Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Economia
Cesta básica: baixa de 0,43% em agosto, em Itajaí

Terça, 3/9/2019 19:23.
Reprodução
Tomate teve a maior queda e manteiga a maior alta de preços

Publicidade

Após cinco altas registradas no primeiro semestre, pelo segundo mês consecutivo o preço da cesta básica teve queda, em Itajaí, desta vez foi de 0,43%, passando de R$ 394,31 em julho para R$ 92,63 em agosto.

Os dados são do Projeto Cesta Básica Alimentar da Univali, que elabora o indicador com monitoramento da Uni Júnior, a partir de pesquisa realizada em seis supermercados da cidade.

Dos produtos analisados, apenas cinco apresentaram redução em seus preços. Foram eles: o tomate (27,55%), a batata (22,11%), o feijão preto (11,89%), a banana (6,64%) e o leite longa vida (0,93%). Em contrapartida, os outros oito itens da cesta analisados subiram de preço, que são: a manteiga (22,91%), o arroz (18,42%), o pão francês (15,64%), o óleo de soja (9,10%), a farinha de trigo (4,88%), o café em pó (4,54%); a carne (4,31%) e o açúcar (0,53%).

De acordo com os pesquisadores, o clima segue impactando nos custos dos produtos in natura, desta vez de forma positiva nos casos do tomate, batata e da banana. Para os próximos meses os preços dependerão, mais uma vez, das condições climáticas, do custo do combustível e da energia elétrica.

O professor Jairo Ferracioli Júnior, economista e professor responsável pelo projeto disse que o aumento do ICMS em Santa Catarina, em curto prazo, não deve impactar no valor dos produtos da cesta, mas em longo prazo sim.

“A instabilidade política e econômica no Brasil e no exterior também podem alterar os preços de commodities agrícolas e minerais no mercado internacional e a variação cambial no Brasil", segue.

Além da questão do clima, Ferracioli chama a atenção para o aumento no preço da carne, o que permitiu que outros tipos de carne, como a de frango, tivesse uma alta expressiva nas gôndolas dos supermercados.

Com essa queda houve uma ligeira melhora do poder de compra do trabalhador assalariado. O custo da cesta básica sobre o salário mínimo passou de 39,51% em julho para 39,34% em agosto, acima do custo de referência de 33,63%. Em termos de horas de trabalho para aquisição da cesta são necessárias 86 horas e 33 minutos de um total de 220 horas mensais.

Informações: (47) 3341-7618


Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade













Página 3
Reprodução
Tomate teve a maior queda e manteiga a maior alta de preços
Tomate teve a maior queda e manteiga a maior alta de preços

Cesta básica: baixa de 0,43% em agosto, em Itajaí

Publicidade

Terça, 3/9/2019 19:23.

Após cinco altas registradas no primeiro semestre, pelo segundo mês consecutivo o preço da cesta básica teve queda, em Itajaí, desta vez foi de 0,43%, passando de R$ 394,31 em julho para R$ 92,63 em agosto.

Os dados são do Projeto Cesta Básica Alimentar da Univali, que elabora o indicador com monitoramento da Uni Júnior, a partir de pesquisa realizada em seis supermercados da cidade.

Dos produtos analisados, apenas cinco apresentaram redução em seus preços. Foram eles: o tomate (27,55%), a batata (22,11%), o feijão preto (11,89%), a banana (6,64%) e o leite longa vida (0,93%). Em contrapartida, os outros oito itens da cesta analisados subiram de preço, que são: a manteiga (22,91%), o arroz (18,42%), o pão francês (15,64%), o óleo de soja (9,10%), a farinha de trigo (4,88%), o café em pó (4,54%); a carne (4,31%) e o açúcar (0,53%).

De acordo com os pesquisadores, o clima segue impactando nos custos dos produtos in natura, desta vez de forma positiva nos casos do tomate, batata e da banana. Para os próximos meses os preços dependerão, mais uma vez, das condições climáticas, do custo do combustível e da energia elétrica.

O professor Jairo Ferracioli Júnior, economista e professor responsável pelo projeto disse que o aumento do ICMS em Santa Catarina, em curto prazo, não deve impactar no valor dos produtos da cesta, mas em longo prazo sim.

“A instabilidade política e econômica no Brasil e no exterior também podem alterar os preços de commodities agrícolas e minerais no mercado internacional e a variação cambial no Brasil", segue.

Além da questão do clima, Ferracioli chama a atenção para o aumento no preço da carne, o que permitiu que outros tipos de carne, como a de frango, tivesse uma alta expressiva nas gôndolas dos supermercados.

Com essa queda houve uma ligeira melhora do poder de compra do trabalhador assalariado. O custo da cesta básica sobre o salário mínimo passou de 39,51% em julho para 39,34% em agosto, acima do custo de referência de 33,63%. Em termos de horas de trabalho para aquisição da cesta são necessárias 86 horas e 33 minutos de um total de 220 horas mensais.

Informações: (47) 3341-7618


Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade