Jornal Página 3

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Após três dias, Ministério da Educação tem nova mudança do número 2

Sexta, 15/3/2019 7:17.

(FOLHAPRESS) - O ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodriguez, confirmou a escolha de Iolene Lima para a Secretaria-Executiva do MEC, segundo cargo na organização da pasta. Ela já estava no MEC e é ligada aos evangélicos. É o segundo nome anunciado para o cargo em três dias.

O ministro desistiu de promover o adjunto da secretaria, Rubens Barreto, após a saída de Luiz Antonio Tozi. Os dois são oriundos do Centro Paula Souza, e Barreto tornou-se alvo de ataques de olavistas.

A Folha apurou que ele próprio não almejava liderar a secretaria, considerada o motor da pasta, por onde passam todas as decisões importantes.

Iolene chegou ao MEC em janeiro para ocupar uma das diretorias da Secretaria de Educação Básica. Apontada como evangélica moderada, ela já foi dirigente da Associação de Escolas Cristãs de Educação por Princípios, ONG que apoia escolas confessionais.

O fato de ser evangélica deu força para a escolha. Na quarta (13), ela viajou com Vélez para Suzano (SP) para acompanhar os desdobramentos do ataque na escola Raul Brasil.

As mudanças no MEC, iniciadas na sexta-feira passada (8) em meio a uma crise entre grupos de influência, tinham o objetivo de dar mais agilidade técnica à pasta, que enfrenta uma paralisia de ações.

Apesar de a questão religiosa ter pesado para a escolha de Iolene, a bancada evangélica afirma não ter responsabilidade pela indicação. O deputado Sóstenes Cavalcante (DEM) afirmou nas redes sociais que ela não é indicação da bancada. 

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Após três dias, Ministério da Educação tem nova mudança do número 2

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(FOLHAPRESS) - O ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodriguez, confirmou a escolha de Iolene Lima para a Secretaria-Executiva do MEC, segundo cargo na organização da pasta. Ela já estava no MEC e é ligada aos evangélicos. É o segundo nome anunciado para o cargo em três dias.

O ministro desistiu de promover o adjunto da secretaria, Rubens Barreto, após a saída de Luiz Antonio Tozi. Os dois são oriundos do Centro Paula Souza, e Barreto tornou-se alvo de ataques de olavistas.

A Folha apurou que ele próprio não almejava liderar a secretaria, considerada o motor da pasta, por onde passam todas as decisões importantes.

Iolene chegou ao MEC em janeiro para ocupar uma das diretorias da Secretaria de Educação Básica. Apontada como evangélica moderada, ela já foi dirigente da Associação de Escolas Cristãs de Educação por Princípios, ONG que apoia escolas confessionais.

O fato de ser evangélica deu força para a escolha. Na quarta (13), ela viajou com Vélez para Suzano (SP) para acompanhar os desdobramentos do ataque na escola Raul Brasil.

As mudanças no MEC, iniciadas na sexta-feira passada (8) em meio a uma crise entre grupos de influência, tinham o objetivo de dar mais agilidade técnica à pasta, que enfrenta uma paralisia de ações.

Apesar de a questão religiosa ter pesado para a escolha de Iolene, a bancada evangélica afirma não ter responsabilidade pela indicação. O deputado Sóstenes Cavalcante (DEM) afirmou nas redes sociais que ela não é indicação da bancada. 

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