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PÁGINA 3 / Economia
Indicador de incerteza sobe 2,7 pontos em setembro ante agosto, diz FGV

Segunda, 30/9/2019 12:04.
Agência Brasil

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Por Daniela Amorim/AE

O Indicador de Incerteza da Economia Brasileira (IIE-Br) subiu 2,7 pontos na passagem de agosto para setembro, alcançando 116,9 pontos, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV). Com o resultado, o indicador persiste na região de incerteza elevada (acima de 110 pontos).

"Assim como no mês passado, a alta do Indicador de Incerteza brasileiro em setembro foi motivada majoritariamente por questões externas como a tensão comercial entre EUA e China e a possibilidade de uma desaceleração mais forte da economia mundial em 2020. Mas neste mês fatores internos também contribuíram para a evolução desfavorável do indicador, com destaque para temas como a reforma tributária e a dúvidas quanto ao ritmo de crescimento da economia brasileira", avaliou Aloisio Campelo Júnior, superintendente de Estatísticas Públicas do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Ibre/FGV), em nota oficial.

O IIE-Br é composto por dois componentes: o IIE-Br Mídia, que faz o mapeamento nos principais jornais da frequência de notícias com menção à incerteza; e o IIE-Br Expectativa, que é construído a partir das dispersões das previsões para a taxa de câmbio e para o IPCA.

Em setembro, o componente de Mídia subiu 1,5 ponto, para 115,9 pontos, contribuindo com 1,4 ponto para a média global. Já o componente de Expectativa, aumentou 5,8 pontos, para 113,7 pontos, contribuindo com 1,3 ponto para o indicador.

A coleta do Indicador de Incerteza da Economia Brasileira é realizada entre o dia 26 do mês anterior ao dia 24 do mês de referência.


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Página 3
Agência Brasil

Indicador de incerteza sobe 2,7 pontos em setembro ante agosto, diz FGV

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Segunda, 30/9/2019 12:04.
Por Daniela Amorim/AE

O Indicador de Incerteza da Economia Brasileira (IIE-Br) subiu 2,7 pontos na passagem de agosto para setembro, alcançando 116,9 pontos, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV). Com o resultado, o indicador persiste na região de incerteza elevada (acima de 110 pontos).

"Assim como no mês passado, a alta do Indicador de Incerteza brasileiro em setembro foi motivada majoritariamente por questões externas como a tensão comercial entre EUA e China e a possibilidade de uma desaceleração mais forte da economia mundial em 2020. Mas neste mês fatores internos também contribuíram para a evolução desfavorável do indicador, com destaque para temas como a reforma tributária e a dúvidas quanto ao ritmo de crescimento da economia brasileira", avaliou Aloisio Campelo Júnior, superintendente de Estatísticas Públicas do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Ibre/FGV), em nota oficial.

O IIE-Br é composto por dois componentes: o IIE-Br Mídia, que faz o mapeamento nos principais jornais da frequência de notícias com menção à incerteza; e o IIE-Br Expectativa, que é construído a partir das dispersões das previsões para a taxa de câmbio e para o IPCA.

Em setembro, o componente de Mídia subiu 1,5 ponto, para 115,9 pontos, contribuindo com 1,4 ponto para a média global. Já o componente de Expectativa, aumentou 5,8 pontos, para 113,7 pontos, contribuindo com 1,3 ponto para o indicador.

A coleta do Indicador de Incerteza da Economia Brasileira é realizada entre o dia 26 do mês anterior ao dia 24 do mês de referência.


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