Jornal Página 3
Coluna
CINERAMA BC
Por Barbara Sturm

A música e o cinema lado a lado

Existe uma lenda que diz que se você tocar o disco The Dark Side of the Moon do Pink Floid, simultaneamente com o filme O Mágico de Oz, versão de 1939 dirigida por Victor Fleming, ocorrem correspondências entre o filme e o álbum.
O álbum, que foi lançado em 1973, foi um marco do rock progressivo e fala sobre as pressões da vida como tempo, dinheiro, guerra, loucura e morte. Temas encontrados subjetivamente no filme.
Hoje, 11 de Março de 2012, o MIS – Museu da Imagem e do Som de São Paulo - apresentou em sua Sessão Cinematographo (sessão aos domingos onde são exibidos filmes mudos com trilha sonora ao vivo) o filme sem som, porém com legendas, ao lado da banda Pink Floid Cover, comprovando a relação das músicas do álbuns com as cenas do filme.

                  

A experência é incrível, além de altos e baixos das músicas casarem com momentos tensos ou felizes (respectivamente) do filme, existem pontos bem concretos de interação, como: 1) o som da caixa registradora no início da faixa “Money” aparece exatamente quando Dorothy pisa pela primeira vez a estrada dos tijolos amarelos, que é também o momento em que o filme passa de preto e branco para cores; 2) o bater de coração no fim do álbum ocorre quando Dorothy tenta ouvir o coração do homem de lata; 3) a duração da maioria das músicas coincide precisamente com a duração das cenas no filme; entre outras várias “coincidências”.
Os membros dos Pink Floyd desmentem qualquer relação entre o álbum e o filme. No Especial MTV de 2002 eles afirmam que não poderia esta relação ser planejada por não poderem reproduzir o filme no estúdio, visto na altura não existirem ainda os videogravadores. Mas que funciona, funciona.
Escrito por Barbara Sturm, 12/03/2012 às 11h03 | barbara@cineramabc.com

1º FAÇA divulga filmes selecionados

O Cineasta Samuel Moreira e Richard Maus irão representar Itajaí com o ótimo "SENTIDOS".

Lista contempla produções realizadas em Florianópolis, São Paulo e Rio e em pequenos municípios de Santa Catarina


De 177 inscritos, foram selecionados 31 curtas para concorrer a troféus e a R$ 20 mil reais de premiação em dinheiro no 1º FAÇA - Festival Audiovisual Catarinense, que ocorre em abril em Lages (de 12 a 14), Blumenau (de 19 a 21) e Florianópolis (de 26 a 29). São 17 ficções, 9 documentários e 5 animações disputando os prêmios das quatro categorias, incluindo o Júri Popular.

Florianópolis permanece como o maior polo produtor, mas é importante destacar que pequenos municípios, como Irineópolis e Ilha Redonda tiveram filmes selecionados, além de produções de catarinenses realizadas em São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Curitiba (PR).

Serão contempladas quatro categorias, cada uma delas com um prêmio de R$ 5.000,00: Melhor Ficção, Melhor Animação, e Melhor Documentário, eleitos pelo Júri Oficial, e o melhor curta eleito pelo Júri Popular. A curadoria foi integrada por Fernando Boppré, Guto Lima e Lucian Chaussard , todos de Santa Catarina e com reconhecida experiência em cinema.

Embora as inscrições estivessem abertas para filmes realizados em qualquer período, mais de 80% dos títulos selecionados foram produzidos nos últimos cinco anos. É importante observar que o número de inscritos demonstra que o Estado produz um curta por semana. Mas das produções inscritas há 19 finalizadas entre janeiro e fevereiro de 2012, o que dá uma média de pelo menos dois curtas por semana.

O FAÇA é uma realização da Exato Segundo Produções Artísticas em parceria com a Alquimídia.org e da Hemisfério Criativo, responsável pela criação da identidade visual. O evento tem o Apoio Institucional da Cinemateca Catarinense/ABD-SC, FUNCINE – Fundo Municipal de Cinema de Florianópolis, SANTACINE – Sindicato da Industria do Audiovisual de Santa Catarina, SINTRACINE – Sindicado dos Trabalhadores do Audiovisual em Santa Catarina, Fundação Catarinense de Cultura (FCC), Cinema do CIC e Museu da Imagem e do Som (MIS/SC).

O Festival conta ainda com o apoio da Vantuta Impressões, SESC Santa Catarina, FURB (Fundação Universidade Regional de  Blumenau) e Fundação Cultural de Blumenau, Prefeitura Municipal de Blumenau e Paradigma Cine Arte. O Governo de Santa Catarina, por meio da Secretaria de Turismo, Cultura e Esporte do Estado (SOL) e FUNCULTURAL, é patrocinador do 1º FAÇA – Festival Audiovisual Catarinense.

Mais informações: www.faca.art.br

 

Escrito por André Gevaerd, 08/03/2012 às 17h06 | andre@cineramabc.com

Credenciais e Oficinas

O CINERAMA.BC está preparando diversas novidades para 2012.

Primeiramente gostaríamos de anunciar que as credenciais para o 2º CINERAMA.BC  estão a venda no Cine Itália, nos pontos de venda Blue Ticket e no site da Blue Ticket. A credencial garante acesso a todas as sessões da programação e custam apenas 80,00 para membros.
(obs.: Os ingressos avulsos estarão a venda assim que for anunciada a programação completa.)

Para mais informações sobre ingressos e credenciais http://www.cineramabc.com.br/cineramabc/index.php/ingressos-credenciais



Finalmente gostaria de anunciar as oficinas que já estão a disposição de todos:

Realização Coletiva de Curta-metragem / Direção Cinematográfica / Roteiro Cinematográfico / Oficina de Captação de Imagem e Som / Oficina de Direção de Arte

Maiores informações sobre as oficinas no link http://www.cineramabc.com.br/cineramabc/index.php/oficinas

Caso não consiga visualizar este e-mail entre no link www.cineramabc.com.br para maiores informações.

Escrito por André Gevaerd, 02/03/2012 às 09h58 | andre@cineramabc.com

O auto-retrato como arte

O pai de Susanna Kraus, o físico alemão Werner Krause, foi contratado em 1970 para construir uma máquina fotográfica capaz de capturar o processo de ignição do motor Wankel. O sistema da época (lentes óticas) não era preciso ao ponto de capturar o processo ultra-rápido do motor, e para isso o Dr. Kraus criou um sistema de espelho único.
Depois de sua patente ser usada para fins automobilísticos, ele e o artista Erhard Hößle, amigos de longa data, desenvolveram a partir do mesmo sistema uma câmera ótica que possibilitava auto-retratos em escala 1 para 1 sem a distorção da imagem. Ou seja, no espelho que há dentro da câmera você se vê exatamente como vai sair na foto, e não ao contrário como nos espelhos comuns.
A experiência de tirar uma foto na IMAGO começa ao entrar dentro de uma câmera para ser fotografado, uma coisa inimaginável para alguém da geração atual. Depois de ajustada a luz e o figurino, você decide como será sua expressão e posição olhando para o espelho de 2 metros em sua frente – aqui novamente se experimenta uma sensação que não faz parte do mundo da fotografia atual: na maioria das vezes posamos da mesma forma para todas as fotografias que uma segunda pessoa tira de nós, na IMAGO você decide se prefere seu semblante sério ou não, se vai deixar a mão solta ou na cintura, se vai olhar para a lente ou para o horizonte.
Enquanto você encontra sua posição, Susanna está no quarto escuro da câmera ajeitando o papel e dando coordenadas de foco. Quando está tudo decidido ela ajeita o papel fotográfico e dá um OK, você aperta o disparador da câmera e aguarda 2 segundos pelo flash. Pronto, sua imagem foi capturada e está começando a ser impressa.
Passados dez minutos a foto está pronta. É incrível o efeito de se ver em tamanho natural na sua frente, olhando para a foto cada um descobre algo que novo sobre si.
Escrito por Barbara Sturm, 28/02/2012 às 13h57 | barbara@cineramabc.com

LIVROS SOBRE CINEMA GRATUITOS NA NET

Procurando mais títulos para a sua biblioteca digital? Arrume mais 20 lugares na sua estante. O portal Universia Brasil disponibilizou livros sobre cinema nacional, gratuitamente e em pdf. Criada pela Imprensa Nacional, a coleção traz biografias de cineastas e roteiros de filmes.

Além de socializar o acesso ao material, a iniciativa também ajuda a manter viva nossa  memória cultural e trajetória cinematográfica. Os livros fazem parte da coleção “Aplauso”.

Confira os títulos disponíveis e boa leitura

A hora do Cinema Digital
Autor: Luiz Gonzaga Assis de Luca

 

Um insólito destino
Autor: Alfredo Sternheim

 

Ana Carolina – cineasta brasileira
Autor: Evaldo Mocarzel

 

Ary Fernandes – Sua fascinante história
Autor: Antonio Leão da Silva Neto

 

Espelho da Alma
Autor: Antonio Carlos da Fontoura

 

Bastidores
Autora: Elaine Guerini

 

Astros e Estrelas do Cinema Brasileiro
Autor: Antonio Leão da Silva Neto

 

Carlos Reichenbach – O cinema como a razão de viver
Autor: Marcelo Lyra

 

Críticas de invenção
Autor: Jairo Ferreira

 

Críticas de Luiz Geraldo
Autora: Autora Miranda Leão

 

Inácio Araújo – Cinema de Boca em Boca
Autor: Juliano Tosi

 

Marco Altberg – Muitos cinemas
Autora: Roberta Canuto

 

Miguel Borges – Um Lobisomem sai da sombra
Autor: Antonio Leão da Silva Neto

 

Críticas de Rubem Biáfora
Autor: Carlos M. Motta

 

Roteiro de “Viva-Voz”
Autor: Paulo Morelli

 

Roteiro de “Quando Vale ou é por Qulilo?”
Autor: Eduardo Benaim, Newton Cannito e Sergio Bianchi

 

Roteiro de “Salve Geral”
Autor: Sérgio Rezende

 

Zelito Viana – Histórias causos do Cinema brasileiro
Autora: Betse de Paula

 

Orlando Senna – cineasta
Autor: Hermes Leal

 

Helvécio Ratton – O cinema além das montanhas
Autor: Pablo Villaça

Escrito por André Gevaerd, 27/02/2012 às 09h12 | andre@cineramabc.com

OFICINA DE REALIZAÇÃO EM CINEMA REÚNE GRANDES PROFISSIONAIS EM LONDRINA

A Oficina de Realização em Cinema prevê a produção de um curta-metragem de até 12 minutos em uma turma com no máximo 30 alunos. A Oficina será ministrada por integrantes daKinoarte:

Rodrigo Grota | Direção, Roteiro e Montagem
Bruno Gehring | Produção e Som
Guilherme Gerais | Direção de Fotografia e Câmera
Felipe Augusto | Direção de Arte e Projeto Gráfico

Rodrigo Grota é diretor dos curtas Satori Uso, Booker Pittman e Haruo Ohara, além de professor de Direção e Montagem na CineTV-PR – Escola Superior Sul Americana de Cinema e Televisão, em Curitiba. Conquistou mais de 50 prêmios entre festivais nacionais e internacionais, com destaque para 13 premiações no Festival de Gramado.

Bruno Gehring é um dos fundadores e atual presidente da Kinoarte. Já produziu mais de 30 filmes, entre eles a Trilogia do Esquecimento (Satori, Booker e Haruo). Coordena a Mostra Londrina de Cinema, a Mostra Marília de Cinema, a Revista Taturana, os projetos Kinoarte Mostra Curtas, Kinoclube e a Vila Cultural Kinoarte.

Guilherme Gerais é fotógrafo, diretor de fotografia do curta-metragem Sylvia. Formado em Artes Visuais – Multimídia pela Unopar, é coordenador gráfico da Revista Taturana e do projeto Imaginário Cromático.

Felipe Augusto é artista gráfico, diretor de arte dos curtas Galeria e Sylvia. Formado em Artes Visuais – Multimídia pela Unopar, é coordenador gráfico da Revista Taturana e do projeto Imaginário Cromático.

A Oficina de Realização em Cinema irá resultar em um curta-metragem com duração entre 4 e 12 minutos. Realizada na Vila Cultural Kinoarte (Rua Paraíba, 331, Centro, Londrina, PR), a Oficina é aberta a alunos de outras cidades e irá ocorrer nos dias 10 e 11, 17 e 18, 24 e 25 de março de 2012. Para participar dessa Oficina o aluno não precisa contar com uma experiência anterior em cinema – a Oficina de Realização em Cinema tem caráter introdutório.

As aulas serão divididas da seguinte forma:

Dias 10 e 11, das 9h às 12h e das 14h às 18h
Divisão de equipe, escolha do tema, elaboração do roteiro, aulas teóricas de fotografia, arte e produção, escolha de locações e elenco

Dias 17 e 18, horário a ser definido após o cronograma de filmagem
Filmagens

Dias 24 e 25, das 9h às 12h e das 14h às 18h
Montagem, edição de som, elaboração do Projeto Gráfico do filme e finalização


O custo da Oficina é de R$ 290,00 – os inscritos ainda receberão, além de uma cópia do filme em DVD e do certificado de participação, um exemplar do livro Imaginário Cromático e a mais recente edição da Revista Taturana.

O pagamento pode ser feito à vista ou de forma parcelada - 2x de R$ 145,00 ou 1 de R$ 100,00 e 2x de R$ 95,00.

Para garantir a sua vaga preencha a ficha de inscrição (que segue em anexo) e envie essa ficha para [email protected]

Envie também o comprovante de depósito da inscrição para a Oficina nesse mesmo e-mail. Caso você tenha optado por fazer o pagamento de forma parcelada efetive sua inscrição pessoalmente na Kinoarte em horário comercial.

A Kinoarte (Instituto de Cinema e Vídeo de Londrina) é uma associação cultural sem fins lucrativos, de utilidade pública municipal, e que desde julho de 2003 atua em quatro áreas: produção, exibição e preservação de filmes, além de realizar projetos de formação em cinema. Dúvidas e informações pelos telefones (43) 3026 6932 | (43) 9902 2669 e pelo e-mail [email protected]

Escrito por André Gevaerd, 24/02/2012 às 12h17 | andre@cineramabc.com



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Barbara Sturm

Assina a coluna CINERAMA BC

Nasceu em Balneário Camboriú, resolveu fazer cinema, mudou-se para São Paulo, fez muitos filmes, voltou para Balneário. Continua fazendo filmes. Diretor do Festival CinemaramaBC e idealizador da sala de cinema e eventos, ArtHouse.














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Por Barbara Sturm

A música e o cinema lado a lado

Existe uma lenda que diz que se você tocar o disco The Dark Side of the Moon do Pink Floid, simultaneamente com o filme O Mágico de Oz, versão de 1939 dirigida por Victor Fleming, ocorrem correspondências entre o filme e o álbum.
O álbum, que foi lançado em 1973, foi um marco do rock progressivo e fala sobre as pressões da vida como tempo, dinheiro, guerra, loucura e morte. Temas encontrados subjetivamente no filme.
Hoje, 11 de Março de 2012, o MIS – Museu da Imagem e do Som de São Paulo - apresentou em sua Sessão Cinematographo (sessão aos domingos onde são exibidos filmes mudos com trilha sonora ao vivo) o filme sem som, porém com legendas, ao lado da banda Pink Floid Cover, comprovando a relação das músicas do álbuns com as cenas do filme.

                  

A experência é incrível, além de altos e baixos das músicas casarem com momentos tensos ou felizes (respectivamente) do filme, existem pontos bem concretos de interação, como: 1) o som da caixa registradora no início da faixa “Money” aparece exatamente quando Dorothy pisa pela primeira vez a estrada dos tijolos amarelos, que é também o momento em que o filme passa de preto e branco para cores; 2) o bater de coração no fim do álbum ocorre quando Dorothy tenta ouvir o coração do homem de lata; 3) a duração da maioria das músicas coincide precisamente com a duração das cenas no filme; entre outras várias “coincidências”.
Os membros dos Pink Floyd desmentem qualquer relação entre o álbum e o filme. No Especial MTV de 2002 eles afirmam que não poderia esta relação ser planejada por não poderem reproduzir o filme no estúdio, visto na altura não existirem ainda os videogravadores. Mas que funciona, funciona.
Escrito por Barbara Sturm, 12/03/2012 às 11h03 | barbara@cineramabc.com

1º FAÇA divulga filmes selecionados

O Cineasta Samuel Moreira e Richard Maus irão representar Itajaí com o ótimo "SENTIDOS".

Lista contempla produções realizadas em Florianópolis, São Paulo e Rio e em pequenos municípios de Santa Catarina


De 177 inscritos, foram selecionados 31 curtas para concorrer a troféus e a R$ 20 mil reais de premiação em dinheiro no 1º FAÇA - Festival Audiovisual Catarinense, que ocorre em abril em Lages (de 12 a 14), Blumenau (de 19 a 21) e Florianópolis (de 26 a 29). São 17 ficções, 9 documentários e 5 animações disputando os prêmios das quatro categorias, incluindo o Júri Popular.

Florianópolis permanece como o maior polo produtor, mas é importante destacar que pequenos municípios, como Irineópolis e Ilha Redonda tiveram filmes selecionados, além de produções de catarinenses realizadas em São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Curitiba (PR).

Serão contempladas quatro categorias, cada uma delas com um prêmio de R$ 5.000,00: Melhor Ficção, Melhor Animação, e Melhor Documentário, eleitos pelo Júri Oficial, e o melhor curta eleito pelo Júri Popular. A curadoria foi integrada por Fernando Boppré, Guto Lima e Lucian Chaussard , todos de Santa Catarina e com reconhecida experiência em cinema.

Embora as inscrições estivessem abertas para filmes realizados em qualquer período, mais de 80% dos títulos selecionados foram produzidos nos últimos cinco anos. É importante observar que o número de inscritos demonstra que o Estado produz um curta por semana. Mas das produções inscritas há 19 finalizadas entre janeiro e fevereiro de 2012, o que dá uma média de pelo menos dois curtas por semana.

O FAÇA é uma realização da Exato Segundo Produções Artísticas em parceria com a Alquimídia.org e da Hemisfério Criativo, responsável pela criação da identidade visual. O evento tem o Apoio Institucional da Cinemateca Catarinense/ABD-SC, FUNCINE – Fundo Municipal de Cinema de Florianópolis, SANTACINE – Sindicato da Industria do Audiovisual de Santa Catarina, SINTRACINE – Sindicado dos Trabalhadores do Audiovisual em Santa Catarina, Fundação Catarinense de Cultura (FCC), Cinema do CIC e Museu da Imagem e do Som (MIS/SC).

O Festival conta ainda com o apoio da Vantuta Impressões, SESC Santa Catarina, FURB (Fundação Universidade Regional de  Blumenau) e Fundação Cultural de Blumenau, Prefeitura Municipal de Blumenau e Paradigma Cine Arte. O Governo de Santa Catarina, por meio da Secretaria de Turismo, Cultura e Esporte do Estado (SOL) e FUNCULTURAL, é patrocinador do 1º FAÇA – Festival Audiovisual Catarinense.

Mais informações: www.faca.art.br

 

Escrito por André Gevaerd, 08/03/2012 às 17h06 | andre@cineramabc.com

Credenciais e Oficinas

O CINERAMA.BC está preparando diversas novidades para 2012.

Primeiramente gostaríamos de anunciar que as credenciais para o 2º CINERAMA.BC  estão a venda no Cine Itália, nos pontos de venda Blue Ticket e no site da Blue Ticket. A credencial garante acesso a todas as sessões da programação e custam apenas 80,00 para membros.
(obs.: Os ingressos avulsos estarão a venda assim que for anunciada a programação completa.)

Para mais informações sobre ingressos e credenciais http://www.cineramabc.com.br/cineramabc/index.php/ingressos-credenciais



Finalmente gostaria de anunciar as oficinas que já estão a disposição de todos:

Realização Coletiva de Curta-metragem / Direção Cinematográfica / Roteiro Cinematográfico / Oficina de Captação de Imagem e Som / Oficina de Direção de Arte

Maiores informações sobre as oficinas no link http://www.cineramabc.com.br/cineramabc/index.php/oficinas

Caso não consiga visualizar este e-mail entre no link www.cineramabc.com.br para maiores informações.

Escrito por André Gevaerd, 02/03/2012 às 09h58 | andre@cineramabc.com

O auto-retrato como arte

O pai de Susanna Kraus, o físico alemão Werner Krause, foi contratado em 1970 para construir uma máquina fotográfica capaz de capturar o processo de ignição do motor Wankel. O sistema da época (lentes óticas) não era preciso ao ponto de capturar o processo ultra-rápido do motor, e para isso o Dr. Kraus criou um sistema de espelho único.
Depois de sua patente ser usada para fins automobilísticos, ele e o artista Erhard Hößle, amigos de longa data, desenvolveram a partir do mesmo sistema uma câmera ótica que possibilitava auto-retratos em escala 1 para 1 sem a distorção da imagem. Ou seja, no espelho que há dentro da câmera você se vê exatamente como vai sair na foto, e não ao contrário como nos espelhos comuns.
A experiência de tirar uma foto na IMAGO começa ao entrar dentro de uma câmera para ser fotografado, uma coisa inimaginável para alguém da geração atual. Depois de ajustada a luz e o figurino, você decide como será sua expressão e posição olhando para o espelho de 2 metros em sua frente – aqui novamente se experimenta uma sensação que não faz parte do mundo da fotografia atual: na maioria das vezes posamos da mesma forma para todas as fotografias que uma segunda pessoa tira de nós, na IMAGO você decide se prefere seu semblante sério ou não, se vai deixar a mão solta ou na cintura, se vai olhar para a lente ou para o horizonte.
Enquanto você encontra sua posição, Susanna está no quarto escuro da câmera ajeitando o papel e dando coordenadas de foco. Quando está tudo decidido ela ajeita o papel fotográfico e dá um OK, você aperta o disparador da câmera e aguarda 2 segundos pelo flash. Pronto, sua imagem foi capturada e está começando a ser impressa.
Passados dez minutos a foto está pronta. É incrível o efeito de se ver em tamanho natural na sua frente, olhando para a foto cada um descobre algo que novo sobre si.
Escrito por Barbara Sturm, 28/02/2012 às 13h57 | barbara@cineramabc.com

LIVROS SOBRE CINEMA GRATUITOS NA NET

Procurando mais títulos para a sua biblioteca digital? Arrume mais 20 lugares na sua estante. O portal Universia Brasil disponibilizou livros sobre cinema nacional, gratuitamente e em pdf. Criada pela Imprensa Nacional, a coleção traz biografias de cineastas e roteiros de filmes.

Além de socializar o acesso ao material, a iniciativa também ajuda a manter viva nossa  memória cultural e trajetória cinematográfica. Os livros fazem parte da coleção “Aplauso”.

Confira os títulos disponíveis e boa leitura

A hora do Cinema Digital
Autor: Luiz Gonzaga Assis de Luca

 

Um insólito destino
Autor: Alfredo Sternheim

 

Ana Carolina – cineasta brasileira
Autor: Evaldo Mocarzel

 

Ary Fernandes – Sua fascinante história
Autor: Antonio Leão da Silva Neto

 

Espelho da Alma
Autor: Antonio Carlos da Fontoura

 

Bastidores
Autora: Elaine Guerini

 

Astros e Estrelas do Cinema Brasileiro
Autor: Antonio Leão da Silva Neto

 

Carlos Reichenbach – O cinema como a razão de viver
Autor: Marcelo Lyra

 

Críticas de invenção
Autor: Jairo Ferreira

 

Críticas de Luiz Geraldo
Autora: Autora Miranda Leão

 

Inácio Araújo – Cinema de Boca em Boca
Autor: Juliano Tosi

 

Marco Altberg – Muitos cinemas
Autora: Roberta Canuto

 

Miguel Borges – Um Lobisomem sai da sombra
Autor: Antonio Leão da Silva Neto

 

Críticas de Rubem Biáfora
Autor: Carlos M. Motta

 

Roteiro de “Viva-Voz”
Autor: Paulo Morelli

 

Roteiro de “Quando Vale ou é por Qulilo?”
Autor: Eduardo Benaim, Newton Cannito e Sergio Bianchi

 

Roteiro de “Salve Geral”
Autor: Sérgio Rezende

 

Zelito Viana – Histórias causos do Cinema brasileiro
Autora: Betse de Paula

 

Orlando Senna – cineasta
Autor: Hermes Leal

 

Helvécio Ratton – O cinema além das montanhas
Autor: Pablo Villaça

Escrito por André Gevaerd, 27/02/2012 às 09h12 | andre@cineramabc.com

OFICINA DE REALIZAÇÃO EM CINEMA REÚNE GRANDES PROFISSIONAIS EM LONDRINA

A Oficina de Realização em Cinema prevê a produção de um curta-metragem de até 12 minutos em uma turma com no máximo 30 alunos. A Oficina será ministrada por integrantes daKinoarte:

Rodrigo Grota | Direção, Roteiro e Montagem
Bruno Gehring | Produção e Som
Guilherme Gerais | Direção de Fotografia e Câmera
Felipe Augusto | Direção de Arte e Projeto Gráfico

Rodrigo Grota é diretor dos curtas Satori Uso, Booker Pittman e Haruo Ohara, além de professor de Direção e Montagem na CineTV-PR – Escola Superior Sul Americana de Cinema e Televisão, em Curitiba. Conquistou mais de 50 prêmios entre festivais nacionais e internacionais, com destaque para 13 premiações no Festival de Gramado.

Bruno Gehring é um dos fundadores e atual presidente da Kinoarte. Já produziu mais de 30 filmes, entre eles a Trilogia do Esquecimento (Satori, Booker e Haruo). Coordena a Mostra Londrina de Cinema, a Mostra Marília de Cinema, a Revista Taturana, os projetos Kinoarte Mostra Curtas, Kinoclube e a Vila Cultural Kinoarte.

Guilherme Gerais é fotógrafo, diretor de fotografia do curta-metragem Sylvia. Formado em Artes Visuais – Multimídia pela Unopar, é coordenador gráfico da Revista Taturana e do projeto Imaginário Cromático.

Felipe Augusto é artista gráfico, diretor de arte dos curtas Galeria e Sylvia. Formado em Artes Visuais – Multimídia pela Unopar, é coordenador gráfico da Revista Taturana e do projeto Imaginário Cromático.

A Oficina de Realização em Cinema irá resultar em um curta-metragem com duração entre 4 e 12 minutos. Realizada na Vila Cultural Kinoarte (Rua Paraíba, 331, Centro, Londrina, PR), a Oficina é aberta a alunos de outras cidades e irá ocorrer nos dias 10 e 11, 17 e 18, 24 e 25 de março de 2012. Para participar dessa Oficina o aluno não precisa contar com uma experiência anterior em cinema – a Oficina de Realização em Cinema tem caráter introdutório.

As aulas serão divididas da seguinte forma:

Dias 10 e 11, das 9h às 12h e das 14h às 18h
Divisão de equipe, escolha do tema, elaboração do roteiro, aulas teóricas de fotografia, arte e produção, escolha de locações e elenco

Dias 17 e 18, horário a ser definido após o cronograma de filmagem
Filmagens

Dias 24 e 25, das 9h às 12h e das 14h às 18h
Montagem, edição de som, elaboração do Projeto Gráfico do filme e finalização


O custo da Oficina é de R$ 290,00 – os inscritos ainda receberão, além de uma cópia do filme em DVD e do certificado de participação, um exemplar do livro Imaginário Cromático e a mais recente edição da Revista Taturana.

O pagamento pode ser feito à vista ou de forma parcelada - 2x de R$ 145,00 ou 1 de R$ 100,00 e 2x de R$ 95,00.

Para garantir a sua vaga preencha a ficha de inscrição (que segue em anexo) e envie essa ficha para [email protected]

Envie também o comprovante de depósito da inscrição para a Oficina nesse mesmo e-mail. Caso você tenha optado por fazer o pagamento de forma parcelada efetive sua inscrição pessoalmente na Kinoarte em horário comercial.

A Kinoarte (Instituto de Cinema e Vídeo de Londrina) é uma associação cultural sem fins lucrativos, de utilidade pública municipal, e que desde julho de 2003 atua em quatro áreas: produção, exibição e preservação de filmes, além de realizar projetos de formação em cinema. Dúvidas e informações pelos telefones (43) 3026 6932 | (43) 9902 2669 e pelo e-mail [email protected]

Escrito por André Gevaerd, 24/02/2012 às 12h17 | andre@cineramabc.com



24 25 26 27 28 29 30 31

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Nasceu em Balneário Camboriú, resolveu fazer cinema, mudou-se para São Paulo, fez muitos filmes, voltou para Balneário. Continua fazendo filmes. Diretor do Festival CinemaramaBC e idealizador da sala de cinema e eventos, ArtHouse.