Jornal Página 3
Coluna
Economia & Negócios
Por Augusto Cesar Diegoli

Economia na Semana

Patrocínio

A Havan investe mesmo no patrocínio esportivo, em especial no futebol. O mais recente é o Clube Atlético Paranaense, até o final de 2018, com a marca estampada nas mangas das camisas oficiais de jogos e treinos. A estreia do novo patrocínio aconteceu no jogo contra o Corinthians, em Curitiba.

Juros estáveis

A taxa média de juros do cheque especial está em 13,40% e a do empréstimo pessoal, em 6,33% ao mês, as mesmas de outubro, segundo pesquisa do Procon-SP.

Indústria automobilística

A produção brasileira de veículos em outubro subiu 5,3% ante setembro e avançou 42% na comparação com o mesmo mês de 2016, para 249,9 mil unidades, segundo a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores). As vendas somaram 202,8 mil unidades, 1,8% mais que em setembro.

Comércio exterior

O Brasil vive um momento ímpar para a sua inserção no comércio internacional. Uma série de medidas para desburocratizar e incentivar as exportações estão sendo tomadas. A expectativa é que tenhamos um aumento nas transações comerciais internacionais, colocando em evidência o comércio exterior até o final da década. A meta do governo é tirar o país do incômodo e módico 1% de participação no comércio internacional para 5% em médio e longo prazo. É um desafio plenamente possível de se alcançar. Para empresas catarinenses é um chamado a expansão dos negócios e sua internacionalização. Potencialmente, é um caminho para mantermos e elevarmos os empregos e a renda.

Supermercados

As vendas dos supermercados de Santa Catarina cresceram 5,28% em setembro em relação a agosto, segundo dados da associação catarinense do segmento (Acats). No acumulado do ano, a alta é mais modesta, de 1,57%.

Atração de investimentos

Cidades que integram a Associação dos Municípios do Médio Vale do Itajaí (Ammvi) começaram a unir esforços no desenvolvimento de uma política regional de atração de investimentos para a região. Uma reunião entre secretários de Desenvolvimento Econômico já ocorreu. No momento o trabalho se concentra em um levantamento das necessidades, vocações e pontos fortes de cada localidade. Com essas informações em mãos, sendo elaborados materiais de divulgação direcionados a investidores, empresários e representantes de consulados de outros países. Segundo o secretário de Desenvolvimento de Blumenau, a região está perdendo empresas por falta de competitividade. É preciso tornar o Vale mais atrativo. Pensar e agir em grupo sempre rende mais resultados.

Vendas no Vale

As vendas de veículos novos em 2017 no Vale do Itajaí acumulam alta de 7,6% na comparação com 2016, mostram dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores em Santa Catarina (Fenabrave-SC). São 30,6 mil unidades comercializadas entre janeiro e setembro na região contra 28,4 mil em igual período do ano anterior. O crescimento fica acima da média estadual, que é de 5,7%. No país, as vendas reduziram 1,18%.

Economia, arrecadação e gestão pública

Mês após mês, Santa Catarina e o Brasil dão sinais de que o pior da crise econômica já passou. A escalada dessa retomada, no entanto, é lenta e cheia de percalços. Se para o setor privado a avaliação é de que ainda é preciso cautela, no setor público esse julgamento não pode ser diferente. O aumento na arrecadação estadual, que somou 8,4% de crescimento no acumulado de janeiro a outubro em comparação com 2016, é, sem dúvida, um resultado positivo. Com um cenário de inflação controlado, em que o IPCA acumula 2,53% em 12 meses, sobra um pouco de gordura para a administração pública gerir.

Aquisição

A EMS, uma das empresas do grupo NC, do qual a NSC Comunicação faz parte, concluiu a compra da farmacêutica estatal Galenika, da Sérvia. O contrato acaba de ser assinado, em Belgrado. Com investimento de 46,5 milhões de euros (R$ 176 milhões), a EMS comprou o complexo produtivo que inclui uma fábrica em Belgrado e outra no país vizinho, Montenegro. A EMS já está nos EUA e na Itália e exporta para mais de 40 países distribuídos pela Europa, América Latina, África, Ásia e Oriente Médio.

GM sem coletivas

A General Motors está fazendo cadastro de trabalhadores para a unidade de motores e cabeçotes, localizada em Joinville. A empresa há quatro anos instalada na região Sul do município, pela primeira vez não dará férias coletivas de fim de ano aos trabalhadores. Sinal de evolução dos negócios. A fábrica catarinense da GM recebe investimentos de R$ 1,9 bilhão em sua ampliação. A produção atual se destina aos veículos Onix e Prisma, atendendo as fábricas de automóveis localizadas em Gravataí (RS) e de Rosário, na Argentina. Por conta da expansão de atividades, a GM deve contratar mais 150 empregados em 2018 para a unidade de Joinville.

Doehler

A companhia Doehler, de Joinville, do segmento têxtil de cama, mesa e banho, encerrou o 3º trimestre deste ano com vendas líquidas de R$ 339,3 milhões, contra R$ 318,2 milhões em igual período do ano passado. Teve lucro líquido, no período de nove meses, de R$ 22,5 milhões. Em 2016, no mesmo período, o lucro foi de R$ 10,6 milhões. O Patrimônio Líquido (Capital Social e Reservas) em 30/9 soma R$ 533 milhões.

Feira calçadista

Balneário Camboriú recebeu mais de 500 lojistas de todo o país em busca de negócios à SC Trade Show, feira calçadista organizada pelo Sindicato das Indústrias de Calçados de São João Batista, com apoio da Fiesc e do Sebrae. O evento foi um dos maiores do setor no país e desta vez o clima foi de mais otimismo. A estreia de marcas nacionais como Via Uno e Beira Rio reforçaram a importância do evento. A retomada dos negócios aconteceu após três anos de retração econômica, em que foi preciso buscar preços, reduzir custos e apostar na exportação. Nesse período, as exportações de calçados catarinenses cresceram 30%. As maiores empresas calçadistas do Estado exportam para países como Estados Unidos, Rússia e Portugal 20% de toda a produção.

Novidades

A direção da Havan está sendo bastante procurada por empresas de diversos segmentos interessadas em se instalar na Villa Schlosser e também no Centro Industrial Renaux. Já confirmadas no espaço que era da Cia. Industrial Schlosser estão a Uniasselvi e a Hiper, além delas, há empresas de cowworking (escritório com espaço compartilhado), salão de beleza, parque de festas, clínicas, academia, casa noturna, imobiliárias e restaurantes interessados em fazer parte do projeto. Será um mini centro da cidade. Na Renaux também há bastante procura de empresas ligadas ao setor têxtil. A duplicação da rodovia Antônio Heil (Brusque a Itajaí) poderá trazer novas empresas para Brusque.

Pronegócio

Diversas micro e pequenas empresas de Brusque e região, de toda a cadeia têxtil, já têm para os próximos meses produção garantida, após a realização da 43ª Pronegócio. A rodada considerada a maior de confecção do país, ocorreu na última semana, no Pavilhão de Eventos de Brusque. Realizada pela Ampe e em parceria com o Sebrae-SC, o evento reuniu 110 empresas e contou com a presença de 350 compradores das mais variadas partes do Brasil que saíram de Brusque com os pedidos da coleção de outono/inverno 2018 para suas lojas. A partir de agora, a Ampe inicia os preparativos para a 44ª Pronegócio, que acontece de 15 a 19 de janeiro de 2018. É uma rodada maior, que apresentará as coleções do Inverno do próximo ano, onde mais de 200 empresas estarão expondo e vendendo suas coleções. Para esta nova rodada, são esperados 600 compradores. O objetivo para 2017 foi alcançado com a realização de quatro rodadas de negócios, ao longo do ano, onde mais de cinco milhões de peças foram comercializadas.

Menos falências

Os pedidos de falência caíram 15,7% na variação acumulada no ano até outubro, contra o mesmo período do ano passado, segundo dados com abrangência nacional da Boa Vista SCPC. Mantida a base de comparação, as falências decretadas subiram 4,3%, enquanto nos pedidos de recuperação judicial e recuperações judiciais deferidas foram observadas quedas de 25,8% e 18,6%, respectivamente.

Economia em SC e no Brasil

Depois de três anos andando de marche ré, o Brasil parece estar pronto para voltar a trilhar o caminho do crescimento. Os principais indicadores da economia apontam que a crise se dissipa ao mesmo tempo em que se abrem perspectivas mais animadoras para o futuro. Ainda que em ritmo lento, a taxa de desemprego começa a recuar, a inflação se mantém sob controle, até um pouco abaixo do que se esperava, a taxa de juros também vem diminuindo e o varejo dá sinais de que o até desconfiado consumidor está mais propenso a abrir a carteira. Em Santa Catarina, os números são ainda mais positivos do que a média nacional. Entre mortos e feridos, o Brasil se manteve de pé, mas terá agora que reverter um legado de três anos de economia ladeira abaixo. Entre 2015 e 2016, o PIB despencou 7,2%, a maior recessão desde a década de 1930.

Benefício fiscal

De olho em novos investimentos, a prefeitura de Navegantes está encaminhando à Câmara de Vereadores projeto de lei que dobra o prazo para concessão de benefício fiscal para empresas que se instalarem na cidade. O projeto prevê prioridade para empresas de tecnologia ou atividades que o município ainda precisa desenvolver. Neste segundo semestre, chegaram à cidade Supermercado Koch, Havan, Rovitex e uma grande empresa. Estão sendo gerados mais ou menos 800 novos empregos. A Portonave recebeu incentivo e hoje é a maior arrecadadora de ISS do município.

Acidentes de trânsito

A tragédia dos mortos e acidentados do trânsito brasileiro provoca, além das perdas emocionais, um custo anual de R$ 19 bilhões, segundo cálculos, valor superior ao PIB de 11 capitais, entre elas, Natal, Maceió e Florianópolis. O levantamento aponta que as 39 mil mortes de 2015 custaram R$ 11,6 bilhões aos cofres públicos, além de outros R$ 7,7 bilhões de prejuízo com tratamento de feridos. O cálculo leva em conta gastos públicos com saúde e previdência, incluindo também os ganhos potenciais das vítimas ao longo da vida.

Turismo precisa de investimento

A natureza e a riqueza cultural são predicados genuínos de Santa Catarina. Uma diversidade que permite ao visitante experimentar em um só Estado, praias extraordinárias e a beleza característica de uma serra que é palco de espetáculos do frio. Essas atrações naturais são o ponto de partida para o turismo, uma indústria limpa, que representa cerca de 10% da geração da riqueza catarinense. Não à toa, o Estado já é reconhecido nacionalmente com uma série de prêmios que comprovam a vocação para o setor. Geografia e clima são importantes pontos de partida. Fonte de riqueza, geração de empregos e oportunidade de empreendedorismo em SC, o turismo precisa de investimentos. Uma política que não depende apenas do setor público, que certamente precisa cumprir com uma parcela fundamental de infraestrutura, mas também de empresários, atentos às tendências de outros destinos no país e no exterior. Sem uma política de desenvolvimento, o Estado corre o risco de perder visitantes que não tenham mais a intenção de comprar passagens de volta. Depende apenas de mais cuidados.

Loteria

Um projeto de lei federal quer autorizar os Estados e o Distrito Federal a criarem loteria para reverter parte dos recursos para estimular a melhoria do ensino público e o desempenho de professores e alunos. A aposta custaria R$ 5, com sorteios semanais. Pela proposta, 70% da arrecadação deverão ir para as 150 melhores escolas da rede pública. A ideia de estimular o ensino e qualificar mais seus operadores sempre merecerá aplausos. Mas, se criar mais uma loteria e retirar mais dinheiro do bolso do povo, não é nada razoável.

Futuro das profissões

Como a sociedade está se preparando para um mundo no qual 65% das crianças executarão tarefas que ainda não existem? A reflexão sobre esse cenário foi o tema do seminário da Federação das Indústrias de SC (Fiesc), por meio da Câmara Regional do Movimento SC pela Educação, que aconteceu em Joinville no último dia 7.

Fatura do cartão de crédito

Quatro em cada dez (41%) dos usuários de cartão de crédito aumentaram o valor da fatura em setembro, segundo o SPC (Serviço de Proteção ao Crédito) e a CNDL (Confederação de Dirigentes Lojistas). Dos que se lembravam, a média da fatura foi de R$ 1.008. Itens básicos como alimentos em supermercados e remédios lideraram.

Planos de saúde

O ministro da Saúde afirmou que os planos “assumem um risco antecipado por uma coisa incerta” ao não poderem reajustar a mensalidade após os 60 anos. Projeto que permite está sendo votado na Câmara. O equilíbrio do plano tem de ser mantido.

Tecnologia dinamarquesa

Uma comitiva de empresários dinamarqueses, integrantes do Danish Water Fórum, percorreram concessionárias de água e esgoto no Brasil, trazendo tecnologia (Leakage Management) e dinheiro para investimentos potenciais no negócio envolvendo combate às perdas de água.

Tecon à venda

A operadora portuária Santos Brasil procura compradores para o Terminal de Contêineres (Tecon) Imbituba e para o terminal de carga geral de Imbituba. Na prática, a empresa informa ao mercado, via fato relevante, que também está à procura de sócios estratégicos para os negócios. Não há negociação em andamento, nem interessados a respeito.

Busto de Martin Luther

A praça Hercílio Luz (Biergarten), no Centro Histórico de Blumenau, está ganhando um busto de Martin Luther (Martinho Lutero). É uma homenagem da Igreja Evangélica de Confissão Luterana do Brasil (IECLB) que neste ano se comemora os 500 anos da Reforma Luterana.

Poupança

Poupadores e bancos estão mais próximos de um acordo sobre os valores devidos às pessoas prejudicadas pelos planos econômicos das décadas de 1980 e 1990. Em uma nova redada de negociação, as duas partes apresentaram propostas com diferenças bem menores em relação às colocadas na mesa nas últimas reuniões realizadas. Estão previstos mais dois encontros para este mês, nos dias 17 e 22. A expectativa é que as discussões estejam encerradas até o final deste mês. Um dos principais motivos para o otimismo com o novo rumo das negociações é que poupadores e bancos decidiram ceder em relação ao que vinham pedindo. O acordo pode colocar um fim a uma disputa judicial, com milhares de ações, de quase três décadas.

Direito garantido

O INSS é obrigado a oferecer ao segurado o melhor benefício possível. Por isso, ao perceber que ficou com uma renda abaixo da permitida pelo seu perfil de renda e tempo de contribuição, o aposentado deve pedir uma revisão ao instituto.

Para evitar prejuízo

Patrões que não repassam ao INSS as contribuições descontadas dos empregados estão entre os principais responsáveis por prejudicar a aposentadoria de muitos segurados. Para saber se os recolhimentos estão corretos, o trabalhador pode pedir o Cnis em um posto do INSS.

Pesquisa

Roubos e furtos são os crimes que mais atingem os brasileiros, aponta novo indicador que leva em conta medo, risco e casos em que as pessoas foram vítimas. Invasão de residência, parentes envolvidos com drogas e agressão física também estão entre os primeiros da lista. Especialista afirma que roubos e furtos são os crimes mais comuns e que pesquisa “mostra que a população está profundamente amedrontada”.

Previdência menos rigorosa

Sem apoio do Congresso para aprovar uma reforma completa da Previdência, o governo vai apostar em mudanças pontuais nas regras da aposentadoria. A nova estratégia é concentrar esforços para convencer deputados e senadores aliados a aceitarem dois pontos da proposta que já está na Câmara: a criação de uma idade mínima, de 65 para homens e 62 anos para mulheres, e a aproximação das regras de benefícios dos servidores públicos às dos trabalhadores do setor privado. “Do que está perdido, a metade é um grande ganho”, afirma o relator da reforma da Previdência na Câmara.

Direitos do aposentado que trabalha

O segurado que continua trabalhando após se aposentar tem os mesmos direitos que os demais profissionais, como registro em carteira, 13º, férias, horas extras e adicionais. Porém, há alguns benefícios que só o aposentado que trabalha ganha. Um deles é o saque mensal do FGTS, destinado apenas ao segurado na mesma empresa após se aposentar. O FGTS, aliás, tem que ser depositado pelo patrão normalmente. O ponto negativo é que esses aposentados não poderão receber auxílio-doença ou auxílio-acidente caso tenham algum problema grave na empresa.

Decisão judicial

Por unanimidade, a Terceira Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça) afastou a responsabilidade de um banco por operações contestadas por um correntista. Um laudo pericial concluiu que eles foram feitas com o cartão original do titular, não clonado e sua senha pessoal.

Consignado mais barato

As novas regras do empréstimo consignado para aposentados começaram a valer oficialmente. A partir de agora, bancos podem cobrar, no máximo, 2,08% de juros por mês nesse tipo de crédito. Antes eram 2,14%. Santander, Caixa, Itaú, Bradesco do Banco do Brasil já estão praticando os novos índices.

Paternidade

Cinco dias é o tempo de licença a que um trabalhador tem direito assim que nasce o filho. Se for servidor público, 20 dias. Mas, se for pai de gêmeos? Os gastos e o trabalho para cuidar das crianças dobram, só que o período da licença não muda. Um servidor catarinense achou o prazo muito curto e decidiu entrar na Justiça para ter o mesmo direito de licença maternidade, que é de 180 dias, e conseguiu uma decisão inédita da 3ª Turma Recursal de Santa Catarina.

Para quem ganha o piso

Como forma de compensar eventual perda fiscal se não conseguir aprovar a reforma da Previdência, o governo estuda restringir o pagamento do abono salarial do PIS. Uma das propostas seria a manutenção do abono apenas para quem recebe um salário mínimo, o que poderia gerar economia de cerca de R$ 20 bilhões em um ano. Pelas regras atuais, ganha o abono o trabalhador que teve remuneração mensal média de até dois salários mínimos no ano anterior.  

Regras para declarar dependentes

A Receita Federal acaba de publicar uma norma que reúne diversas regras para garantir a isenção e a dedução do Imposto de Renda. Uma das mudanças incluídas na instrução normativa trata da dedução do IR com as despesas médicas. Nos casos em que o atendimento médico ocorre em um ano, mas o pagamento é feito somente em outro, só haverá a dedução se o dependente estiver declarado nos dois períodos, no ano em que a despesa ocorreu e no ano em que ela foi efetivamente paga.

Atrasados maiores

A Turma Recursal dos Juizados Especiais Federais em Pernambuco garantiu a um segurado o direito de ter atrasados maiores, mesmo após o INSS alegar que o documento apresentado pelo trabalhador era novo e não havia sido analisado na concessão do benefício. Desde junho, instrução normativa do instituto oficializou uma prática que já era adotada pelo órgão nas revisões dos benefícios: quando há um novo elemento no processo de concessão, os atrasados contam da data em que o documento foi apresentado. Especialista diz que a nova decisão judicial pode ser usada por outros segurados que estão sendo prejudicados pela regra do INSS que diminui o valor dos atrasados com novos documentos.

Escrito por Augusto Cesar Diegoli, 14/11/2017 às 08h02 | acdiegoli@gmail.com

publicidade





publicidade



Augusto Cesar Diegoli

Assina a coluna Economia & Negócios

Contabilista aposentado, graduado em Direito pela Univali (ex-Fepevi), pós graduado em Direito tributário e Finanças Empresariais pela Furb, árbitro/mediador e diretor da Câmara de Mediação e Arbitragrem de Brusque e diretor da Facema - Federação Catarinense das Entidades de Mediação e Arbitragem.
















Fale Conosco - Anuncie no Página 3 - Normas de Uso
© Desenvolvido por Página 3

Endereço: Rua 2448, 360 - Balneário Camboriú - SC | Telefone: (47) 3367-3333 | Email: jornal@pagina3.com.br