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Livro segue trajeto de caminhada liderada por Gandhi na Índia
Divulgação/Wikipédia
Gandhi durante a famosa marcha do sal em Gujarate, índia

Quinta, 25/10/2018 10:39.

(FOLHAPRESS)

O fotógrafo mineiro Érico Hiller, 42, refez, em setembro do ano passado, o trajeto da Marcha do Sal, caminhada liderada pelo pacifista indiano Mahatma Gandhi (1869-1948), em 1930, com a intenção de protestar contra exigências do governo britânico quanto a comercialização do sal na Índia. O evento é considerado o marco inicial do processo de independência do país.

Hiller percorreu cerca de 400 quilômetros entre os vilarejos de Sabarmati Ashram, no subúrbio de Ahmedabad, e Dandi, ambos no noroeste do país. Os registros da viagem foram reunidos no livro recém-lançado "A Marcha do Sal" (Ed. Vento Leste, R$ 150), lançado no último dia 18.

A ideia do fotógrafo foi adotar a máxima do "menos é mais", diz ele, que viajou sozinho durante quase um mês e levou poucas roupas e lentes de câmera na mala.

Ele diz que não planejou exatamente os lugares pelos quais passaria. "É difícil encontrar pousadas em cidades pequenas, então me hospedei na casa de pessoas que conhecia pelo caminho", diz.

Hiller conta que, nessa região, os visitantes são tratados quase como deuses. Nas conversas, era apresentado a um novo mundo. "Alguns ficavam surpresos e felizes de saber que Gandhi era conhecido fora da Índia", afirma.

No caminho, encontrou testemunhas da passagem da marcha e descendentes de pessoas que testemunharam o evento. Uma delas foi Kamla Bhai Patel, 100, que tinha 13 na época da caminhada e disse se lembrar de observar a passagem da multidão.

Também conheceu outros viajantes que, assim como ele, repetiam os passos do líder indiano. Esse percurso é ideal para conhecer a realidade rural da Índia, diz o fotógrafo.

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Livro segue trajeto de caminhada liderada por Gandhi na Índia

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Gandhi durante a famosa marcha do sal em Gujarate, índia
Gandhi durante a famosa marcha do sal em Gujarate, índia

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Quinta, 25/10/2018 10:39.

(FOLHAPRESS)

O fotógrafo mineiro Érico Hiller, 42, refez, em setembro do ano passado, o trajeto da Marcha do Sal, caminhada liderada pelo pacifista indiano Mahatma Gandhi (1869-1948), em 1930, com a intenção de protestar contra exigências do governo britânico quanto a comercialização do sal na Índia. O evento é considerado o marco inicial do processo de independência do país.

Hiller percorreu cerca de 400 quilômetros entre os vilarejos de Sabarmati Ashram, no subúrbio de Ahmedabad, e Dandi, ambos no noroeste do país. Os registros da viagem foram reunidos no livro recém-lançado "A Marcha do Sal" (Ed. Vento Leste, R$ 150), lançado no último dia 18.

A ideia do fotógrafo foi adotar a máxima do "menos é mais", diz ele, que viajou sozinho durante quase um mês e levou poucas roupas e lentes de câmera na mala.

Ele diz que não planejou exatamente os lugares pelos quais passaria. "É difícil encontrar pousadas em cidades pequenas, então me hospedei na casa de pessoas que conhecia pelo caminho", diz.

Hiller conta que, nessa região, os visitantes são tratados quase como deuses. Nas conversas, era apresentado a um novo mundo. "Alguns ficavam surpresos e felizes de saber que Gandhi era conhecido fora da Índia", afirma.

No caminho, encontrou testemunhas da passagem da marcha e descendentes de pessoas que testemunharam o evento. Uma delas foi Kamla Bhai Patel, 100, que tinha 13 na época da caminhada e disse se lembrar de observar a passagem da multidão.

Também conheceu outros viajantes que, assim como ele, repetiam os passos do líder indiano. Esse percurso é ideal para conhecer a realidade rural da Índia, diz o fotógrafo.

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