Jornal Página 3

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Beco do Brooklin é tema de impasse entre artistas e Fundação Cultural

Terça, 15/1/2019 14:02.

Nesta semana, artistas questionaram que as paredes do Beco do Brooklin, uma conexão entre a Rua 1100 e a Avenida Atlântica, foram pintadas de branco, apesar do local ter sido liberado para a manifestações artísticas.

O beco fica em área nobre da cidade, entretanto costuma ficar abandonado, é escuro e espaço conhecido de usuários de droga. No ano passado uma pessoa chegou a ser assassinada naquele local durante o dia.

Em setembro de 2018 foi oficializado um acordo intermediado pelo município para que o espaço fosse liberado pelos proprietários para manifestações culturais. A ideia era democratizar, ocupar com arte uma conexão urbana ociosa e insegura.

Autorizações chegaram a ser enviadas para a Polícia Militar e Guarda Municipal, a fim de não interferem no trabalho de artistas de rua e desde então foram realizadas algumas intervenções no local.

O presidente da Fundação Cultural George Varela disse ao Página 3 que a autorização, expedida em setembro, teria validade de dois meses, o que não estava estipulado nos documentos enviados às forças de segurança.

Ele afirmou que a pintura de branco foi feita por particulares, possivelmente pelo dono ou pelo próprio condomínio e que ele entende a intervenção porque “estava num estado deplorável”.

Varela reconheceu que havia algumas manifestações artísticas, mas considera que a pintura de branco não foi um vandalismo.

Ele adiantou que a Fundação estuda mudar o regramento do local e adotar uma curadoria para selecionar os projetos que serão executados ali.

O beco tem iluminação automática à noite, mas de dia é escuro e uma reivindicação dos artistas é que para democratizar o espaço, seria interessante iluminação de dia também. Varela alegou que essa necessidade nunca foi formalizada e que seria interessante se os artistas criassem uma agenda para enviar à Fundação.

“Existe um projeto para o Brooklin, mas não é para agora”, pontuou.

Com o impasse, os artistas estão sem saber se podem ou não se manifestar no local. O presidente da Fundação afiantou ao Página 3 que a autorização está revogada, até que seja esclarecido o episódio da pintura do muro.

A presidente da Câmara Setorial de Artes Visuais, Luciana Siebert, entende que o espaço deva ser livre, para que novos artistas dialoguem com os que já ocupam o espaço há muito tempo.

"Temos um diálogo ótimo com a Fundação, só precisamos nos equilibrar nos objetivos”, disse Luciana.

O beco era até então o único local livre para manifestações de arte de rua em Balneário Camboriú. A representante da Câmara Setorial acredita no potencial do local para criar um novo ponto de encontro, eventos, oficinas, projeções, além de ser uma galeria de rua. O objetivo agora é debater as possibilidades. Interessados em participar desta discussão podem entrar em contato pelo email bcartesvisuais@gmail.com

 

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Beco do Brooklin é tema de impasse entre artistas e Fundação Cultural

Terça, 15/1/2019 14:02.

Nesta semana, artistas questionaram que as paredes do Beco do Brooklin, uma conexão entre a Rua 1100 e a Avenida Atlântica, foram pintadas de branco, apesar do local ter sido liberado para a manifestações artísticas.

O beco fica em área nobre da cidade, entretanto costuma ficar abandonado, é escuro e espaço conhecido de usuários de droga. No ano passado uma pessoa chegou a ser assassinada naquele local durante o dia.

Em setembro de 2018 foi oficializado um acordo intermediado pelo município para que o espaço fosse liberado pelos proprietários para manifestações culturais. A ideia era democratizar, ocupar com arte uma conexão urbana ociosa e insegura.

Autorizações chegaram a ser enviadas para a Polícia Militar e Guarda Municipal, a fim de não interferem no trabalho de artistas de rua e desde então foram realizadas algumas intervenções no local.

O presidente da Fundação Cultural George Varela disse ao Página 3 que a autorização, expedida em setembro, teria validade de dois meses, o que não estava estipulado nos documentos enviados às forças de segurança.

Ele afirmou que a pintura de branco foi feita por particulares, possivelmente pelo dono ou pelo próprio condomínio e que ele entende a intervenção porque “estava num estado deplorável”.

Varela reconheceu que havia algumas manifestações artísticas, mas considera que a pintura de branco não foi um vandalismo.

Ele adiantou que a Fundação estuda mudar o regramento do local e adotar uma curadoria para selecionar os projetos que serão executados ali.

O beco tem iluminação automática à noite, mas de dia é escuro e uma reivindicação dos artistas é que para democratizar o espaço, seria interessante iluminação de dia também. Varela alegou que essa necessidade nunca foi formalizada e que seria interessante se os artistas criassem uma agenda para enviar à Fundação.

“Existe um projeto para o Brooklin, mas não é para agora”, pontuou.

Com o impasse, os artistas estão sem saber se podem ou não se manifestar no local. O presidente da Fundação afiantou ao Página 3 que a autorização está revogada, até que seja esclarecido o episódio da pintura do muro.

A presidente da Câmara Setorial de Artes Visuais, Luciana Siebert, entende que o espaço deva ser livre, para que novos artistas dialoguem com os que já ocupam o espaço há muito tempo.

"Temos um diálogo ótimo com a Fundação, só precisamos nos equilibrar nos objetivos”, disse Luciana.

O beco era até então o único local livre para manifestações de arte de rua em Balneário Camboriú. A representante da Câmara Setorial acredita no potencial do local para criar um novo ponto de encontro, eventos, oficinas, projeções, além de ser uma galeria de rua. O objetivo agora é debater as possibilidades. Interessados em participar desta discussão podem entrar em contato pelo email bcartesvisuais@gmail.com

 

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