Jornal Página 3
Coluna
Dedo na Moleira
Por Waldemar Cezar Neto

Obrigado e até breve

Ontem um sujeito escreveu em redes sociais “vamos ver agora se ele é mesmo jornalista”, na esteira de comentários da minha nomeação para diretor de comunicação social e TV da Câmara de Vereadores de Balneário Camboriú.

O objetivo do comentário era me cobrar um posicionamento crítico em relação ao Legislativo do município, então respondo desde já para não alimentar qualquer dúvida: não espere de mim nada nesse sentido, não fui contratado para isso e sim para melhorar a comunicação da instituição com a sociedade.

Passei a ter 19 patrões e vou atender a todos com o melhor do meu esforço porque sou jornalista profissional, minha tarefa será comunicar, assim como faria se fosse prestar serviços numa fábrica ou comércio - coisa que aliás já faço para duas das maiores empresas da cidade.

A coisa é simples: a comunicação da Câmara, apesar dos esforços da equipe, precisa melhorar, não chegamos ao cidadão.

Ontem um envolvido no assunto brincou que temos uma TV que ninguém assiste, uma rádio que ninguém escuta e um portal de internet que ninguém visita.

Um pouco de exagero e muito de verdade. Dizer que está tudo bem quando não está é um erro que não me disponho a cometer.

A Câmara de Vereadores é relevante, fundamental, influi diretamente na vida dos cidadãos, representa cada morador individualmente, é um porto seguro contra os demandos e os desleixos das autoridades.

É tão relevante que desde a eleição de Pavan e Aristo todos os prefeitos e vices, exceto Rubens Spernau e Carlos Humberto, foram vereadores.

Porém, uma regra no Página 3 diz que quem trabalha no serviço público não pode assinar coluna e por isso durante alguns meses está suspensa a publicação do Dedo na Moleira, que escrevo há duas décadas e meia.

Sei que minhas nove leitoras estão curiosas sobre meus motivos de trabalhar na Câmara. Eu sempre quis ter uma experiência no serviço público, mas nunca me convidaram, até uma conversa dias atrás com o presidente Omar Tomalih que abriu esta possibilidade.

Simples assim.

Escrito por Waldemar Cezar Neto, 01/05/2019 às 06h28 | waldemar@camboriu.com.br



Waldemar Cezar Neto

Assina a coluna Dedo na Moleira

Lê, pesca, cozinha, escreve e é diretor chefe do Jornal Página 3.


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Ontem um sujeito escreveu em redes sociais “vamos ver agora se ele é mesmo jornalista”, na esteira de comentários da minha nomeação para diretor de comunicação social e TV da Câmara de Vereadores de Balneário Camboriú.

O objetivo do comentário era me cobrar um posicionamento crítico em relação ao Legislativo do município, então respondo desde já para não alimentar qualquer dúvida: não espere de mim nada nesse sentido, não fui contratado para isso e sim para melhorar a comunicação da instituição com a sociedade.

Passei a ter 19 patrões e vou atender a todos com o melhor do meu esforço porque sou jornalista profissional, minha tarefa será comunicar, assim como faria se fosse prestar serviços numa fábrica ou comércio - coisa que aliás já faço para duas das maiores empresas da cidade.

A coisa é simples: a comunicação da Câmara, apesar dos esforços da equipe, precisa melhorar, não chegamos ao cidadão.

Ontem um envolvido no assunto brincou que temos uma TV que ninguém assiste, uma rádio que ninguém escuta e um portal de internet que ninguém visita.

Um pouco de exagero e muito de verdade. Dizer que está tudo bem quando não está é um erro que não me disponho a cometer.

A Câmara de Vereadores é relevante, fundamental, influi diretamente na vida dos cidadãos, representa cada morador individualmente, é um porto seguro contra os demandos e os desleixos das autoridades.

É tão relevante que desde a eleição de Pavan e Aristo todos os prefeitos e vices, exceto Rubens Spernau e Carlos Humberto, foram vereadores.

Porém, uma regra no Página 3 diz que quem trabalha no serviço público não pode assinar coluna e por isso durante alguns meses está suspensa a publicação do Dedo na Moleira, que escrevo há duas décadas e meia.

Sei que minhas nove leitoras estão curiosas sobre meus motivos de trabalhar na Câmara. Eu sempre quis ter uma experiência no serviço público, mas nunca me convidaram, até uma conversa dias atrás com o presidente Omar Tomalih que abriu esta possibilidade.

Simples assim.

Escrito por Waldemar Cezar Neto, 01/05/2019 às 06h28 | waldemar@camboriu.com.br



Waldemar Cezar Neto

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