Jornal Página 3
Coluna
J. Júnior
Por Jonas Ramos Júnior

MALA DIRETA

 

PROCURA- SE UM CULPADO

Quem trabalha no serviço público é bom colocar as barbas de molho porque a caça às bruxas vai começar. Alguém vai ter que pagar o pato da falta de turistas argentinos ou um número maior de brasileiros na segunda quinzena desse mês. Dificilmente o trade turístico vai se contentar com a crise interna que assola a Argentina e a lenta retomada da economia e o nível de emprego no Brasil. Dezembro foi espetacular segundo os dados oficiais, mas o comércio e a hotelaria pelo jeito já esqueceram. Portanto senhor prefeito prepare-se, porque o berro vai ser grande a partir de fevereiro. Com o início do ano letivo, os brasileiros somem. Aí sim, vai dar saudades dos hermanos.


SERVIÇOS

No quesito serviços públicos até agora os pontos são positivos para a Celesc, Emasa e serviços de limpeza e coleta de lixo. Poucas pessoas com quem conversei pra medir a febre reclamaram desses serviços. A cidade só não esteve mais limpa, porque o povo não ajuda e joga lixo pra todo lado. Bituca de cigarro nem parece que é lixo, neguinho joga na cara dura na calçada. Enfim, sempre pode ser melhor, mas passaram no teste especialmente na virada do ano.


 VITRINE 

  • Milheiro da praia central relatou que esse ano ele teve a sua melhor temporada dos últimos tempos. Segundo ele foi muita gente já no mês de dezembro e a virada do ano foi sensacional. Pelo menos um está feliz.
  • Muita gente que ama essa cidade independentemente de política está preocupada com a balneabilidade da praia central. Alguma coisa de muito ruim tá acontecendo. Todo dia aparece alguma coisa estranha nas areias. São peixes mortos, algas fedidas, água negra e um fedor enorme em alguns pontos. As chuvas também trazem muita sujeira dos rios. Antes de pensar em alargamento, do qual sou a favor, deveríamos nos concentrar em sanar a nossa galinha dos ovos de ouro. Pra pensar.
  • Uma senhora chega na praia, arma seu sombreiro e senta confortavelmente na sua cadeira, até aí tudo bem. O problema é quando ela saca da bolsa uma carteira de cigarros e fuma compulsivamente um atrás do outro. Quem estava perto xingou, porque causa das crianças, mas não adiantou. Ela limitou-se grosseiramente a dizer “ os incomodados que se retirem”.  Deveriam proibir de fumar na praia, até porque a praia fica cheia de bitucas. Educação tá em falta pra muita gente.
  • Restaurantes reclamando que caiu muito o movimento e só vem pra cá turista pobre. Até pode ser, mas que os preços estão salgados ninguém fala. Difícil comer um prato de peixe e camarão com a família e não desembolsar umas 300/400 pratas. Pro povo também tá ruim.
  • Pergunta que não quer calar. Por acaso alguém que lê um pouco, assiste televisão, ou melhor ainda, que acessa as redes sociais, não sabia da crise na Argentina? Ou da crise no Brasil? Duvido.
  • Notícia triste foi a passagem antecipada do nosso amigo Ivan Machado, mais conhecido como Papagaio. Perdeu o Fluminense e seus amigos de longa convivência. Papagaio sempre tinha umas tiradas que provocavam risos em quem gravitava em torno dele. Lamentável.
  • O novo café da Brava, o Blury Bakery caiu no gosto da galera pela delícia dos doces, salgados e sanduiches diferenciados. Fica na Avenida Carlos Drumond de Andrade, 200. Os proprietários recebem na porta os clientes de forma cativante. Vale conferir.
  • A fiscalização da prefeitura e dos governos estadual e federal não apreendem as mercadorias dos africanos com suas mochilas e maletas pretas porque não querem, Todos os dias eles descem pela manhã e sobem no fim do dia pela Rua 2500 e 2550. Enquanto isso, muito camelô estabelecido sofre constantemente com a fiscalização acirrada dos homens da lei. Discriminação.

ESSE ANO FAÇA CERTO. LUTE CONTRA A CORRUPÇÃO.  FAÇA A SUA PARTE.


 

Escrito por Jonas Ramos Júnior, 24/01/2019 às 09h03 | jonasramos3011@hotmail.com



Jonas Ramos Júnior

Assina a coluna J. Júnior

Advogado pós graduado em direito ambiental, reside em BC desde dez/1981. Escreve no JP3 desde 1992, porque tem interesse na cidade e no seu desenvolvimento.


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Quem trabalha no serviço público é bom colocar as barbas de molho porque a caça às bruxas vai começar. Alguém vai ter que pagar o pato da falta de turistas argentinos ou um número maior de brasileiros na segunda quinzena desse mês. Dificilmente o trade turístico vai se contentar com a crise interna que assola a Argentina e a lenta retomada da economia e o nível de emprego no Brasil. Dezembro foi espetacular segundo os dados oficiais, mas o comércio e a hotelaria pelo jeito já esqueceram. Portanto senhor prefeito prepare-se, porque o berro vai ser grande a partir de fevereiro. Com o início do ano letivo, os brasileiros somem. Aí sim, vai dar saudades dos hermanos.


SERVIÇOS

No quesito serviços públicos até agora os pontos são positivos para a Celesc, Emasa e serviços de limpeza e coleta de lixo. Poucas pessoas com quem conversei pra medir a febre reclamaram desses serviços. A cidade só não esteve mais limpa, porque o povo não ajuda e joga lixo pra todo lado. Bituca de cigarro nem parece que é lixo, neguinho joga na cara dura na calçada. Enfim, sempre pode ser melhor, mas passaram no teste especialmente na virada do ano.


 VITRINE 

  • Milheiro da praia central relatou que esse ano ele teve a sua melhor temporada dos últimos tempos. Segundo ele foi muita gente já no mês de dezembro e a virada do ano foi sensacional. Pelo menos um está feliz.
  • Muita gente que ama essa cidade independentemente de política está preocupada com a balneabilidade da praia central. Alguma coisa de muito ruim tá acontecendo. Todo dia aparece alguma coisa estranha nas areias. São peixes mortos, algas fedidas, água negra e um fedor enorme em alguns pontos. As chuvas também trazem muita sujeira dos rios. Antes de pensar em alargamento, do qual sou a favor, deveríamos nos concentrar em sanar a nossa galinha dos ovos de ouro. Pra pensar.
  • Uma senhora chega na praia, arma seu sombreiro e senta confortavelmente na sua cadeira, até aí tudo bem. O problema é quando ela saca da bolsa uma carteira de cigarros e fuma compulsivamente um atrás do outro. Quem estava perto xingou, porque causa das crianças, mas não adiantou. Ela limitou-se grosseiramente a dizer “ os incomodados que se retirem”.  Deveriam proibir de fumar na praia, até porque a praia fica cheia de bitucas. Educação tá em falta pra muita gente.
  • Restaurantes reclamando que caiu muito o movimento e só vem pra cá turista pobre. Até pode ser, mas que os preços estão salgados ninguém fala. Difícil comer um prato de peixe e camarão com a família e não desembolsar umas 300/400 pratas. Pro povo também tá ruim.
  • Pergunta que não quer calar. Por acaso alguém que lê um pouco, assiste televisão, ou melhor ainda, que acessa as redes sociais, não sabia da crise na Argentina? Ou da crise no Brasil? Duvido.
  • Notícia triste foi a passagem antecipada do nosso amigo Ivan Machado, mais conhecido como Papagaio. Perdeu o Fluminense e seus amigos de longa convivência. Papagaio sempre tinha umas tiradas que provocavam risos em quem gravitava em torno dele. Lamentável.
  • O novo café da Brava, o Blury Bakery caiu no gosto da galera pela delícia dos doces, salgados e sanduiches diferenciados. Fica na Avenida Carlos Drumond de Andrade, 200. Os proprietários recebem na porta os clientes de forma cativante. Vale conferir.
  • A fiscalização da prefeitura e dos governos estadual e federal não apreendem as mercadorias dos africanos com suas mochilas e maletas pretas porque não querem, Todos os dias eles descem pela manhã e sobem no fim do dia pela Rua 2500 e 2550. Enquanto isso, muito camelô estabelecido sofre constantemente com a fiscalização acirrada dos homens da lei. Discriminação.

ESSE ANO FAÇA CERTO. LUTE CONTRA A CORRUPÇÃO.  FAÇA A SUA PARTE.


 

Escrito por Jonas Ramos Júnior, 24/01/2019 às 09h03 | jonasramos3011@hotmail.com



Jonas Ramos Júnior

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Advogado pós graduado em direito ambiental, reside em BC desde dez/1981. Escreve no JP3 desde 1992, porque tem interesse na cidade e no seu desenvolvimento.


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