não pensar assim. Os partidos continuam tendo dono, sendo geridos como um negócio. A discussão ideológica ou de ideias está longe da pauta, o que deveria ser assunto primeiro dada a grave crise. Não vi em nenhum momento algum partido destes que estão aí assumir alguma responsabilidade sobre o que está acontecendo. Chamar para si o compromisso de acertar, admitindo que errou. Isto sim seria um ato de extrema grandeza. Até parece que os acontecimentos são obra do acaso. Engraçado, todos se dizem vítimas!

Observando o momento tenho a sensação de que pouco aprendemos com as dificuldades vividas. Na apresentação dos pré-candidatos nada se fala sobre planos efetivos de governo e ações concretas de restabelecimento da ordem econômica, social e política. O próximo governo tem uma bomba relógio para desarmar, queira ele ou não.

Traições, acertos e interesses espúrios ainda estão na pauta das composições que herdarão(ou continuarão) o próximo governo. Cabe ao eleitor então, dentro do seu entendimento, depurar isto que está aí. Não dá para ficar alheio ou fazer de conta que tanto faz, por que não é verdade. Por mais difícil que seja, a escolha precisa ser feita.

Eu ainda não sei em quem vou votar(também nuca participei de pesquisa de intenção), mas já defini duas premissas: não voto em candidato que esteja cumprindo mandato ou que tenha renunciado para concorrer; para quem conseguir, vou avisar que vou votar nele, para que ele saiba que vou cobrar.

O momento é ótimo. Sorte pra nós!

Escrito por Fernando Baumann, 03/08/2018 às 09h24 | fernando@bba-reiki.com.br



Fernando Baumann

Assina a coluna Cá Pra Nós

Economista, empresário e militante das causas coletivas, acredita no associativismo e cooperativismo como ferramentas para a construção de uma sociedade mais justa. Busca incessantemente evoluir como ser humano e social.














Fale Conosco - Anuncie no Página 3 - Normas de Uso
© Desenvolvido por Página 3

Endereço: Rua 2448, 360 - Balneário Camboriú - SC | Telefone: (47) 3367-3333 | Email: jornal@pagina3.com.br

Página 3
Cá Pra Nós
Por Fernando Baumann

A trama

 Acredito na transformação através do diálogo e da discussão de ideias, e também no poder do entendimento mesmo quando discordante. A razão não é propriedade particular de um determinado ser, e sim o entendimento coletivo construído ao longo do tempo. Participar do processo eleitoral é fundamental, como também após a posse, contribuindo para a melhoria do que está aí.

Entendo que toda a dificuldade e instabilidade política que estamos vivenciando é de extrema importância para a melhoria do sistema. O fogo transforma e também dói bastante, mas é necessário.

Na reta final da definição dos candidatos, percebo grande movimentação entre os partidos políticos, num verdadeiro frenesi de intenções e possibilidades. Como eleitor me interesso pelo tema, até porque mesmo não concordando com muito do que está aí, não posso deixar de participar do processo, tomando a decisão da escolha, que não será branca nem nula.

Infelizmente temos muitos motivos para não pensar assim. Os partidos continuam tendo dono, sendo geridos como um negócio. A discussão ideológica ou de ideias está longe da pauta, o que deveria ser assunto primeiro dada a grave crise. Não vi em nenhum momento algum partido destes que estão aí assumir alguma responsabilidade sobre o que está acontecendo. Chamar para si o compromisso de acertar, admitindo que errou. Isto sim seria um ato de extrema grandeza. Até parece que os acontecimentos são obra do acaso. Engraçado, todos se dizem vítimas!

Observando o momento tenho a sensação de que pouco aprendemos com as dificuldades vividas. Na apresentação dos pré-candidatos nada se fala sobre planos efetivos de governo e ações concretas de restabelecimento da ordem econômica, social e política. O próximo governo tem uma bomba relógio para desarmar, queira ele ou não.

Traições, acertos e interesses espúrios ainda estão na pauta das composições que herdarão(ou continuarão) o próximo governo. Cabe ao eleitor então, dentro do seu entendimento, depurar isto que está aí. Não dá para ficar alheio ou fazer de conta que tanto faz, por que não é verdade. Por mais difícil que seja, a escolha precisa ser feita.

Eu ainda não sei em quem vou votar(também nuca participei de pesquisa de intenção), mas já defini duas premissas: não voto em candidato que esteja cumprindo mandato ou que tenha renunciado para concorrer; para quem conseguir, vou avisar que vou votar nele, para que ele saiba que vou cobrar.

O momento é ótimo. Sorte pra nós!

Escrito por Fernando Baumann, 03/08/2018 às 09h24 | fernando@bba-reiki.com.br



Fernando Baumann

Assina a coluna Cá Pra Nós

Economista, empresário e militante das causas coletivas, acredita no associativismo e cooperativismo como ferramentas para a construção de uma sociedade mais justa. Busca incessantemente evoluir como ser humano e social.