Jornal Página 3
Coluna
Mobilidade Urbana BC
Por Henrique da Silva Wendhausen

Porque devemos pensar na mobilidade urbana em curto prazo?

 

Estamos indo para uma situação de muita confusão no transito se não pensarmos longo em novos meios de transportes coletivos para as pessoas. Os principais seriam os transportes de massas, nas cidades com ônibus bi-articulados, veículos leves sobre trilhos (VLT), metrô para as metrópoles e megalópoles e a bicicleta, todos estes integrados entre si. Para o transporte entre cidades, só há uma solução plausível que é o trem, inclusive para o transporte de cargas.

O curto prazo de que falo é para ontem, por que o que vemos já nos dias de hoje são as ruas bloqueadas fazendo com que as pessoas fiquem cada vez mais indispostas umas com as outras nas buscas por mais espaços nas vias.
 
Os administradores públicos devem gerir as cidades pensando sempre no coletivo e levar em consideração que a mobilidade urbana deve ter uma prioridade especial, por que se não estaremos fadados a ficarmos parados por ai sem conseguir cumprir com os nossos compromissos. Fico espantado de ver como se consegue viver numa cidade como São Paulo e em outras quase do mesmo porte, aonde através do jornais ficamos sabendo que muitas pessoas para chegarem no horário certo para trabalho que geralmente é as oito horas da manhã, tem que acordar as cinco horas estar na estrada logo depois, por que se não fizer desta maneira, chega atrasado. O transito no Brasil é um dos grandes fatores negativos que elevam o custo Brasil, um dos índices que mede o quanto gastamos para produzir uma mercadoria e exporta lá.
 
Por isto os governantes precisam com a máxima urgência de um plano aonde sejam contemplados os exemplos que citei acima. O sonho do brasileiro é ter um carro, mas estamos esquecendo que este só nos será útil se podermos nos locomover por ai com rapidez e eficiência e não é o que estamos vendo nos dias de hoje, sejam em cidade de médio porte ou em grandes cidades.
 
Faltam espaços não só para o deslocamento dos automóveis, mas também para estacionar o que gera uma grande perda de tempo, aumentando a disputa pelos espaços e novamente gerando grande descontentamento entre todos. Ao ser projetada uma rua deve contemplar os transportes que mais levam pessoas, os ônibus como primeiro exemplo, construindo canaletas exclusivas para estes, utilizados comercialmente, os automóveis seriam bem vindos.
 
Da mesma forma, precisam olhar para os mais frágeis com mais carinho, sito aqui os pedestres e os ciclistas, contemplando estes com calçadas largas e acessíveis a todos, ciclovias bem construídas e da mesma forma fazer com que as pessoas sejam atraídas para que todos possam se locomover não só com a segurança devida, mas com o devido conforto também.
 

Foto: Eduardo Rosa

Escrito por Henrique da Silva Wendhausen, 13/07/2015 às 13h07 | h.s.wendhausen@gmail.com



Henrique da Silva Wendhausen

Assina a coluna Mobilidade Urbana BC

Administrador e cicloativista. Presidente da Associação de Ciclismo de Balneário Camboriú


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Porque devemos pensar na mobilidade urbana em curto prazo?

 

Estamos indo para uma situação de muita confusão no transito se não pensarmos longo em novos meios de transportes coletivos para as pessoas. Os principais seriam os transportes de massas, nas cidades com ônibus bi-articulados, veículos leves sobre trilhos (VLT), metrô para as metrópoles e megalópoles e a bicicleta, todos estes integrados entre si. Para o transporte entre cidades, só há uma solução plausível que é o trem, inclusive para o transporte de cargas.

O curto prazo de que falo é para ontem, por que o que vemos já nos dias de hoje são as ruas bloqueadas fazendo com que as pessoas fiquem cada vez mais indispostas umas com as outras nas buscas por mais espaços nas vias.
 
Os administradores públicos devem gerir as cidades pensando sempre no coletivo e levar em consideração que a mobilidade urbana deve ter uma prioridade especial, por que se não estaremos fadados a ficarmos parados por ai sem conseguir cumprir com os nossos compromissos. Fico espantado de ver como se consegue viver numa cidade como São Paulo e em outras quase do mesmo porte, aonde através do jornais ficamos sabendo que muitas pessoas para chegarem no horário certo para trabalho que geralmente é as oito horas da manhã, tem que acordar as cinco horas estar na estrada logo depois, por que se não fizer desta maneira, chega atrasado. O transito no Brasil é um dos grandes fatores negativos que elevam o custo Brasil, um dos índices que mede o quanto gastamos para produzir uma mercadoria e exporta lá.
 
Por isto os governantes precisam com a máxima urgência de um plano aonde sejam contemplados os exemplos que citei acima. O sonho do brasileiro é ter um carro, mas estamos esquecendo que este só nos será útil se podermos nos locomover por ai com rapidez e eficiência e não é o que estamos vendo nos dias de hoje, sejam em cidade de médio porte ou em grandes cidades.
 
Faltam espaços não só para o deslocamento dos automóveis, mas também para estacionar o que gera uma grande perda de tempo, aumentando a disputa pelos espaços e novamente gerando grande descontentamento entre todos. Ao ser projetada uma rua deve contemplar os transportes que mais levam pessoas, os ônibus como primeiro exemplo, construindo canaletas exclusivas para estes, utilizados comercialmente, os automóveis seriam bem vindos.
 
Da mesma forma, precisam olhar para os mais frágeis com mais carinho, sito aqui os pedestres e os ciclistas, contemplando estes com calçadas largas e acessíveis a todos, ciclovias bem construídas e da mesma forma fazer com que as pessoas sejam atraídas para que todos possam se locomover não só com a segurança devida, mas com o devido conforto também.
 

Foto: Eduardo Rosa

Escrito por Henrique da Silva Wendhausen, 13/07/2015 às 13h07 | h.s.wendhausen@gmail.com



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