Jornal Página 3
Coluna
Dedo na Moleira
Por Waldemar Cezar Neto

Piriquitoduto

A justiça eleitoral está investigando empresas ligadas a diretores do Sistema Menina de Comunicações que encheram a mala no governo Piriquito. Para mim não é novidade, um dia iria estourar, desde o ano passado venho informando que pelo menos três dessas empresas estão em nome de laranjas.
 

Esse Piriquitoduto entre o dinheiro público e veículos de comunicação criou uma situação perversa, o comprometimento do jornalismo não com os fatos, mas com quem paga. O cidadão, através dos seus impostos, pagou para ser enganado pelo noticiário tendencioso.
 

Ninguém sabe –mas ficaremos sabendo nos próximos dias- quanto o Sistema Menina de Comunicações recebeu de publicidade institucional, ou quanto seus comunicadores faturaram em prestações de serviços ao município. Um deles, sobre quem tive oportunidade de levantar os dados, recebeu R$ 125 mil nos últimos dois anos. É mais do que a maioria dos médicos concursados do município faturou no mesmo período.
 

Um dia iria estourar, agora estourou. Muita gente sabia, incluindo vereadores de situação e oposição, mas ninguém fez nada, foi necessário chegarmos ao período eleitoral para os fatos virem à tona.
 

Uma correção: na verdade alguém tentou fazer alguma coisa, o vereador José Carlos Hannibal pediu informações ao prefeito sobre essas relações incestuosas com o grupo Narbal Souza e foi violentamente atacado pelos veículos do Sistema Menina de Comunicação.

Escrito por Waldemar Cezar Neto, 27/09/2012 às 09h09 | waldemar@camboriu.com.br



Waldemar Cezar Neto

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Lê, pesca, cozinha, escreve e é diretor chefe do Jornal Página 3.


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A justiça eleitoral está investigando empresas ligadas a diretores do Sistema Menina de Comunicações que encheram a mala no governo Piriquito. Para mim não é novidade, um dia iria estourar, desde o ano passado venho informando que pelo menos três dessas empresas estão em nome de laranjas.
 

Esse Piriquitoduto entre o dinheiro público e veículos de comunicação criou uma situação perversa, o comprometimento do jornalismo não com os fatos, mas com quem paga. O cidadão, através dos seus impostos, pagou para ser enganado pelo noticiário tendencioso.
 

Ninguém sabe –mas ficaremos sabendo nos próximos dias- quanto o Sistema Menina de Comunicações recebeu de publicidade institucional, ou quanto seus comunicadores faturaram em prestações de serviços ao município. Um deles, sobre quem tive oportunidade de levantar os dados, recebeu R$ 125 mil nos últimos dois anos. É mais do que a maioria dos médicos concursados do município faturou no mesmo período.
 

Um dia iria estourar, agora estourou. Muita gente sabia, incluindo vereadores de situação e oposição, mas ninguém fez nada, foi necessário chegarmos ao período eleitoral para os fatos virem à tona.
 

Uma correção: na verdade alguém tentou fazer alguma coisa, o vereador José Carlos Hannibal pediu informações ao prefeito sobre essas relações incestuosas com o grupo Narbal Souza e foi violentamente atacado pelos veículos do Sistema Menina de Comunicação.

Escrito por Waldemar Cezar Neto, 27/09/2012 às 09h09 | waldemar@camboriu.com.br



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