Jornal Página 3
Coluna
Dedo na Moleira
Por Waldemar Cezar Neto

Então como funciona?

Escrito por Waldemar Cezar Neto, 27/06/2017 às 12h16 | waldemar@camboriu.com.br

publicidade

Asfalto

Escrito por Waldemar Cezar Neto, 26/06/2017 às 11h58 | waldemar@camboriu.com.br

publicidade

Asfalto, o que o Junior não entendeu?

Escrito por Waldemar Cezar Neto, 14/06/2017 às 13h04 | waldemar@camboriu.com.br

publicidade

Tinha 30?

Escrito por Waldemar Cezar Neto, 13/06/2017 às 14h06 | waldemar@camboriu.com.br

publicidade

Eleitoral,a justiça feita de acordo com a cara do freguês

(Publicado no Página 3 impresso do mês de maio) - No final de outubro passado a Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas divulgou o relatório ‘Índice de Confiança na Justiça’ mostrando que o Poder Judiciário Brasileiro gozava de credibilidade com apenas 29% das pessoas entrevistadas em sete estados e no Distrito Federal.

Dois em cada três desses brasileiros não confiavam na justiça pátria.

Embora a pesquisa não tenha avaliado este aspecto é razoável supor que parte de descrédito decorra do comportamento da Justiça Eleitoral já que algumas decisões parecem ser tomadas de acordo com a cara e o bolso do freguês.

Até a semana passada setores políticos e jurídicos nacionais se assanhavam com a tese que mesmo tendo a chapa Dilma Temer chafurdado no lodaçal do dinheiro clandestino, no Caixa 2 abastecido pelas grandes empreiteiras, a culpa seria só dela e não dele.

Essas teses flutuam ao sabor das conveniências e do dinheiro disponível para investir em pareceres jurídicos.

Até as pedras das ruas sabem que o entendimento é consolidado, o candidato e seu vice respondem solidariamente, quando um é cassado o outro também dança.

Os argumentos por uma nova interpretação seguiam pelo caminho do interesse dos “golpistas” como dizem o PT e seus aliados e no “veja bem a economia está se ajeitando, é do interesse nacional manter o presidente Temer...”.

A prova definitiva da desmoralização da Justiça Eleitoral veio depois do estouro dos irmãos Wesley e Joesley quando o discurso virou do avesso e o Tribunal Superior Eleitoral passou a ser apontado como a maneira constitucionalmente correta de resolver a crise “tudo dentro da lei”, cassando Temer no julgamento das contas de campanha que terá início no próximo dia 6.

Ninguém sabe o que vai ocorrer, basta um ministro pedir vista e a coisa ficará parada porque no nesse absurdo universo jurídico os pedidos de vista podem funcionar como cemitérios de processos em favor de que tem poder e dinheiro para sepultá-los. 

Escrito por Waldemar Cezar Neto, 11/06/2017 às 09h06 | waldemar@camboriu.com.br

publicidade

Feira é livre

Escrito por Waldemar Cezar Neto, 08/06/2017 às 17h48 | waldemar@camboriu.com.br

publicidade





publicidade



1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

Waldemar Cezar Neto

Assina a coluna Dedo na Moleira

Lê, pesca, cozinha, escreve e é diretor chefe do Jornal Página 3.
















Fale Conosco - Anuncie no Página 3 - Normas de Uso
© Desenvolvido por Página 3

Endereço: Rua 2448, 360 - Balneário Camboriú - SC | Telefone: (47) 3367-3333 | Email: jornal@pagina3.com.br