Jornal Página 3
Coluna
Dedo na Moleira
Por Waldemar Cezar Neto

Super onda Bolsonaro não se confirmou

Nos últimos dias o otimismo dos eleitores de Bolsonaro nas redes sociais e nas rodas de conversas em Balneário Camboriú era tão grande que escutei diversas pessoas criticando os números divulgados pelos institutos de pesquisas e garantindo que seu candidato venceria com 80% dos votos.

As críticas ao Ibope e ao Datafolha se acentuaram quando esses mostraram nos últimos dias que Haddad conquistava espaço.

Abertas as urnas a realidade apareceu: Bolsonaro venceu com a terceira pior diferença percentual de votos desde a redemocratização.

Com seu percentual ele superou apenas Dilma na reeleição e o nefasto Collor em 1989.

Porém, Fernando Henrique duas vezes, Lula da Silva duas vezes e Dilma uma vez tiveram votações mais expressivas do que Bolsonaro.

A verdade dos números é que até Dilma, em algum momento da sua carreira, foi mais popular do que Bolsonaro.

Por sua vez o Datafolha deveria receber um pedido oficial de desculpas por parte de Bolsonaro e seus torcedores.

Na véspera da eleição a pesquisa TV Globo/Datafolha previu que Bolsonaro teria 55% e Haddad 45%. Contadas as urnas deu 55,13% para um e 44.87% para outro, erro de 0,13%.
 

Escrito por Waldemar Cezar Neto, 29/10/2018 às 08h39 | waldemar@camboriu.com.br



Waldemar Cezar Neto

Assina a coluna Dedo na Moleira

Lê, pesca, cozinha, escreve e é diretor chefe do Jornal Página 3.


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Nos últimos dias o otimismo dos eleitores de Bolsonaro nas redes sociais e nas rodas de conversas em Balneário Camboriú era tão grande que escutei diversas pessoas criticando os números divulgados pelos institutos de pesquisas e garantindo que seu candidato venceria com 80% dos votos.

As críticas ao Ibope e ao Datafolha se acentuaram quando esses mostraram nos últimos dias que Haddad conquistava espaço.

Abertas as urnas a realidade apareceu: Bolsonaro venceu com a terceira pior diferença percentual de votos desde a redemocratização.

Com seu percentual ele superou apenas Dilma na reeleição e o nefasto Collor em 1989.

Porém, Fernando Henrique duas vezes, Lula da Silva duas vezes e Dilma uma vez tiveram votações mais expressivas do que Bolsonaro.

A verdade dos números é que até Dilma, em algum momento da sua carreira, foi mais popular do que Bolsonaro.

Por sua vez o Datafolha deveria receber um pedido oficial de desculpas por parte de Bolsonaro e seus torcedores.

Na véspera da eleição a pesquisa TV Globo/Datafolha previu que Bolsonaro teria 55% e Haddad 45%. Contadas as urnas deu 55,13% para um e 44.87% para outro, erro de 0,13%.
 

Escrito por Waldemar Cezar Neto, 29/10/2018 às 08h39 | waldemar@camboriu.com.br



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