Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Educação
Educação estuda recesso, mas movimento de turistas não deve ser forte nas férias de julho

Quinta, 25/6/2020 7:31.

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Julho é marcado pelo recesso escolar, e muitas famílias utilizam o mês para viajar. Porém, neste ano isso tende a ser diferente. As crianças estão tendo aulas à distância, mas ainda não há confirmação sobre férias. A Secretaria de Educação de Balneário Camboriú está estudando a situação.

O turismo também acaba sendo afetado não só por isto, mas principalmente pela pandemia do Covid-19, que causou inclusive o cancelamento da programação do aniversário de 56 anos de Balneário Camboriú, que é comemorado em 20 de julho.

Férias escolares x volta às aulas

A secretária de Educação de Balneário Camboriú, Rosângela Percegona Borba (foto acima), conta que as aulas seguem acontecendo de forma online e os alunos que não tem acesso à internet estão retirando o conteúdo na escola toda segunda-feira. Entre os conteúdos repassados, há novas matérias, que são explicadas através de vídeo-aulas e no caso dos alunos que retiram o conteúdo através das apostilas o professor explica na escola. Rosângela salienta que está em discussão se haverá ou não um período de recesso, já que sabem que não só os alunos como também os pais e professores estão cansados e precisam parar um pouco.

“Em breve o prefeito determinará. Há dois cenários que estamos analisando, com base em dois calendários, em um vamos ter aulas aos sábados e em outro não. Também estamos em contato com o Governo Federal, e eles estão estudando um terceiro cenário: a possibilidade de trabalharmos com 600h letivas ao invés das 800h. Se houver essa possibilidade, vai mudar tudo. Esse ano não está sendo nem um pouco perto do que queríamos ter, sabemos que está deixando a desejar”, explica.

Até o momento, a volta às aulas presenciais está programada para acontecer em agosto, mas a Secretaria de Educação já trabalha com três datas: os dias 3, 17 ou 30, e isso acaba gerando dificuldade no planejamento. Rosângela cita que quando os alunos retornarem, irão fazer um diagnóstico para saber como eles estão, e quem tiver necessidade receberá reforço do conteúdo no contra-turno.

“Vemos que para uma retomada presencial é positivo dar uma parada, inclusive para voltarmos mais tranquilos. E não será como antes, será uma rotina totalmente diferente. Teremos recreios separados para não ter aglomeração, horários de chegada e saída por turma; o refeitório também precisará passar por adaptações, já que é um local que pode ser altamente transmissível. Estamos estudando até a possibilidade de servirmos, em algumas escolas, o lanche diretamente na sala de aula”, acrescenta.

Já se discute também que as aulas sejam mistas: online e presenciais. Por exemplo, uma turma de 40 alunos será dividida, metade tendo aula presencial em uma semana, e metade online, para na próxima semana inverter.

“Estamos estudando tudo, é muito precoce para sabermos exatamente como vai ser. Há limitações e estamos buscando resolver da melhor maneira”, completa.


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Educação estuda recesso, mas movimento de turistas não deve ser forte nas férias de julho

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Quinta, 25/6/2020 7:31.

Julho é marcado pelo recesso escolar, e muitas famílias utilizam o mês para viajar. Porém, neste ano isso tende a ser diferente. As crianças estão tendo aulas à distância, mas ainda não há confirmação sobre férias. A Secretaria de Educação de Balneário Camboriú está estudando a situação.

O turismo também acaba sendo afetado não só por isto, mas principalmente pela pandemia do Covid-19, que causou inclusive o cancelamento da programação do aniversário de 56 anos de Balneário Camboriú, que é comemorado em 20 de julho.

Férias escolares x volta às aulas

A secretária de Educação de Balneário Camboriú, Rosângela Percegona Borba (foto acima), conta que as aulas seguem acontecendo de forma online e os alunos que não tem acesso à internet estão retirando o conteúdo na escola toda segunda-feira. Entre os conteúdos repassados, há novas matérias, que são explicadas através de vídeo-aulas e no caso dos alunos que retiram o conteúdo através das apostilas o professor explica na escola. Rosângela salienta que está em discussão se haverá ou não um período de recesso, já que sabem que não só os alunos como também os pais e professores estão cansados e precisam parar um pouco.

“Em breve o prefeito determinará. Há dois cenários que estamos analisando, com base em dois calendários, em um vamos ter aulas aos sábados e em outro não. Também estamos em contato com o Governo Federal, e eles estão estudando um terceiro cenário: a possibilidade de trabalharmos com 600h letivas ao invés das 800h. Se houver essa possibilidade, vai mudar tudo. Esse ano não está sendo nem um pouco perto do que queríamos ter, sabemos que está deixando a desejar”, explica.

Até o momento, a volta às aulas presenciais está programada para acontecer em agosto, mas a Secretaria de Educação já trabalha com três datas: os dias 3, 17 ou 30, e isso acaba gerando dificuldade no planejamento. Rosângela cita que quando os alunos retornarem, irão fazer um diagnóstico para saber como eles estão, e quem tiver necessidade receberá reforço do conteúdo no contra-turno.

“Vemos que para uma retomada presencial é positivo dar uma parada, inclusive para voltarmos mais tranquilos. E não será como antes, será uma rotina totalmente diferente. Teremos recreios separados para não ter aglomeração, horários de chegada e saída por turma; o refeitório também precisará passar por adaptações, já que é um local que pode ser altamente transmissível. Estamos estudando até a possibilidade de servirmos, em algumas escolas, o lanche diretamente na sala de aula”, acrescenta.

Já se discute também que as aulas sejam mistas: online e presenciais. Por exemplo, uma turma de 40 alunos será dividida, metade tendo aula presencial em uma semana, e metade online, para na próxima semana inverter.

“Estamos estudando tudo, é muito precoce para sabermos exatamente como vai ser. Há limitações e estamos buscando resolver da melhor maneira”, completa.


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