Jornal Página 3
Coluna
Mobilidade Urbana BC
Por Henrique da Silva Wendhausen

UMA QUESTÃO DE QUERER E FAZER

A TODOS OS ADMINISTRADORES PÚBLICOS, DAS DIVERSAS CIDADES, QUE AINDA TEIMAM EM CONSTRUIR ESTRUTURAS EM PROL DOS CARROS E NÃO DAS PESSOAS. ABAIXO CITO ALGUNS EXEMPLOS DE CIDADES DO PRIMEIRO MUNDO QUE PODEM SER COPIADOS.

Americanos e europeus estão aprendendo a viver sem carro, em Manhattan, os estacionamentos nas ruas estão diminuindo, em contra partida estão aumentando as calçadas; em Munique (Alemanha) e Londres (Inglaterra) novos prédios só podem ser construídos SEM garagens; em Amsterdam (Holanda) estão sendo construídas vias exclusivas para bicicletas e muitas outras ações que ocorrem pelo planeta Terra que estão sendo efetuadas em prol de uma melhor mobilidade urbana e humana para todos.
 
Medidas como estas têm estimulado investimentos em transporte público de massas e com o devido aumento da qualidade de vida das suas populações. Mas por aqui (Brasil) insistimos num projeto arcaico de progresso atrelado a prédios com 2, 3 até 4 vagas de estacionamento por apartamento, viadutos, vias com pistas mais largas e tudo SEM investir em transporte público e integrado de qualidade, também em outras infraestruturas que privilegiem diretamente o deslocamento de massas dos seres humanos pelas cidades.
 
Ideias do passado já condenadas, mas que vencem pelo temor de se perder o apoio financeiro das grandes empresas com seus interesses puramente capitalistas e votos nas eleições, aliado ao imenso lobby das montadoras de automóveis.
 
Em Nova Iorque, projeto prevê redução do espaço para automóveis e aumentos dos passeios, na Times Square os espaços destinados aos automóveis estão sendo removidos e destinados a implementação de ciclovias e o aumento das calçadas, com mais espaços para pedestres, inclusive para mesas de restaurantes e cafés.
 
Aqui em Balneário Camboriú estamos passando por uma transformação muito grande e a olhos vistos com a implementação do sistema cicloviário e das calçadas padronizadas. Falta muito ainda para sermos comparados as cidades de primeiro mundo, mas já vemos iniciativas como estas que citei com muito bons olhos é só querer que chegaremos lá.
 
Outro ótimo exemplo de espaço para as pessoas que Balneário adotou e que contou com o apoio total do prefeito Edson Renato Dias, foi à implementação da rua de lazer (ATLÂNTICA ATIVA) espaço democrático aberto para todos, em prol das pessoas e que por enquanto acontece nos últimos domingos de cada mês. E pelo o que tenho escutado, sendo solicitado para que aconteça em todos os domingos ao longo de toda a Avenida Atlântica. Se for para somar e para melhorar a qualidade de vida para a população, que a prefeitura tome a iniciativa e prolongue o Atlântica Ativa para todos os fins de semana, levando em consideração que o mesmo só acontece na baixa temporada, por que no verão se tornaria totalmente inviável. Está ai uma ideia que se alastra pelas cidades do primeiro mundo que podemos copiar com um custo baixíssimo e com um resultado extraordinário que só recebeu elogios. Fica a dica até termos a expansão com o alargamento da praia, a rua de lazer (Atlântica Ativa) seria a melhor maneira de se arrumar um espaço democrático com a devida segurança para que todos pudessem se divertir no melhor local de Balneário Camboriú que é a orla marítima.
 
PARA ENCERRAR, PERGUNTO: PORQUE NÃO COPIAR O QUE JÁ ESTA DANDO CERTO EM OUTRAS COMUNIDADES E COM AS DEVIDAS ADAPTAÇÒES PARA CADA CASO, SE ESTA AÇÀO SÓ VAI MELHORAR A QUALIDADE DE VIDA DA NOSSA POPULAÇÃO?
Quem quiser saber mais sobre as mudanças ocorridas em Nova Iorque seguem os links
 
 
 
Escrito por Henrique da Silva Wendhausen, 17/09/2015 às 08h49 | h.s.wendhausen@gmail.com



Henrique da Silva Wendhausen

Assina a coluna Mobilidade Urbana BC

Administrador e cicloativista. Presidente da Associação de Ciclismo de Balneário Camboriú


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A TODOS OS ADMINISTRADORES PÚBLICOS, DAS DIVERSAS CIDADES, QUE AINDA TEIMAM EM CONSTRUIR ESTRUTURAS EM PROL DOS CARROS E NÃO DAS PESSOAS. ABAIXO CITO ALGUNS EXEMPLOS DE CIDADES DO PRIMEIRO MUNDO QUE PODEM SER COPIADOS.

Americanos e europeus estão aprendendo a viver sem carro, em Manhattan, os estacionamentos nas ruas estão diminuindo, em contra partida estão aumentando as calçadas; em Munique (Alemanha) e Londres (Inglaterra) novos prédios só podem ser construídos SEM garagens; em Amsterdam (Holanda) estão sendo construídas vias exclusivas para bicicletas e muitas outras ações que ocorrem pelo planeta Terra que estão sendo efetuadas em prol de uma melhor mobilidade urbana e humana para todos.
 
Medidas como estas têm estimulado investimentos em transporte público de massas e com o devido aumento da qualidade de vida das suas populações. Mas por aqui (Brasil) insistimos num projeto arcaico de progresso atrelado a prédios com 2, 3 até 4 vagas de estacionamento por apartamento, viadutos, vias com pistas mais largas e tudo SEM investir em transporte público e integrado de qualidade, também em outras infraestruturas que privilegiem diretamente o deslocamento de massas dos seres humanos pelas cidades.
 
Ideias do passado já condenadas, mas que vencem pelo temor de se perder o apoio financeiro das grandes empresas com seus interesses puramente capitalistas e votos nas eleições, aliado ao imenso lobby das montadoras de automóveis.
 
Em Nova Iorque, projeto prevê redução do espaço para automóveis e aumentos dos passeios, na Times Square os espaços destinados aos automóveis estão sendo removidos e destinados a implementação de ciclovias e o aumento das calçadas, com mais espaços para pedestres, inclusive para mesas de restaurantes e cafés.
 
Aqui em Balneário Camboriú estamos passando por uma transformação muito grande e a olhos vistos com a implementação do sistema cicloviário e das calçadas padronizadas. Falta muito ainda para sermos comparados as cidades de primeiro mundo, mas já vemos iniciativas como estas que citei com muito bons olhos é só querer que chegaremos lá.
 
Outro ótimo exemplo de espaço para as pessoas que Balneário adotou e que contou com o apoio total do prefeito Edson Renato Dias, foi à implementação da rua de lazer (ATLÂNTICA ATIVA) espaço democrático aberto para todos, em prol das pessoas e que por enquanto acontece nos últimos domingos de cada mês. E pelo o que tenho escutado, sendo solicitado para que aconteça em todos os domingos ao longo de toda a Avenida Atlântica. Se for para somar e para melhorar a qualidade de vida para a população, que a prefeitura tome a iniciativa e prolongue o Atlântica Ativa para todos os fins de semana, levando em consideração que o mesmo só acontece na baixa temporada, por que no verão se tornaria totalmente inviável. Está ai uma ideia que se alastra pelas cidades do primeiro mundo que podemos copiar com um custo baixíssimo e com um resultado extraordinário que só recebeu elogios. Fica a dica até termos a expansão com o alargamento da praia, a rua de lazer (Atlântica Ativa) seria a melhor maneira de se arrumar um espaço democrático com a devida segurança para que todos pudessem se divertir no melhor local de Balneário Camboriú que é a orla marítima.
 
PARA ENCERRAR, PERGUNTO: PORQUE NÃO COPIAR O QUE JÁ ESTA DANDO CERTO EM OUTRAS COMUNIDADES E COM AS DEVIDAS ADAPTAÇÒES PARA CADA CASO, SE ESTA AÇÀO SÓ VAI MELHORAR A QUALIDADE DE VIDA DA NOSSA POPULAÇÃO?
Quem quiser saber mais sobre as mudanças ocorridas em Nova Iorque seguem os links
 
 
 
Escrito por Henrique da Silva Wendhausen, 17/09/2015 às 08h49 | h.s.wendhausen@gmail.com



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